Os eleitores do Distrito Federal, depois de oito anos, voltam a escolher dois representantes ao Senado. São duas vagas a serem preenchidas na votação de outubro. Uma decisão importante que, agora, terá ajuda extra da urna eletrônica. O novo sistema obriga que apareçam na tela as fotos e os nomes dos suplentes ao Senado. Então, no momento da escolha para senador, serão divulgados três nomes e três fotos: do titular e do primeiro e do segundo substitutos. Dessa forma, o eleitor saberá bem o pacote que estará elegendo ao votar para aquela Casa Legislativa.
O eleitor da capital federal deve ficar mesmo atento na hora de votar — no DF, tornou-se comum suplente de senador assumir a vaga do titular. Exemplos disso são Valmir Amaral, Adelmir Santana (DEM) e Gim Argello (PTB). O primeiro assumiu quando Luiz Estevão (PMDB) foi cassado devido às denúncias de desvio de dinheiro de obra pública em São Paulo (veja quadro). Santana ganhou a vaga de Paulo Octávio, quando este se tornou vice-governador em 2007. Argello pegou carona, no mesmo ano, na renúncia de Joaquim Roriz, pressionado pela denúncias da Operação Aquarela do Ministério Público.
O novo procedimento foi definido na reforma eleitoral aprovada pelo Congresso no ano passado. Uma maneira de garantir mais transparência ao processo eleitoral, já que durante as campanhas são pouco divulgados os nomes dos suplentes ao Senado. Muita gente vota no candidato sem ter a menor ideia de quem são seus potenciais substitutos. “A escolha hoje do suplente no Senado é antidemocrática. Do jeito que está, abre a porta para que o financiador de campanha, que é quem geralmente pega essa vaga, assuma um mandato sem precisar passar pelo crivo popular, sem um voto sequer”, alerta o cientista político e professor da UnB Leonardo Barreto.
Segundo ele, não faz sentido divulgar os nomes e as fotos dos suplentes ao Senado somente na urna eletrônica, no momento do voto. “É preciso que a divulgação ocorra durante o período de propaganda eleitoral. O eleitor precisa ser esclarecido de que, ao votar num candidato ao Senado, ele está na prática votando numa chapa de três pessoas, formada pelo titular e pelos dois suplentes”, aponta Barreto.
Nessa eleição, também será obrigatória a presença das fotos dos candidatos a vice-governador e a vice-presidente da República. Antes, apareciam apenas os cabeças de chapa. Como o eleitor terá mais informações na tela para ler e checar, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) prepara uma campanha de instrução. O brasiliense poderá participar de simulação de voto em pontos da cidade, onde as urnas ficarão expostas, com orientação de técnicos do TRE. Os locais ainda serão divulgados.
Máquinas novas
Cerca de 90% das urnas eletrônicas do DF serão renovadas. São 5,5 mil equipamentos de última geração. A maioria das usadas até então tinha sido fabricada em 2002. Agora, foram trocados por modelos 2009. A principal diferença é a substituição dos disquetes por pen-drives, com 100 vezes mais capacidade. São mais seguros, menos frágeis e com maior espaço de armazenamento de dados.
As novas urnas já contam com a tecnologia de identificação biométrica (por impressão digital). No entanto, a inovação só valerá nas eleições de 2014. Por enquanto, o sistema de identificação usará o Título de Eleitor e a Carteira de Identidade. No item segurança, o equipamento terá uma luz específica para sinalizar que a urna está operando em caráter oficial. Se houver qualquer tentativa de violação, a luz se apaga indicando tentativa de fraude. “Estamos com a Ferrari da Justiça eleitoral”, brinca o secretário de tecnologia da informação do TRE-DF, Ricardo Negrão.
Para agilizar o processo de envio de dados para a central de apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), serão dobrados os pontos de transmissão no DF. De 60, passarão para cerca de 120. O TRE-DF também pretende inovar no envio de informações das zonas rurais. Em vez de transportar os pen-drives de volta para as áreas urbanas, repassará as informações apuradas de lá mesmo por meio de tecnologia 3G. Com essas mudanças, o TRE-DF espera ser o primeiro do país a encerrar a apuração nas eleições de outubro. “Não será uma corrida maluca. Queremos ser os primeiros, mas sem abrir mão da segurança e da transparência”, afirma Ricardo Negrão. As urnas antigas custavam R$ 2,1 mil cada. As novas são mais baratas. Saíram por R$ 1,2 mil e foram compradas e distribuídas pelo TSE.
