Além do tradicional Rolls Royce presidencial que desfilará com a futura presidente Dilma Rousseff, os amantes de carros poderão conferir na cerimônia de amanhã, em Brasília, mais uma relíquia automobilística: um Cadillac preto, conversível, de 1968. Este será o modelo que conduzirá o vice-presidente Michel Temer durante a solenidade de posse. O locatário e propriedade, Fernando Antônio Marques, deixará seu veículo à disposição da Presidência da República por até quatro dias pelo valor de R$ 4 mil.
O modelo Deville (conversível) foi projetado para atender as normas de emissão de gases do governo que entraram em vigor no ano de 1968 e é considerado um clássico americano. No cinema, a linha da Cadillac figurou como o sonho e a realização de consumo de diversos protagonistas. O cantor e ator Elvis Presley, por exemplo, era um dos fãs do modelo que marcou gerações.
Mas o governo brasileiro não se preocupou apenas com o conforto e majestade dos dois principais políticos do Brasil nos próximos quatro anos. No último dia 29 o órgão comprometeu R$ 500 mil para a locação de veículos que “devem atender as necessidades de transporte de autoridades estrangeiras e suas comitivas, por ocasião da posse presidencial".
Se meu Rolls Royce falasse
Poucos conseguiram acompanhar todas as solenidades de posse nas últimas décadas. A origem do Rolls Royce presidencial é cheia de histórias, que se tornaram lendas. Por muito tempo, dizia-se que o carro fora um presente da rainha Elizabeth II, da Inglaterra. Outros diziam que um grupo de empresários cafeeiros havia dado o veículo de presente ao presidente Getúlio Vargas, primeiro a utilizá-lo. Vargas teria doado o carro à Presidência da República.
O fato é que o Rolls Royce presidencial desfilou não só com presidentes brasileiros, como também o ex-presidente peruano, general Manoel Odria, o ex-presidente francês Charles de Gaulle e a rainha da Inglaterra, Elizabeth II. A relíquia é uma verdadeira testemunha da história do país. O suntuoso modelo Silver Wraith (Espectro de Prata) conversível serve à presidência da República há pelo menos cinco décadas.
Contas Abertas
O modelo Deville (conversível) foi projetado para atender as normas de emissão de gases do governo que entraram em vigor no ano de 1968 e é considerado um clássico americano. No cinema, a linha da Cadillac figurou como o sonho e a realização de consumo de diversos protagonistas. O cantor e ator Elvis Presley, por exemplo, era um dos fãs do modelo que marcou gerações.
Mas o governo brasileiro não se preocupou apenas com o conforto e majestade dos dois principais políticos do Brasil nos próximos quatro anos. No último dia 29 o órgão comprometeu R$ 500 mil para a locação de veículos que “devem atender as necessidades de transporte de autoridades estrangeiras e suas comitivas, por ocasião da posse presidencial".
Se meu Rolls Royce falasse
Poucos conseguiram acompanhar todas as solenidades de posse nas últimas décadas. A origem do Rolls Royce presidencial é cheia de histórias, que se tornaram lendas. Por muito tempo, dizia-se que o carro fora um presente da rainha Elizabeth II, da Inglaterra. Outros diziam que um grupo de empresários cafeeiros havia dado o veículo de presente ao presidente Getúlio Vargas, primeiro a utilizá-lo. Vargas teria doado o carro à Presidência da República.
O fato é que o Rolls Royce presidencial desfilou não só com presidentes brasileiros, como também o ex-presidente peruano, general Manoel Odria, o ex-presidente francês Charles de Gaulle e a rainha da Inglaterra, Elizabeth II. A relíquia é uma verdadeira testemunha da história do país. O suntuoso modelo Silver Wraith (Espectro de Prata) conversível serve à presidência da República há pelo menos cinco décadas.
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