Projeto de Lei do Vereador Iranildo é retirado de pauta por ação rápida e eficaz do Ministério Público.

image   O Ministério Público do RN sai em defesa do Patrimônio Histórico de Ouro Branco/RN e recomenda retirada de pauta do projeto de lei do Vereador Iranildo Alcântara.  
Está de Parabéns o Ministério Público! 

DSC04450O Ministério Público, através do Promotor de Justiça da Comarca de Jardim do Seridó, Dr. Alysson Michel de Azevedo Dantas, após comparecimento do Vereador Genildo da Silva Medeiros ao CAOP-Meio Ambiente, expediu recomendação ao Presidente da Câmara de Vereadores e ao Prefeito Municipal, ambos em Ouro Branco/RN, onde solicita  ao Presidente da Câmara a retirada do Projeto de Lei 023/2011, de iniciativa do Vereador Iranildo, “por contrariar a tutela do meio ambiente e não haver justificativa para a sua aprovação”. Mencionada ação ministerial aponta ao chefe do Poder Executivo ourobranquense a desistência do Projeto de Lei 023/2011, bem como, o efetivo cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta, anteriormente celebrado.
imageimageAo receber a Recomendação, o Presidente da Câmara Municipal de Ouro Branco/RN, na sessão ordinária de ontem, resolveu cumprir os termos da Recomendação Ministerial,  não pondo em discussão o Projeto deLei do Vereador Iranildo (PMDB), que revogava parte da lei de tombamento, ou seja, dando oportunidade para que o gestor municipal derrubasse todas as algarobas da Rua de Baixo - árvores estas tombadas pelo Patrimônio Histórico do Município, por iniciativa do Vereador Genildo. 
A sociedade contemporânea se preocupa com políticas ambientais mais modernas (veja-se o atual lema da Campanha da Fraternidade), inclusive, preservacionistas do patrimônio histórico-ambiental e cultural, sendo inadmissível ações do tipo apresentada pelo Vereador Iranildo – na contra-mão da história e da realidade.
Precisamos de reflexão e de mais  atenção na escolha dos próximos parlamentares para Câmara de Vereadores de Ouro Brancco/RN. 
A situação é gritante!

Blog Genildo Medeiros

ESTAMOS AO VIVO!!!!!

Regina Casé reúne Aviões, Luan Santana e Targino Gondim para um arrastapé no Esquenta

A apresentadora Regina Casé transformou o Esquenta num verdadeiro São João e reuniu nomes como Luan Santana, Targino Gondim e Aviões do Forró para um verdadeiro arrastapé.

No palco, Regina mostrou algumas imagens de outros encontros com o grupo e Xand fez questão de frisar que a apresentadora foi a primeira televisiva dar oportunidade ao Aviões no inicio da carreira, mostrando a banda para todo o Brasil no extinto programa Central da Periferia.

Aviões cantou Dá Beijinho que Passa, Coração, Festa do Interior e Ovo de Codorna, sucesso na banda na novela Morde e Assopra. O programa será exibido dia 26 de junho.

Justiça proíbe Banco Itaú de cobrar por emissão de boleto e por serviços não solicitados

O Banco Itaú não poderá mais cobrar de seus clientes qualquer tipo de taxa de emissão de boletos ou serviços que não forem previamente solicitados. A decisão da Justiça, válida para todo o país, atendeu à ação proposta pelo Ministério Público do Rio, que recebeu diversas reclamações sobre as faturas de pagamento de empréstimos junto ao Itaucred, onde eram incluídos custos de emissão de boleto bancário.

O banco cobrava outras verbas indevidas como "multas e encargos" e pagamento de prêmio de seguro não solicitado pelo consumidor. A empresa terá que fornecer aos seus correntistas um documento por escrito com todas as informações dos contratos que envolvam concessão de crédito ou financiamento. O Itaucred foi condenado, ainda, a restituir os valores aos consumidores. Da acordo com a sentença, a cobrança é abusiva, e viola o Código de Defesa do Consumidor.

O promotor do MP Rodrigo Terra, que subscreveu a ação, ressaltou que o caso pode abrir importantes precedentes na Justiça do Consumidor.

- Esta decisão poderá ser aplicada em todo o país, resguardando as pessoas que fazem uso de empréstimos junto a instituições financeiras contra cobranças abusivas e contra a 'venda casada', na qual o consumidor paga por serviços não solicitados - explicou o promotor.


O Globo

Jumentos do RN serão exportados para a China

Está sendo firmado um protocolo de intenções entre os Governos do Rio Grande do Norte e da China para exportação de 500 mil asininos (jumentos) para suprir a necessidade da indústria de cosméticos chinesa.