300 mil vão mudar de seção
Milhares de pessoas no Distrito Federal serão transferidas de ponto de votação. Diversas seções ultrapassaram a capacidade de eleitores e, por isso, o TRE terá de realizar um rezoneamento eleitoral. O excedente de eleitores atinge 96 locais de votação, que precisarão ser desmembrados. Com isso, estima-se que 300 mil brasilienses vão votar em um lugar diferente em outubro. O TRE-DF garante que, quando estiver concluído o remanejamento, serão divulgadas amplamente as mudanças, o que deve ocorrer nas próximas semanas.
A capital federal tem hoje cerca 1,8 milhão de eleitores. O número aumentou em cerca de 200 mil desde a eleição de 2006. Também cresceu o eleitorado brasileiro que mora no exterior. Esse cadastro é de responsabilidade do TRE-DF. São aproximadamente 200 mil espalhados por 107 países. Urnas eletrônicas serão enviadas a esses locais por meio do Ministério das Relações Exteriores. Mas, nesse caso, só se pode votar para presidente da República.
Documento original
Nesta votação, será exigida a apresentação do documento original do Título de Eleitor e da Carteira de Identidade. Os dois juntos. Nas eleições passadas, era permitido à pessoa que comparecesse à seção votar sem o título, apenas com uma identificação. Agora, isso não será mais possível. Quem perdeu o documento deve pedir a segunda via no cartório eleitoral até setembro. Um exército de pessoas será convocado a trabalhar no pleito. A previsão é chamar de 27 mil mesários.
Empregado pode ter estabilidade após férias, licença ou afastamento
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara aprovou projeto que prevê a concessão de estabilidade no emprego por três meses (90 dias) aos trabalhadores após o retorno de férias, licença-maternidade ou afastamento involuntário não inferior a 30 dias. De acordo com a proposta, aprovada na última quarta-feira, a medida é válida para os funcionários regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
O projeto será analisado ainda pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) antes de seguir para o plenário. O texto também terá de ser aprovado pelo Senado para ser levado à sanção presidencial. Na avaliação do deputado Sandes Júnior (PP-GO), autor do projeto, ao tirar férias o trabalhador resguarda a saúde física e mental. "É comum, no entanto, que os trabalhadores, ao retornarem ao trabalho após o período de férias ou de afastamento, por motivos alheios à sua vontade, sejam surpreendidos pela demissão", anotou. "A rescisão do contrato de trabalho nesse contexto revela-se injusta, porque apanha o trabalhador de surpresa e num momento de extrema fragilidade", defendeu Sandes Júnior.
Relator do projeto na comissão, o deputado Paulo Rocha (PT-PA) afirmou, durante a votação do texto, ser fundamental garantir ao trabalhador que usufrui de suas férias, ou que é afastado do trabalho por motivo involuntário, "a tranquilidade de saber que não será demitido tão logo retorne à empresa". O projeto prevê ainda que, caso o funcionário fracione o período de férias, a estabilidade prevista será aplicada apenas ao fim do primeiro período de recesso. "De tal forma, será evitado que o trabalhador goze de dois ou três períodos de estabilidade durante um mesmo ano", explicou o petista.
A proposta determina também que a estabilidade de três meses, prevista no projeto, não pode revogar outra estabilidade mais favorável ao trabalhador, como por exemplo, a permanência de 12 meses garantida por lei para funcionários vítimas de acidentes de trabalho.
O texto original, do deputado Sandes Júnior, previa que o empregador que descumprisse a nova regra seria obrigado a pagar a multa rescisória em dobro, mas o relator suprimiu esse artigo do projeto. Na avaliação de Rocha, ao permitir que o empregador demita o funcionário com a condição de que pague a multa dobrada, o propósito de garantir a estabilidade do trabalhador perde o sentido.
