Apesar do número alto, houve uma queda em relação a 2007 tanto no número absoluto quando no índice. Na ocasião, o déficit era de 112.569, o equivalente a 11% do total. A queda foi de apenas 0,6% em números absolutos.
Porém, se forem comparados os números de 2011 para 2012, a queda foi bem maior. Em 2011 o déficit chegou a 122.485 domicílios, quase 10 mil a mais que em 2012. O índice era de 10,3%.
No detalhamento dos componentes do déficit habitacional, a pesquisa encontrou, em 2012, precaridade (rústicos ou improvisados) em 16.507 domicílios. Além disso, foram 47.095 com coabitação (famílias conviventes com a intenção de se mudar ou residentes em cômodos), 44.015 com ônus excedente de aluguel e 5.502 com adensamento excessivo em imóveis locados (aqueles com mais de três habitantes utilizado o mesmo cômodo).
Em relação a 2007, houve queda na precaridade (20.425 na ocasião), na coabitação (59.373) e no adensamento (8.550). Apenas o ônus excedente de aluguel teve um aumento. O total, em 2007, era de 26.121.
Fonte: G1PB