O produto é de tanto interesse que asiaticos estão no RN durante esta semana, com objetivo de conhecer o potencial do rebanho potiguar, procurando também conhecer a capacidade dos abatedouros. Entre os abatedouros foram visitados os de Ceará-Mirim, o Potengi, em Parnamirim e o de Natal.
Em companhia do secretário Betinho Rosado, o grupo visitará ainda o abatedouro e mercado de Mossoró e pretende conhecer a técnica de abate de bovinos, visualizando a possibilidade de uso para o abate dos asininos.
Além dos investimentos a serem feitos no Estado, o grupo se compromete em incentivar a produção local de asininos destinados à respectiva exportação para a China, garantindo o surgimento de um novo e promissor mercado para a pecuária do RN, cuja criação estima-se em torno 60 mil cabeças, criados de forma indisciplinada sem mercado consumidor definido.
De acordo com o secretário-adjunto da Secretaria Estadual de Agricultura, Simplício Holanda a exportação muito interessante, porque há muito tempo se deixou de utilizar o jumento como animal de carga.
- Hoje, até para ir ao roçado, se vai de moto. Enquanto isso, esse animais estão nas BRs, oferecendo perigo aos motoristas, acrescenta Simplício.
Blog do Robson Pires

O homem do forró: De Santa Quitéria ao mundo, Isaías CDs montou seu império. Dono do grupo Aviões do Forró e outras 5 bandas do gênero