O projeto será analisado ainda pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) antes de seguir para o plenário. O texto também terá de ser aprovado pelo Senado para ser levado à sanção presidencial. Na avaliação do deputado Sandes Júnior (PP-GO), autor do projeto, ao tirar férias o trabalhador resguarda a saúde física e mental. "É comum, no entanto, que os trabalhadores, ao retornarem ao trabalho após o período de férias ou de afastamento, por motivos alheios à sua vontade, sejam surpreendidos pela demissão", anotou. "A rescisão do contrato de trabalho nesse contexto revela-se injusta, porque apanha o trabalhador de surpresa e num momento de extrema fragilidade", defendeu Sandes Júnior.
Relator do projeto na comissão, o deputado Paulo Rocha (PT-PA) afirmou, durante a votação do texto, ser fundamental garantir ao trabalhador que usufrui de suas férias, ou que é afastado do trabalho por motivo involuntário, "a tranquilidade de saber que não será demitido tão logo retorne à empresa". O projeto prevê ainda que, caso o funcionário fracione o período de férias, a estabilidade prevista será aplicada apenas ao fim do primeiro período de recesso. "De tal forma, será evitado que o trabalhador goze de dois ou três períodos de estabilidade durante um mesmo ano", explicou o petista.
A proposta determina também que a estabilidade de três meses, prevista no projeto, não pode revogar outra estabilidade mais favorável ao trabalhador, como por exemplo, a permanência de 12 meses garantida por lei para funcionários vítimas de acidentes de trabalho.
O texto original, do deputado Sandes Júnior, previa que o empregador que descumprisse a nova regra seria obrigado a pagar a multa rescisória em dobro, mas o relator suprimiu esse artigo do projeto. Na avaliação de Rocha, ao permitir que o empregador demita o funcionário com a condição de que pague a multa dobrada, o propósito de garantir a estabilidade do trabalhador perde o sentido.
A UM PASSO DO PARAÍSO: Administrando o tempo a favor, Maranhão poderá ter Daniella Ribeiro na vice e confirmar Wellington Roberto como candidato a senador

Quem acompanha este blog sabe que o último artigo que escrevi foi ontem as 1h29m. A segunda tinha sido normal, mas já no finalzinho da noite fui acionado para uma missão possível.
Antes de abordar a segunda feira em tela, cheguei neste final de semana a conclusão que o jogo da disputa ao Senado foi zerado, como se fosse uma luta de boxe e o cronometro tivesse sido congelado.
Efraim Morais não acreditava que o rastro de miguelitos pudesse ser rastreado e foi pego de surpresa pelas duas primeiras denunciantes de uma série que dizem ter 120 nomes na fila de espera.
De uma hora para outra caiu em desgraça e tem gente fazendo até sinal da cruz quando falam em seu nome.
Sentindo cheiro de enxofre, Cássio se movimentou no sentido de articular futuros substitutos. Falou com Ney, ligou e esteve com Wellington Roberto no finalzinho da noite da segunda.
Volto agora ao artigo que escrevi. Falei do tempo e da falta dele para ilustrar a facilidade com que os políticos avançam e retroagem numa máquina do tempo particular.
Ricardo avançou no tempo quando se aliou a Cássio e Efraim, mas jogou para debaixo do tapete os conceitos que tinha sobre ambos, acusados por ele como integrantes de uma quadrilha.
Cássio volta no tempo para jogar sua lábia e fazer Wellington Roberto voltar a acreditar que pode ser seu parceiro na chapa de Ricardo. Se aceitar, Wellington avança no tempo fingindo que a vida não tem passado e que ele nunca disse o que disse sobre Ricardo.
Segunda à noite Wellington não esteve com Maranhão por conflito de agenda e certo incidente cerimonial. Mas esteve com Cássio por educação, por pura educação.
Se das conversas que teve com Maranhão de concreto nada existe, a não ser a possibilidade de ser vice (o que descarta) ou candidato a senador, do papo rápido com Cássio nada andou e nem poderia, pois o ex-governador rejeita o papel de coveiro de Efraim que o Coletivo RC quer lhe dá.
É como se o tempo tivesse travado e alguém precisasse resetar a memória coletiva.
Não acredito nas loas de Cássio, ele fez sua opção quando virou um dos três mosqueteiros com Ricardo e Efraim e agora o destino deles virou um só. Juntos ascendem ou afundam.
