Após a denúncia de que teria contratado um primo, para trabalhar no I Censo do Legislativo em visita a 20 municípios paraibanos no valor de R$ 10 mil, realizado pelo Interlegis, em 2005, quando liderava o programa e a primeira-secretaria do Senado, o senador Efraim Morais é alvo mais uma denúncia.
Desta vez, o presidente do Democratas na Paraíba integra a lista dos cinco parlamentares que gastaram mais de R$ 2 mil com combustíveis durante recesso parlamentar deste ano, quando o Congresso Nacional não realizou uma sessão sequer.
De acordo com o Congresso em Foco, o senador paraibano, pediu ressarcimento no valor de R$ 2.853,00 com despesas de cobustíveis. Os outros senadores que ultrapassaram a estimativa dos R$ 2 mil reais são Neuto de Conto (PMDB-SC), que pediu o reembolso de R$ 6.912,69; Tião Viana (PT-AC), que foi ressarcido em R$ 4.792,40; Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que recebeu R$ 3.594,99; Marconi Perillo (PSDB-GO), que obteve o retorno de R$ 2.982,66.
Ainda segundo o Congresso em Foco, o Senado desembolsou até agora R$ 332.968,22 para ressarcir despesas de 40 dos 81 senadores em janeiro. O montante daria para “viajar de carro 33 vezes entre as duas capitais mais distantes do país, Porto Alegre (RS) e Boa Vista (RR), distantes 5,34 mil km, cruzar o diâmetro da Terra 13 vezes ou, ainda, dar três vezes voltas em torno do planeta, com seus 40 mil km de circunferência”.
Congresso em Foco