Isaias_CDsA história de Antônio Isaías Paiva Duarte, 36, o Isaías CDs, dá um filme que ele gosta de narrar em detalhes. Começa na fazenda em Santa Quitéria, onde vivia com os pais e dez irmãos na condição de moradores. “A gente cuidava dos animais e vivia do que produzia. Mas algo dizia dentro de mim que não tinha nascido pra trabalhar na roça”, conta. Depois de uma briga com o pai, que na lembrança de Isaías tinha a ver com isso, ele correu para a estrada, pegou carona num caminhão e começou sua aventura aos 11 anos de idade.
Chegou na Praça Coração de Jesus, no Centro de Fortaleza. “Vendia pastel. Conheci uma senhora que me deu esse emprego. Na época existia a (boate) Paraíso. Trabalhava à noite e de dia dormia dentro do carro, uma Veraneio que ela tinha. Não saí da Coração de Jesus pra nada durante esses dois anos”. Aos 14, Isaías foi morar na Aerolândia com um irmão, passou um tempo vivendo de bicos, até que se deu por vencido e voltou pro Interior. Foi ser vaqueiro numa fazenda perto de Canindé.
Não durou muito, se inquietou de novo e voltou para Fortaleza. “Aí, olha o destino: conheci a sobrinha de Rita de Cássia (compositora de forró, autora de Meu vaqueiro, meu peão, primeiro sucesso da banda Mastruz com Leite)”, refaz Isaías, para quem “nem uma folha cai da árvore sem a previsão de Deus”. Foi ela que lhe apresentou Emanuel Gurgel, dono da SomZoom, a produtora que deu início ao mercado do forró eletrônico. O jovem Isaías, fã de festa, vaquejada, Mastruz com Leite, Beto Barbosa e Kátia Di Tróia, aproveitou a chance.
Seguidor
“A SomZoom já era estourada! Tinha 11 bandas”, lembra Isaías. Primeiro, ele cuidou da granja de Emanuel Gurgel. Depois, insistiu até entrar como zelador na SomZoom. Um dia, a mulher do cafezinho faltou e ele passou um ano e meio fazendo café para Emanuel. “Sempre que ele tava ouvindo um CD, me pedia uma opinião e sempre que eu dava uma opinião, a coisa acontecia. Fiz muitos eventos com ele, comecei a vender discos lá e fui pegando gosto pela coisa”.
Hoje Isaías CDs é que é o homem forte do forró. Tem seis bandas, começando pela maior do Brasil hoje, o Aviões do Forró, e mais meia dúzia de casas de show em Fortaleza. De lá até aqui, tem muita trama e causo no enredo do filme. Isaías mudou o mercado, distribuindo CDs de graça quando ninguém fazia isso. Quebrou quando a sua primeira sociedade numa banda de forró, a Gaviões do Forró, se desfez depois de ele sentir o gostinho do sucesso. “Não tinha nada assinado, fiquei mal mesmo”.
Foi tentar de novo. Se juntou a Carlos Aristides para montar a Aviões do Forró e deu o pulo do gato. “Via que as bandas eram meio bregas, as dançarinas nuas nos palcos. Não era legal. Tinha que fazer uma banda diferente que se vestisse bonito, então terminei de investir tudo o que tinha”. Figura polêmica no mercado, com fama de destemperado, Isaías se defende: “O que Deus me deu de coisa boa, me deu de inveja”.
Esta entrevista foi publicada no Jornal O Povo no último dia 23 deste mês. Nessa oportunidade Isaias fala que foi procurado pela assessoria de CHICO CESAR ( Secretario de Cultura do forró de Plástico) para realizações de shows aqui na Paraíba.
O POVO – Seu objetivo era ser dono de uma banda de forró de sucesso. Você imaginava que o Aviões do Forró fosse tão longe?
Isaias CDs – Imaginava ficar no meio das dez melhores bandas. Graças a Deus, hoje é a número um. Tenho seis bandas. Sou um cara que sei ler, não sei escrever muito bem e me considero bom de matemática. Só tem uma coisa que tenho vontade ainda, passar numa sala de aula. Nunca entrei num colégio. Aprendi no mundo. Passava o dia soletrando as coisas e fui aprendendo. Aprendi tudo de gerência dentro da SomZoom (a primeira empresa produtora de bandas de forró que lançou, entre outras, Mastruz com Leite). Quando o Aviões começou a crescer, a concorrência aumentou muito. As pessoas que me ajudavam, passaram a querer me travar. Em Fortaleza, existia uma barreira, quem tinha que ganhar dinheiro era dono de casa (de show), não banda. Fui tocar no Siqueira por R$ 350 e gastei R$ 2.300. Quando inventei de bancar um show no Cantinho do Céu, ganhei R$ 48 mil.
OP – E aí resolveu montar suas próprias casas de show?
Isaias – Não, fui tocar pra essas mesmas pessoas, botei o pé na parede e disse que não tocaria mais por cachê. Queria bilheteria também. Foi uma briga, rompi com o Assis Monteiro (outro todo poderoso do mercado do forró). Ele não aceitou, mas outros aceitaram. Ficou 50% da bilheteria pra mim, 50% pra quem faz a festa. Hoje o mercado funciona assim.
OP – Mas hoje você só toca nas suas próprias casas, não é?
Isaias – Toco pra todo mundo, contanto que não venha concorrer comigo. Tenho uma sociedade no Forró do Sítio, sou dono do Cantinho do Céu, onde tudo começou, e tenho uma parceria no Kangalha, Forró do Boi e Engarrafamento. Investi na roupagem da casa, na grade. Boto as bandas lá e tenho participação na bilheteria. Todas as casas querem meus produtos.
OP – Essa estrutura onde a A3 está é onde funcionava a SomZoom?
Isaias – A gente ficava numa casa ali do lado. Quando o Emanuel fechou isso aqui, sempre que passava em frente tinha vontade de comprar. Meu sócio dizia que era um elefante branco. Tinha trabalhado sete anos aqui, era uma energia muito forte comigo. Era zelador, limpava todo esse chão. Um dia encontrei com a mulher do Mução, isso era dele. Ela me disse que tinha se separado e ganho esse miolo, onde ficam os estúdios. Entramos aqui e quando ligamos, pegou tudo. Comprei. Meu sócio não quis nem conversa.
OP – Como você se sente quando entra aqui e lembra disso?
Isaias – A ficha não caiu, nem quero que caia. Tenho um bocado de besteira, graças a Deus, mas não tomo isso como se fosse dono, é como se cuidasse pra alguém, como um gerente. Montei isso na cabeça. Não me apego a nada material. Gosto de ajudar. Ajudo 17 creches. Naquela tragédia que teve no Rio de Janeiro, eu e meu sócio conseguimos mais de 12 toneladas de alimento.
OP – Como é sua rotina?
Isaias – A minha vida é meio desmantelada. Meus filhos viraram rapaz, um tem 17, outro 12. Moram comigo. Deixei bem claro pra eles que naquele momento não podia fazer o papel de pai, sair pra passear, passar o fim de semana junto. Temos um pouco de tempo em casa, mas se você me perguntar quando é que fui no cinema com meus filhos, pra uma praia, não sei. A semana toda saio daqui à noite, se chegar 4 da manhã em casa, às 9 ‘tô’ no escritório.
OP - Até hoje gosta das festas? Com tanto poder no mercado, o assédio é muito grande?