O tempo não pára, mas os fatos andam mais rápidos do que as versões. Efraim não abrirá mão da candidatura ao Senado, acredita que Cássio saberá conduzir-lhe no nevoeiro como fez com Cícero.
O problema é que Cícero é carismático e Efraim antipático. A confraria era uma coisa distante para o dia a dia da população; já ficar com 95% do salário de uma jovem estudante é como tomar pirulito de criança na porta de escola: ninguém perdoa.
Se Daniella ou Wellington se integrarem a chapa de Ricardo vão se lambuzar e acabar contaminados pela metástase que se alastra.
Digo sem medo de errar: ambos estarão sob a blindagem do manto do campo popular, cerrando fileiras por um Brasil que avança e quer varrer para o lixo a sujeira que está debaixo do tapete e que tem sujado a ficha de muita gente.
PR e PP somam seis minutos de guia e a preço de hoje são as melhores opções para vice e senador, respectivamente, da chapa encabeçada por José Maranhão e que tem Dilma como postulante a presidência. Todos sob recomendação de Lula.
Cá pra nós: Ricardo perdeu o verniz. Sua derrota no primeiro turno está por um triz. É o que eu penso, Essa é minha tese. E a sua?
Blogdodercio
Governo da PB inicia pagamento do salário de maio nesta sexta-feira
O secretário da Administração do Estado, Antonio Fernandes Neto, confirmou para esta sexta-feira (28), o início do pagamento da folha de pessoal do mês de maio, com liberação dos proventos dos aposentados, pensionistas. A conclusão será na segunda-feira (31), com o pagamento do salário aos demais servidores da administração estadual, seguindo o calendário estabelecido para os dois últimos dias úteis de cada mês.
De acordo com o secretário, o pagamento da folha dentro do mês trabalhado é uma determinação do governador José Maranhão, em cumprimento a uma das metas prioritárias de sua administração, que é o respeito e valorização ao funcionalismo público estadual.
“O pagamento da folha dentro do mês trabalhado faz parte integrante da política de valorização do servidor e respeito aos que fazem à administração estadual, inserida dentro de um conjunto de ações voltadas para retomada do desenvolvimento da Paraíba e o equilíbrio da máquina administrativa estadual, que estão sendo implementadas pelo governador José Maranhão”, afirmou o secretário.
Antônio Fernandes informou que os recursos para o pagamento do salário de maio do funcionalismo público estadual já estão garantidos e serão liberados pela Secretaria de Finanças do Estado, de forma que os proventos dos aposentados e pensionistas serão creditados a zero da sexta-feira; e dos demais funcionários, na zero hora segunda-feira.
O início do calendário de pagamento da folha de pessoal pelos aposentados e pensionistas que vem ocorrendo desde o último mês de janeiro, conforme relembrou o secretário, também é uma determinação do governador José Maranhão, que em atenção especial aos que dedicaram anos de prestação de serviços à Paraíba, decidiu antecipar o pagamento em um dia, para atender melhor àqueles que tanto se dedicaram ao Estado, que contam agora com um dia exclusivo para que possam receber seus proventos, sem tumultos e filas, com um atendimento preferencial.
Da Secom PB
Propaganda extemporânea: justiça acata parecer do Ministério Público Eleitoral e julga procedente denuncia do PSDC contra Ricardo Coutinho

Uma decisão do juiz auxiliar Rodrigo Marques da Silva Lima acatou, na noite desta terça-feira (25), o parecer do Ministério Público contra o pré-candidato do PSB, Ricardo Vieira Coutinho, por propaganda extemporânea durante a realização do II Encontro das Oposições em CG.
Na ação, o PSDC diz que no II encontro das Oposições realizado em 17 de abril, no Parque Ivandro Cunha Lima, teria sido observado propaganda extemporânea em favor do pré-candidato Ricardo Coutinho e Cássio Cunha Lima. Ainda denunciou o PSDC que no encontro foi distribuído material de propaganda da Prefeitura de João Pessoa e a distribuição de camisetas laranjas.