Isaias – Gosto de fazer o que faço. O mundo é assim, as pessoas dizem que o dinheiro é 100%. É 100% pras coisas ruins. Pra atrair o amigo falso, a inveja, alguém te perseguir a vida toda. Muitas pessoas não se sentem bem em ver você crescer. É difícil chegar um e dizer “fulano de tal está tão bem”. Mas que fulano está lascado, toda hora a gente escuta. É um mercado muito bom, mas a concorrência é muito cerrada. A galera é sempre querendo atropelar. Mas acho que as pessoas novas no meio, aos poucos vão se distanciando disso. Acho que o forró não chegou ainda a 50% do que vai chegar.
OP – Vai até onde?
Isaias – Vai dominar tudo. Em Salvador, toda banda de axé toca uma música de forró. Em Miami, as boates tocam forró. Na hora que a televisão passar a dar o gás que dá em pagode no forró, ninguém segura.
OP - E você acha que tem participação nisso?
Isaias – O Aviões hoje é a banda responsável. O Mastruz com Leite foi um grande sucesso, Calcinha Preta, Magníficos, Limão com Mel, mas nenhuma conseguiu o que o Aviões conseguiu: dar valor ao forró. Vou tocar com o Chiclete, meu cachê é igual ao deles. Só perco pro Roberto Carlos. Hoje temos uma música na novela das sete. Por coincidência, é o tema do prefeito Isaías (risos).
OP – A distribuição gratuita de CDs é muito comum no mercado da música popular. Você foi pioneiro nessa estratégia?
Isaias – Quando vi a pirataria crescendo, vi que não se vendia mais disco. Pensei: ‘Vou é dar!’. É uma moeda que vai e volta. Dou o CD e volta na bilheteria. Todos os donos de loja – Tok Discos tinha 12 lojas, Aki Discos tinha 13 – me procuraram perguntando se eu tava maluco. Diziam que ia acabar com as lojas. Mas quem ia acabar, e acabou, era a pirataria. Quando criei dar porcentagem pro cantor pra ele passar a ser dono de banda também, todo mundo me odiou de novo. O Alexandre e a Solange, por exemplo, tem 10% do Aviões. Nas minhas bandas, todo mundo é sócio. Se isso viesse acontecendo desde o início, o Mastruz estava com a frente dele até hoje. O problema é que os donos da banda não davam o valor que o cantor merece.
OP - Ainda hoje vocês distribuem?
Isaias – Estou pensando em outra situação, porque todo mundo está fazendo a mesma coisa. Tem muito CD com qualidade ruim. Por isso, acho que o forró não avançou mais. Se todo mundo se preocupasse com a qualidade que me preocupo… O DVD do Aviões saiu pela Som Livre. Começamos como terceiro DVD mais vendido e chegamos no primeiro. Vamos lançar CD e DVD também do Muído pela Som Livre.
OP – Vocês procuraram isso?
Isaias – Não, fomos procurados. Estamos na novela das sete e vamos estar na das oito também, tudo ao comando de Deus. Nunca insisti em botar o Aviões na televisão e nem gosto muito porque a televisão é boa você indo uma, duas vezes no ano. Desgasta muito. O Calypso fez tanta televisão que o povo não vai mais pro show.
OP – Vocês gravam em média cinco CDs promocionais pra cada banda por ano. De onde sai tanta música? E a questão dos direitos autorais?
Isaias – A maioria são músicas boas que estão no momento. A galera hoje não respeita. A gente pega uma música boa, todo mundo toca. A maioria chega até ao desrespeito de tocar em televisão, rádio, não só no repertório de show. É uma bagunça muito grande. Onde vai parar, não sei.
OP – Você já se envolveu em algumas polêmicas por isso. Minha Mulher Não Deixa Não e Água que passarinho não bebe foram gravadas por vocês e pela Garota Safada e deu problema.
Isaias – Acontece muito por causa do compositor. Ele vende pra mim, depois pra Garota Safada. Termina em polêmica. Minha Mulher Não Deixa Não, o compositor veio aqui e pediu até pra gravar um clipe pra ‘ajudar ele’. Só que não sabia que ele tinha feito com a Garota Safada também.
OP – Você já ouviu a acusação de que a A3 tem olheiros por aí “roubando” músicas que fazem sucesso no Interior. O que tem de verdade nessa história?
Isaias – A gente está ligado em tudo porque a gente está na rua. Antes os donos de banda não saíam do escritório. Existia um grupinho de compositores: Rita de Cássia, Luiz Fidélis e mais dois, três. Depois que a gente veio, abriu a porta pra todos os compositores. Não é olheiro. Todo compositor quer botar música na Aviões ou na Garota, que também está bem no mercado.
OP – Mas então você conhece essas histórias, as acusações feitas pelo blog Cabaré do Timpin, por exemplo? (em carta aberta no blog, Isaías é acusado, entre outras coisas, de “humilhar” o segurança de uma casa de shows em Patos-PB, e de ter espancado um segurança que impediu sua acompanhante de entrar de graça num evento).
Isaias – Esse acaba comigo na Internet e fica p… porque não respondo nada. Quando vim do Interior pra cá, caí no meio de uma sociedade e terminei tomando espaço. Queira ou não queira, trabalhei com o Franzé (D’Aurora), Assis Monteiro, Possidônio, com Emanuel Gurgel. Chegar num momento em que a A3 está como está, eu à frente de um produto nacional, as pessoas não aceitam muito. Não sou um cara de beber muito, mas bebo. Sou solteiro, geralmente nas minhas mesas tem muitas amigas mulheres e tem muita briga que não tem nada a ver comigo.
OP – Você ficou muito rico?
Isaias – Vivo bem. Como tenho muitos amigos, já viajei no helicóptero do Marrone, aí dizem logo que é meu. A vodka Slova patrocina minha banda e eles fazem questão que eu passe o mês junino no jatinho deles. Às vezes estou aqui, o Aviões vai tocar em Mossoró, chegam seis amigos querendo ir, é longe, eles alugam um jatinho e vou junto. Aí a galera acha que o jato é meu. E a Receita Federal atrás de mim direto (risos).
OP – Quem passou por dificuldades, deve investir de forma a não passar por aperto de novo?
Isaias – Me preocupo com o futuro, lógico! Sou a estrutura da minha família. Antes de comprar uma casa pra mim, comprei uma pra cada irmão, pra minha mãe, pra minha ex-mulher, pra todos eles. Eu me viraria sozinho, mas meus irmãos não. Eles não aprenderam a ler, nem escrever. Gosto de investir em coisas futuras, em terreno, aluguel porque é uma coisa pra aposentadoria. Banda não é pra vida toda. Sou muito feliz com o que tenho, não peço mais nada a Deus.
OP – Uma última pergunta. Você soube da polêmica com Chico César, secretário de cultura da Paraíba, que disse que não ia contratar banda de ‘forró de plástico’ no São João de seu Estado?
Isaias – Ele foi infeliz, mas acho que vai voltar atrás. A assessoria dele já me procurou, mas não tenho data. Vamos tocar em Caruaru. O prefeito de lá também mordeu a língua ano passado. Disse que não botaria banda como Aviões, mas me ligou no final do São João pedindo Muído e Aviões. Eu disse: senhor, ressuscite Luiz Gonzaga e bote pra tocar. Nesse ano mudou tudo porque o do ano passado não deu ninguém, foi o maior desastre.
Jornal O Povo

Aprovado projeto de Daniella que determina normas para a comercialização de botijões de gás


A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou o projeto de lei de número 164/2011 de autoria da deputada Daniella Ribeiro, líder do PP, que estabelece normas para a comercialização dos botijões de gás de cozinha - GLP - no Estado da Paraíba e dá outras providências.
Dessa forma os botijões utilizados no envase de gás de cozinha - GLP - comercializados no Estado, quando este for realizado por terceiros, senão aquele cuja marca consta estampada no próprio vasilhame, deverão apresentar selo de requalificação emitido por órgão competente e rótulo que deverá ser fixado na parte externa, que deverá conter: nome, logomarca e CNPJ do fabricante do recipiente; nome, logomarca, CNPJ e endereço da empresa envasadora; informações de utilização do produto e os riscos que apresenta; data do envase.
 
Sendo o envasamento realizado pela empresa fabricante do botijão de gás, este deverá trazer apenas rótulo com as informações previstas no projeto. A empresa envasadora, distribuidora ou revendedora flagrada em descumprimento desta Lei sofrerá as penalidades constantes na Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 – Código de Defesa do Consumidor.
 
A fiscalização do disposto nesta Lei ficará a cargo do Poder Executivo Estadual, através dos seus órgãos competentes, podendo ser firmado convênio entre aquele e os Municípios para delegação dos poderes de fiscalização. A Lei entra em vigor noventa dias após a data de sua publicação.
 
Segundo a deputada, a prática do comércio do “gás pirata” é algo que há muito assola nosso Estado, tendo essa questão em muito se agravado em razão da alta carga tributária suportada pelo gás de cozinha - GLP - nesta unidade da Federação. Assim, em caso de acidentes domésticos, vazamentos e botijões sem condições de uso, o consumidor fica à mercê de sua própria sorte, não tendo a quem recorrer, ficando as empresas impunes, a se esquivarem da responsabilidade a elas imposta pelo Código de Defesa do Consumidor.
 
Este projeto é uma tentativa de não só resguardar os direitos dos consumidores, em especial o direito à informação, previsto no art. 6º da Lei nº 8.078, de 1990, garantindo a esses a segurança necessária nas suas relações comerciais, como também em muito contribuirá para o combate à prática do comércio do “gás pirata”, podendo, inclusive, ajudar na arrecadação tributária do Estado.
 
Importante mencionar que o Projeto dispõe sobre conteúdo que diz respeito ao consumo, matéria de competência concorrente da União, dos Estados e do Distrito Federal, segundo dispõe o art. 24 da Constituição da República. Esse mesmo dispositivo, em seu § 3º, reserva aos Estados a competência legislativa plena para atender a suas peculiaridades, uma vez que não existe Lei Federal sobre o tema. Nessa mesma linha, o Código de Defesa do Consumidor, em seu art. 55, determina que em caráter concorrente os três entes da federação baixarão normas relativas à produção, industrialização, distribuição e consumo de produtos e serviços, não sendo outro o que aqui se pretende.
 