Leia a conclusão do relatório do MPE que foi acatado pela justiça
Pelas provas carreadas aos autos, verificasse que o evento realizado não se limitou a discutir projetos políticos ou plataforma de governo. Pelo contrário, estou evidente, ainda que em caráter subliminar, a prática de propaganda eleitoral antecipada, com discursos proferidos pelo representados e por terceiro em seu favor. Os autos demonstram que o ato foi aberto ao público e com transmissão ao vivo por rádio estranha a realização do evento sem qualquer caráter isonômico, ou seja, o evento com nítido foco na promoção pessoal do representado como sendo o mais apto ao exercício da função pública.
Conclusão, isto posto, o Ministério Publico Eleitoral manifesta-se pelo provimento da representação condenando-se o representado nas sanções previstas no Inciso 3º do Art 36 da Lei 9.504/97.
João Pessoa, 13 de maio
Victor Carvalho Verggi

ClickPB
Na ação, o PSDC diz que no II encontro das Oposições realizado em 17 de abril, no Parque Ivandro Cunha Lima, teria sido observado propaganda extemporânea em favor do pré-candidato Ricardo Coutinho e Cássio Cunha Lima. Ainda denunciou o PSDC que no encontro foi distribuído material de propaganda da Prefeitura de João Pessoa e a distribuição de camisetas laranjas.
Leia a conclusão do relatório do MPE que foi acatado pela justiça
Pelas provas carreadas aos autos, verificasse que o evento realizado não se limitou a discutir projetos políticos ou plataforma de governo. Pelo contrário, estou evidente, ainda que em caráter subliminar, a prática de propaganda eleitoral antecipada, com discursos proferidos pelo representados e por terceiro em seu favor. Os autos demonstram que o ato foi aberto ao público e com transmissão ao vivo por rádio estranha a realização do evento sem qualquer caráter isonômico, ou seja, o evento com nítido foco na promoção pessoal do representado como sendo o mais apto ao exercício da função pública.
Conclusão, isto posto, o Ministério Publico Eleitoral manifesta-se pelo provimento da representação condenando-se o representado nas sanções previstas no Inciso 3º do Art 36 da Lei 9.504/97.
João Pessoa, 13 de maio
Victor Carvalho Verggi

ClickPB
Macaíba, Currais Novos e Caicó preparam Paradas Gays
Pela paz e contra a homofobia, a comunidade LGBT de Macaíba está preparando a 1ª Parada Gay do município.Será no próximo domingo, a partir das 14h, com saída de frente ao Ginásio de Esportes Edílson de Albuquerque Bezerra em direção ao Largo do Palácio Auta de Sousa (prefeitura municipal).
Todo o cortejo será animado por muita música eletrônica, bandas e performances artísticas.
Os organizadores do evento estimam que cerca de 4 mil pessoas participem da Parada Gay. Caravanas de João Pessoa, Assú, Mossoró Caicó, Currais Novos e Natal já confirmaram presença.
Na noite de ontem, 24, a comissão foi recebida pelo vereador Eduardo Santos para os acertos finais da programação.
Para quem não sabe a organização esclarece: LGBT é a sigla correspondente ao grupo de lésbicas, gays, bissexuais e travestis.
Outras Paradas
- Na cidade de Currais Novos também está sendo preparada a Parada Gay do município. Bem como em Caicó. Os eventos deverão acontecer brevemente. Com datas que serão pré-anunciadas. Tudo coordenado pelo LGBT.
Polícia ouve ex-assessora e irmã de Efraim

Será realizado na próxima quinta-feira (27), às 15h, o depoimento de Mônica da Conceição Bicalho, ex-assessora do senador Efraim Morais (DEM-PB), e de sua irmã Kátia Regina Bicalho. Elas devem ser ouvidas na Delegacia da Polícia do Senado Federal, localizada no subsolo do Anexo II, segundo o diretor da Secretaria de Polícia, Pedro Araújo Carvalho.
Mônica Bicalho é citada como responsável pela contratação das irmãs Kelly e Kelriany Nascimento da Silva, sem conhecimento de ambas. Kelriany relatou à imprensa ter descoberto que era funcionária do Senado ao tentar abrir uma conta bancária. Na conta teriam sido depositados R$ 3,8 mil por mês - valor que seria movimentado, sem seu conhecimento, por Mônica Bicalho.
Segundo as irmãs, Mônica Bicalho lhes teria oferecido ajuda para custear seus estudos e anotado seus dados pessoais. Na terça-feira (18), quando a denúncia veio a público, Efraim pediu à Diretoria-Geral a exoneração de Kelly e Kelriany.
Agora, a Polícia do Senado quer saber o que Mônica e sua irmã Kátia, também envolvida na denúncia, têm a dizer sobre a acusação. No momento, os policiais estão analisando a documentação sobre o caso enviada pela Diretoria de Recursos Humanos.
Agência Senado
Mônica Bicalho é citada como responsável pela contratação das irmãs Kelly e Kelriany Nascimento da Silva, sem conhecimento de ambas. Kelriany relatou à imprensa ter descoberto que era funcionária do Senado ao tentar abrir uma conta bancária. Na conta teriam sido depositados R$ 3,8 mil por mês - valor que seria movimentado, sem seu conhecimento, por Mônica Bicalho.
Segundo as irmãs, Mônica Bicalho lhes teria oferecido ajuda para custear seus estudos e anotado seus dados pessoais. Na terça-feira (18), quando a denúncia veio a público, Efraim pediu à Diretoria-Geral a exoneração de Kelly e Kelriany.
Agora, a Polícia do Senado quer saber o que Mônica e sua irmã Kátia, também envolvida na denúncia, têm a dizer sobre a acusação. No momento, os policiais estão analisando a documentação sobre o caso enviada pela Diretoria de Recursos Humanos.
Agência Senado
Mesmo após escândalo, funcionária fantasma do gabinete de Efraim continua recebendo salário
O gabinete garantiu que as servidoras fantasmas já tinham sido exoneradas
Uma semana após denunciar esquema de contratação irregular no Senado, a funcionária fantasma Kelly Janaína Nascimento da Silva, 28 anos, continua recebendo salário. Na noite da última sexta-feira, data de pagamento dos funcionários, o Senado depositou R$ 3.804,04 na conta aberta em nome de Kelly, na Caixa Econômica Federal. Apesar de o gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB) garantir que as servidoras fantasmas já tinham sido exoneradas, Kelly e a irmã Kelriany Nascimento da Silva, 32 anos, permanecem no quadro de funcionários da Casa. Mas diferentemente de Kelly que recebeu o salário na íntegra sem nenhum mecanismo de suspensão, Kelriany teve o benefício proporcional do mês de maio estornado da conta. O valor de R$ 1.418,78 ficou bloqueado durante o fim de semana e liberado apenas ontem, como mostram os extratos bancários da estudante.
Kelriany está lotada no Serviço Central de Atendimento ao Usuário e Kelly permanece no gabinete de Efraim. Segundo a assessoria de Comunicação do Senado não houve publicação de ato de exoneração e as funcionárias fantasmas “não serão demitidas porque estão em processo de sindicância”. O pagamento integral do salário de Kelly, segundo a assessoria, pode ser “algum erro” e o valor será estornado porque o salário do mês de maio deveria estar suspenso. Enquanto a Polícia Legislativa não concluir o inquérito, as funcionárias fantasmas “permanecerão com vínculo, mas sem vencimentos”. Mônica da Conceição Bicalho, a suposta intermediária da contratação das duas irmãs, também permanece no Senado e terá o salário estornado de sua conta.
O advogado das estudantes, Geraldo Faustino, questiona a explicação do Senado para o suposto bloqueio do vencimento das funcionárias fantasmas. “Se elas estivessem agindo de má-fé teriam sacado esse dinheiro. A conta só não foi movimentada desta vez porque Kelly e Kelriany revogaram as procurações de Kátia da Conceição Bicalho, que movimentava a conta há um ano.” Kátia é irmã de Mônica.
Se tivessem sido exoneradas no dia 18, as funcionárias fantasmas poderiam ter recebido acerto de rescisão superior a R$ 10 mil, sem nunca terem trabalhado para o Senado. Só em 2009, a Casa gastou R$ 5.655 em auxílio alimentação para cada uma das comissionadas fantasmas.