Assim sendo, não existe nenhuma restrição de ordem constitucional ou legal ao trâmite do projeto, sendo certo que a sua aprovação trará enormes benefícios para os consumidores paraibanos e para o Estado.

Assessoria

Estado adia data de escolha do novo banco que vai cuidar da folha


O Governo do Estado decidiu adiar a data do procedimento licitatório para escolha do novo banco que vai ser responsável pelo pagamento da folha dos servidores. O pregão estava marcado para esta sexta-feira (17), mas a Secretaria de Administração decidiu transferi-lo para o próximo dia 1 de julho.
O comunicado de adiamento foi publicado na edição desta quinta-feira (16) do Diário Oficial do Estado. O Governo não explica o porquê da troca na data do procedimento.
O Governo do Estado rompeu, no final do mês de maio, o contrato com o Banco do Brasil, instituição que era responsável pelo pagamento dos servidores. A decisão se baseou em um questionamento da a Procuradoria Geral do Estado a respeito da legalidade da dispensa de licitação na celebração deste contrato.
De acordo com o edital de licitação, o tipo de julgamento será por maior preço ofertado. O preço mínimo a ser ofertado pelo licitante neste processo foi firmado em R$ 284,4 milhões, conforme avaliação da Secretaria de Estado das Finanças. A instituição vencedora receberá R$ 0,01 por cada servidor. Entre as regras, o edital ressalta que cada lance ofertado deverá superar o valor anteriormente ofertado em, no mínimo, R$ 100 mil.
Paraiba1

GASPARZINHO: conheça as empresas fantasmas e saiba o rastro das fraudes

As empresas envolvidas na Operação Gasparzinho e que são alvo de investigação são:
- Alserv Contrutora Ltda;
- Gima Construções e Incorporações Ltda;
- EMS Empresa de Manutenção Serviços e Construção Ltda;
- G 50 Serviços Construções e Locações Ltda;
- Esteng Serviços Técnicos de Engenharia e Arquitetura Ltda;
- Cordeiro Guedes Construtoras Comércio Ltda.
Todas as seis empresas são registradas na Paraíba. Elas atuavam em 35 prefeituras e movimentaram mais de R$ 23 milhões. As investigações estão sendo comandadas pela Polícia Federal, Controladoria Geral União e Procuradoria da República.
Sete pessoas foram presas e pelo menos dez veículos de luxo foram apreendidos. A identidade dos presos é mantida sob sigilo.
Veja onde algumas delas atuavam
Uma das empresas, a EMS Empresa de Manutenção, Serviços e Construção Ltda, no período de 2008 a 2011 teve mais de 300 licitações aprovadas em Areia, Borborema, Caturitê, Coremas, Dona Inês, Junco do Seridó, Lucena, Mogeiro, Riacho do Poço, Salgado de São Felix, Sapé, Cacimba de Dentro, Rio Tinto, Pedro Régis e Alagoa Grande.
Já a Al Serv Construtora Ltda, teve participação em uma licitação na UFPB, mas não foi aceita por ser considerada sem capacidade para realizar as obras. A empresa foi aprovada em 243 licitações entre 2008 e 2011 nos municípios de Serra da Raiz, São Bentinho, Santa Luzia, Pilões, Monteiro, Mogeiro, Lucena, Juarez Távora, Gurinhém, Desterro, Camalaú, Cajazeirinhas, Cacimba de Dentro, Caaporã, Brejo do Cruz, Barra de Santana, Aroeiras e Algodão de Jandaíra.
Outra empresa, a G 50 Serviços, Construções e Locações Ltda venceu 108 licitações no periodo de 2008 a 2011 nos municípios de Aroeiras, Cabedelo, Cacimba de Dentro, Lagoa Seca, Mamanguape, Mataraca, Pedro Régis, São João de Caiana e Sapé.
A Gima Construções e incorporações ganhou 189 licitações no mesmo período e atuou em obras nas cidades de São João do Cariri, Santa Luzia, Pilões, Patos, Monteiro, Mataraca, Juarez Távora, Gurjão, Cabedelo, Caaporã, Brejo do Cruz, Barra de Santana, Aroeiras, Areial e Algodão de Jandaíra. 
De acordo com as investigações, o grupo criminoso agia nos municípios de Alagoa Grande, Boa Vista, Mamanguape, Patos, Pilar, Pitimbu, Santa Rita, Santo André, Sumé, Algodão de Jandaíra, Brejo da Cruz, Caaporã, Lucena, Monteiro, Riachão do Bacamarte, Araçagi, Arara, Areia, Bayeux, Cabedelo, Caturité, Coremas, Cruz do Espírito Santo, Damião, Gurjão, Aroeiras, Cuitegí, São Bento, Areia de Baraúnas, Conde, Jericó, Juripiranga, Pedras de Fogo, Pombal e Serra Branca.
A operação investiga, ainda, se há participação de servidores públicos no esquema criminoso.
As investigações apontaram que as empresas seriam de fachada, registradas com nome de laranjas ou em nomes fictícios, criados a partir de nomes de pessoas. No esquema, licitações eram fraudadas, impostos sonegados e bens obtidos com o lucro dos crimes cometidos eram ocultados.