Investigação
O diretor-geral do Senado, Haroldo Tajra, designou dois servidores para investigar a nomeação e a identidade funcional de Kelly e Kelriany. Eles também vão apurar “eventual cometimento de infrações disciplinares por servidores da Casa”. A Polícia do Senado deve instaurar o inquérito que vai investigar o caso amanhã.
O escândalo envolvendo a contratação de funcionárias fantasmas no gabinete do senador Efraim teve início quando Kelriany foi abrir uma conta no Banco do Brasil e descobriu que era servidora do Senado. A contratação fraudulenta teria ocorrido graças à procuração assinada pelas irmãs a Kátia da Conceição Bicalho, irmã de Mônica. Kelly e Kelriany deram aval para que Kátia movimentasse conta-corrente para depósito de suposta ajuda de custo de R$ 100. Investigação do Senado descobriu, no entanto, que além de Kátia e Mônica, um contínuo do gabinete de Efraim também participou da fraude. Gilberto Rocha da Mota tomou posse no lugar das estudantes. Elas vão prestar depoimento na próxima quinta-feira.
Do Correio Braziliense
Uma semana após denunciar esquema de contratação irregular no Senado, a funcionária fantasma Kelly Janaína Nascimento da Silva, 28 anos, continua recebendo salário. Na noite da última sexta-feira, data de pagamento dos funcionários, o Senado depositou R$ 3.804,04 na conta aberta em nome de Kelly, na Caixa Econômica Federal. Apesar de o gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB) garantir que as servidoras fantasmas já tinham sido exoneradas, Kelly e a irmã Kelriany Nascimento da Silva, 32 anos, permanecem no quadro de funcionários da Casa. Mas diferentemente de Kelly que recebeu o salário na íntegra sem nenhum mecanismo de suspensão, Kelriany teve o benefício proporcional do mês de maio estornado da conta. O valor de R$ 1.418,78 ficou bloqueado durante o fim de semana e liberado apenas ontem, como mostram os extratos bancários da estudante.
Kelriany está lotada no Serviço Central de Atendimento ao Usuário e Kelly permanece no gabinete de Efraim. Segundo a assessoria de Comunicação do Senado não houve publicação de ato de exoneração e as funcionárias fantasmas “não serão demitidas porque estão em processo de sindicância”. O pagamento integral do salário de Kelly, segundo a assessoria, pode ser “algum erro” e o valor será estornado porque o salário do mês de maio deveria estar suspenso. Enquanto a Polícia Legislativa não concluir o inquérito, as funcionárias fantasmas “permanecerão com vínculo, mas sem vencimentos”. Mônica da Conceição Bicalho, a suposta intermediária da contratação das duas irmãs, também permanece no Senado e terá o salário estornado de sua conta.
O advogado das estudantes, Geraldo Faustino, questiona a explicação do Senado para o suposto bloqueio do vencimento das funcionárias fantasmas. “Se elas estivessem agindo de má-fé teriam sacado esse dinheiro. A conta só não foi movimentada desta vez porque Kelly e Kelriany revogaram as procurações de Kátia da Conceição Bicalho, que movimentava a conta há um ano.” Kátia é irmã de Mônica.
Se tivessem sido exoneradas no dia 18, as funcionárias fantasmas poderiam ter recebido acerto de rescisão superior a R$ 10 mil, sem nunca terem trabalhado para o Senado. Só em 2009, a Casa gastou R$ 5.655 em auxílio alimentação para cada uma das comissionadas fantasmas.
Investigação
O diretor-geral do Senado, Haroldo Tajra, designou dois servidores para investigar a nomeação e a identidade funcional de Kelly e Kelriany. Eles também vão apurar “eventual cometimento de infrações disciplinares por servidores da Casa”. A Polícia do Senado deve instaurar o inquérito que vai investigar o caso amanhã.
O escândalo envolvendo a contratação de funcionárias fantasmas no gabinete do senador Efraim teve início quando Kelriany foi abrir uma conta no Banco do Brasil e descobriu que era servidora do Senado. A contratação fraudulenta teria ocorrido graças à procuração assinada pelas irmãs a Kátia da Conceição Bicalho, irmã de Mônica. Kelly e Kelriany deram aval para que Kátia movimentasse conta-corrente para depósito de suposta ajuda de custo de R$ 100. Investigação do Senado descobriu, no entanto, que além de Kátia e Mônica, um contínuo do gabinete de Efraim também participou da fraude. Gilberto Rocha da Mota tomou posse no lugar das estudantes. Elas vão prestar depoimento na próxima quinta-feira.