A documentação das empresas era obtida junto aos órgãos públicos de mais de um estado da federação. utilizados.
Os presos responderão pelos crimes de crimes de formação de quadrilha (artigo 288, do CPB), fraudes à licitação (Lei 8.666/93), falsificação de documentos e sua posterior utilização (artigos 298, 299 e 304 do CPB), sonegação de tributos (Lei 8.137/90) e lavagem de dinheiro (Lei 9.613/98).
O nome da operação foi dado em razão de a quadrilha utilizar para perpetração de seus crimes verdadeiros fantasmas.
PortalCorreio

Assembleia aprova detectores de metais nas escolas públicas da PB

Os deputados estaduais fizeram um esforço concentrado e limparam a pauta de votação da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (15). Foram aprovadas mais de 50 matérias, entre projetos de lei e medidas provisórias do Governo do Estado. Entre os projetos que passaram está o que determina a instalação obrigatória de detectores de metais nas entradas de todas as escolas estaduais da Paraíba, que é de autoria do deputado Janduhy Carneiro (PPS).

A aprovação aconteceu um dia depois de dois adolescentes armados invadirem uma escola em Cabedelo e dispararem tiros em sala de aula.

O projeto de Janduhy visa reduzir os índices de violência nas escolas, pois com os detectores pessoas armadas ficarão impedidas de entrar nas escolas. "O objetivo deste Projeto de Lei é oferecer aos alunos, professores e demais funcionários das escolas públicas do nosso Estado, maior segurança nas instituições de ensino", justifica o deputado no texto da matéria.
A matéria de autoria do deputado também determina que os gastos com a implantação dos detectores saíram do dotações orçamentárias da Secretaria de Educação. A lei só entra em vigor após a sanção do governador Ricardo Coutinho (PSB).

Araruna1

PB é o 2º estado do Nordeste em internações por fogos de artifício

Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (15) pelo Ministério da Saúde (MS) aponta a Paraíba como segundo Estado nordestino com os maiores índices de internações causadas por acidentes com fogos de artifício do país. No ranking, a Paraíba perde apenas para a Bahia, que registrou 296 hospitalizações. Segundo o levantamento, de janeiro de 2008 a abril de 2011, a Paraíba registrou 61 internações e a tendência, segundo os dados da Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, é que este número aumente ainda mais neste mês, durante os festejos de São João. Só nos últimos dois dias a UTQ recebeu quatro vítimas de queimaduras.
De acordo com o levantamento do Ministério da Saúde, os estados da Bahia (296 hospitalizações), São Paulo (289) e Minas Gerais (165) foram os que mais se destacaram no número de internações causadas por fogos de artifício no país. A pesquisa apontou, inclusive, que em média são registradas 100 internações durante o período de festas juninas nos Estados que cultivam a tradição e dados estatísticos do Hospital de Trauma também confirmam o aumento dessa demanda.
Segundo a coordenadora de enfermagem da UTQ, Sueli Pinheiro, todos os anos durante os meses de junho e julho, aumenta em pelo menos 40% a demanda de pacientes. Ano passado, porém, o mês de junho se destacou, com 181 atendimentos, um aumento de 79% do número de atendimento em relação ao mês de maio, que registrou 101 casos.
Para a coordenadora de enfermagem da UTQ, Sueli Pinheiro, o fato de 2010 ter sido um ano de Copa do Mundo influenciou bastante a elevação do número de queimados no ano. “Esses números refletem o momento de São João, mas também temos que considerar a Copa do Mundo, quando muitas pessoas soltam fogos de artifício e se queimam”, disse ela.
Segundo o Ministério da Saúde, no ano passado, 168 pessoas em todo o país foram internadas no período. Tendo em vista que entre os meses de junho e julho de 2010 foram notificados 320 casos de queimados na UTQ, onde cerca de 96 pessoas necessitaram de hospitalização no ano, um número abaixo da média nacional, que é de 100 internações no período.
De janeiro a abril do ano passado, a coordenadora de enfermagem Sueli Pinheiro também destacou que a UTQ realizou 468 atendimentos e o balanço de 2011 que a unidade possui, referente ao mesmo período de 2010, aponta redução de 45 casos. “Este ano temos 423 casos no primeiro quadrimestre”, disse.
Em 2010, a unidade especializada realizou 1.472 atendimentos de todos os tipos de queimaduras, dos quais cerca de 500 pessoas apresentaram um quadro mais grave e precisaram de hospitalização, ou seja, dos casos atendidos pela UTQ, 66% dos pacientes foram atendidos e liberados em seguida, e 34% das pessoas vítimas de queimaduras necessitaram de internação.
Em toda a Paraíba, no ano de 2010, conforme o Ministério da Saúde, 33 pessoas foram hospitalizadas só em função de acidentes provocados por fogos de artifício. O número computado pelo Ministério da Saúde no Estado é o maior desde 2008. Em todo o país, 1.382 pessoas foram internadas para tratamento de queimaduras por acidentes com fogos de artifício.
Mortes
Entre 1996 e 2009, conforme o MS, 122 pessoas morreram em acidentes por queima de fogos, no Brasil. A região Nordeste apresentou 48 óbitos e ficou com 39% dos casos registrados em todo o país, no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Em segundo lugar está a região Sudeste, com 41 óbitos (34% dos casos) e em terceiro está a região Sul, com 21 mortes (17%). O Centro-Oeste e o Norte registraram, juntos, 12 mortes, equivalentes a 10% dos casos. Pessoas com idade entre 30 e 39 anos representam 14,8% dos óbitos em todo o país.
Jornal da Paraíba

Afastar distrações na hora de comer pode ajudar a manter o peso

comerO segredo para manter o peso é simples. De acordo com pesquisas britânicas e americanas, divulgadas pelo jornal Daily Mail, basta não se distrair durante as refeições e se concentrar completamente no alimento. Comer dessa forma permite perceber as mensagens químicas que o corpo envia para mostrar que está satisfeito.
Um levantamento da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, constatou que os voluntários que se alimentaram sem prestar atenção ao que acontecia ao redor perderam uma média de três quilos durante o estudo.
Na Universidade de Bristol, na Inglaterra, 42 homens e mulheres receberam um almoço, sendo que metade jogou Paciência no computador enquanto saboreava as iguarias. Meia hora depois, todos ganharam biscoitos de chocolate e tiveram de lembrar o que haviam ingerido, na ordem correta. Os que se divertiram com o jogo de cartas se sentiram menos satisfeitos, comeram duas vezes mais bolachas e tiveram mais dificuldades no teste.
Acredita-se que a memória do que degustou desempenha um papel fundamental no amortecimento do apetite. Sendo assim, distrações impedem que as pessoas se lembrem com detalhes do cardápio e, portanto, as deixam com mais fome.
Comer muito rápido também provoca excessos. É que a digestão envolve uma complexa série de sinais hormonais entre o intestino e o sistema nervoso, e leva cerca de 20 minutos para que o cérebro registre que o corpo consumiu bastante.
Segundo o jornal Daily Mail, defensores da alimentação consciente aconselham mastigar lentamente e observar cor, cheiro, textura e sabor dos quitutes. Nem pense em se entreter com celular, TV, jornal. Reserve, pelo menos, 20 minutos para cada refeição. Quem acha difícil não devorar rapidamente o prato pode tentar segurar o garfo com a mão não-dominante.
Ponto a Ponto Ideias

Agora: Bandidos se entregam e reféns são liberados em Sousa

Três bandidos levaram a mulher de Marcelo da Kaizer e a empregada da casa, para dentro de um veículo Vectra na garagem da residência da mesma no Alto Capanema. E as fizeram como reféns.

Os meliantes estavam armados e apontando os revolver para a cabeça das vítimas.

várias viaturas e cerca de 30 policiais estiveram no local e realizaram negociação com os acusados.
O sujeito identificado como ''Jogador'' que é foragido da Colônia Penal de Sousa, foi um dos acusados que negociou a liberação das vítimas.
Os três acusados se entregaram e os reféns foram soltos.
VEJA OS VÍDEOS ABAIXOS:

VEJA O VÍDEO - BANDIDOS SE ENTREGARAM


Folhadosertao

Ação sem sucesso: Quatro homens explodem caixa eletrônico em S. J. de Espinharas


Mais uma explosão a caixa eletrônico foi registrada na madrugada desta quinta-feira (16). Dessa vez o delito aconteceu em São José de Espinharas.
Quatro homens detonaram com explosivos o caixa eletrônico do Bradesco d’aquela cidade. Os moradores acordaram assustados devido o estampido causado pela explosão.

Os bandidos porém não obtiveram sucesso, pois o compartimento da maquina onde fica guardado dinheiro não foi danificado.

Ao perceberem que lograram êxito na ação os elementos fugiram tomando destino ignorado. Os quatro homens estavam encapuzados no momento do crime. A polícia está em diligência na tentativa de localizar o quarteto criminoso.
Banco
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 Eduardo Rabêlo - Patosonline.com/Fotos - Agnelo Moura Santos