Do Correio Braziliense
Prefeito aliado de Cícero anuncia apoio a Maranhão
O prefeito de Mulungu, José Leonel (PSDB), ligado ao senador Cícero Lucena, anunciou nesta segunda-feira apoio ao governador José Maranhão. O prefeito foi recebido em audiência na granja Santana, oportunidade em que entregou ao governador uma pauta de reivindicações do seu município. Ele estava acompanhado do deputado Raniery Paulino (PMDB).
O prefeito pediu ao governador o asfaltamento da estrada Mulungu/Alagoinha, o abastecimento d`água do conjunto Leolândia, além de outros benefícios como transporte escolar, creches e unidades de saúde para o seu município. “O governador acolheu os nossos pedidos que são importantes para o nosso município”, disse José Leonel.
Sobre o seu apoio ao projeto de reeleição do governador José Maranhão, ele disse que a decisão já está tomada. José Leonel acrescentou que não somente ele, mas todo o seu grupo político vai votar em Maranhão. Os que lhe acompanham são os vereadores Nelson Rufino, Luis Ribeiro, George Pereira, Zezé e os ex-prefeitos Antônio Benício e Leonel de Moura, este último pai do atual prefeito.
Ele revelou que para deputado estadual seu compromisso é de votar em Raniery Paulino. Para deputado federal votará em Wellington Roberto e para senador ainda não tem uma posição definida. O prefeito de Mulungu disse que comunicou ao senador Cícero Lucena que iria se encontrar com o governador José Maranhão. “Eu comuniquei a ele a minha vinda para falar com o governador”.
Do Lana Caprina
O prefeito pediu ao governador o asfaltamento da estrada Mulungu/Alagoinha, o abastecimento d`água do conjunto Leolândia, além de outros benefícios como transporte escolar, creches e unidades de saúde para o seu município. “O governador acolheu os nossos pedidos que são importantes para o nosso município”, disse José Leonel.
Sobre o seu apoio ao projeto de reeleição do governador José Maranhão, ele disse que a decisão já está tomada. José Leonel acrescentou que não somente ele, mas todo o seu grupo político vai votar em Maranhão. Os que lhe acompanham são os vereadores Nelson Rufino, Luis Ribeiro, George Pereira, Zezé e os ex-prefeitos Antônio Benício e Leonel de Moura, este último pai do atual prefeito.
Ele revelou que para deputado estadual seu compromisso é de votar em Raniery Paulino. Para deputado federal votará em Wellington Roberto e para senador ainda não tem uma posição definida. O prefeito de Mulungu disse que comunicou ao senador Cícero Lucena que iria se encontrar com o governador José Maranhão. “Eu comuniquei a ele a minha vinda para falar com o governador”.
Do Lana Caprina
Homem morre após receber golpe de faca em Várzea
O agricultor Sebastião Juracy de Morais, Conhecido como “Sebastião Marcanã”, de 40 anos, foi morto a golpe de faca na tarde desta segunda-feira (24) por volta das 13h20min em Várzea.
De acordo com as informações Sebastião estava no centro da cidade, sentado ao lado de amigo próximo ao mercado público, quando foi surpreendido pelo acusado Juvenal Alves de Araújo de 48 anos, que desferiu um golpe de faca peixeira no tórax da vítima, atingindo-a na altura do peito esquerdo, perfurando o coração e pulmão, segundo consta em laudo médico, e em seguida fugiu em uma moto de cor azul. O motivo do crime teria sido uma discussão entre os dois minutos antes.
Sebastião Juracy de Morais recebeu socorro mais não resistiu aos ferimentos e veio a óbito a caminho da cidade de Santa Luzia. A policia foi acionada e após a realização de buscas o acusado foi detido na zona rural da cidade de São João do Sabugi-RN, e em seguida encaminhado para a delegacia.
_ Da Redação Epitácio Germano/Jefte Morais
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