Sebrae faz concurso para analista


O Sebrae Nacional está selecionando profissionais de nível superior para o cargo de Analista Técnico. Serão oferecidas três vagas para profissionais de várias áreas de conhecimento. As inscrições custam R$ 100,00 e podem ser realizadas no endereço www.fapetec.org/sebrae/br/sebrae_nacional/ até o dia 9 de maio.

Podem se candidatar profissionais das áreas de Tecnologia da Informação, Relações Públicas, Administração de Empresas, Economia, Ciências Políticas, Ciências Sociais e Relações Internacionais com pós-graduação completa. Os salários são de R$ 7.088,39.

É exigida experiência comprovada de, no mínimo, 6 meses de trabalho como profissional de nível superior atuando com definição e especificação de fluxos de negócios, elaboração de documentos de especificação de software, revisão de testes de software e gestão de projetos de software. Em alguns casos, também é exigida atuação em gestão de projetos de cooperação internacional, negociações internacionais, articulação institucional e conhecimentos avançados em espanhol ou inglês.

Realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino, Tecnologia e Cultura (Fapetec), o processo seletivo será composto por três etapas, sendo a primeira análise curricular, de caráter eliminatório. A segunda fase, eliminatória e classificatória, avaliará conhecimentos específicos dos candidatos por meio de aplicação de provas objetiva e discursiva. Por último, os dez primeiros candidatos classificados farão a prova técnica-situacional para avaliar competências específicas do cargo.

Os selecionados vão trabalhar na sede do Sebrae Nacional, em Brasília (DF). A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

Entre os benefícios oferecidos estão assistência médica e odontológica, plano de previdência privada, vale-transporte, auxílio alimentação, auxílio refeição, seguro de vida e educação para filhos.

JP Online

Onça ataca e mata jumento no Alto Sertão do Estado


O agricultor Zé de Duva que reside no sítio Serrinha da Canoa, a 5 km de São José de Piranhas, teve nesse sábado (28) o seu jumento de estimação estraçalhado e morto por uma onça preta.

Segundo informações de moradores da localidade, o jumento pastava tranquilamente no cercado, que fica próximo à residência do dono, quando de repente apareceu uma onça faminta e atacou o animal indefeso.

Quando o proprietário percebeu, a onça há havia fugido. O jumento morreu logo depois. O dono do animal, que teme mais ataques de onças a seus animais, armou uma ‘tocalha’ para tentar matar o felino. O local onde aconteceu o fato é uma região montanhosa e de difícil acesso.

Animais selvagens da espécie já haviam sido vistos por agricultores da zona rural de Aguiar e Bonito de Santa Fé. Moradores agora estão apavorados com a constante presença de onça faminta na região.

Radar Sertanejo

Paraíba tem nove mil garimpeiros informais


O sonho de gerar riqueza a partir do trabalho com a terra passa pela cabeça de muitos trabalhadores. Mas, para os garimpeiros, isso é mais que um anseio, é uma tarefa diária que não se resume apenas à busca pelo ouro. Na região do Seridó do Estado, muitos paraibanos se dividem entre o trabalho na agricultura e nas minas de extração de quartzito e cristal de rocha. Segundo um projeto da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), coordenado pelo professor Antônio Pedro Ferreira Sousa, mais de 9 mil trabalhadores informais mal remunerados estão distribuídos em 17 municípios daquela região que corre o risco de sofrer consequências ambientais pelo trabalho desordenado.

“A informalidade é muito grande, o que continua depredrando um patrimônio que pertence a União. O que nós estamos buscando é trazer esses trabalhadores para a formalidade”, explicou o professor.

Desde 2008, o projeto Desenvolvimento da Pequena Mineração do Seridó Paraibano no Âmbito do Arranjo Produtivo Local, possibilizou a criação de 7 entidades nos municípios de Picuí, Várzea, Junco do Seridó, Frei Martinho, Assunção, Nova Palmeira e Pedra Lavrada; elas reúnem mineradores que dividem desde os custos, até os lucros da extração de quartzito. “Aquela área chega a alcançar 20 mil quilômetros quadrados, e isso dificultou muito o nosso levantamento. A maioria desses garimpeiros vive em condições de miséria, e nosso objetivo foi apresentar algumas alternativas para que eles tenham um aumento significativo de renda”, acrescentou Antonio Pedro.

Uma dessas possibilidades é a produção de mosaicos que aproveitam grande parte do mineral que é extraído. Além de diminuir o impacto ambiental, os trabalhadores podem ter um acréscimo em sua renda de mais de 1000%. “Nós podemos reduzir a zero as perdas, porque além de proporcionar uma transformação na maneira de lidar com os minérios, nós vamos inserir uma política de sustentabilidade para melhorar o nível de vida desses pequenos produtores", ressalta o pesquisador da UFCG, Antônio Pedro Sousa.

JP Online

Divórcio fica mais fácil e união curta aflige igrejas


Quando Flávia e Paulo (nomes fictícios) começaram a namorar, em 2009, os planos de casamento logo surgiram nas conversas.

Os noivos e as duas famílias faziam questão de um casamento tradicional: na igreja, com véu, grinalda e uma grande festa com parentes e amigos. Logo que o jovem casal comprou o apartamento, o casamento foi realizado. A cerimônia, as fotos, a festa, tudo foi perfeito. Menos a união, que se desfez em menos de dois anos. O motivo alegado pelos dois foi a incompatibilidade de interesses.

Casamentos curtos ou 'relâmpagos', como o de Flávia e Paulo, estão cada vez mais comuns na Paraíba. É o que mostra os dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De 2006 a 2010, o número de casais que se divorciaram no Estado, com menos de dois anos de casamento, saltou de 33 para 64. Entre os casais casados há menos de três anos, o número de divórcios também subiu: de 108 em 2006 para 137 em 2010. A tendência se estende entre casais com até cinco anos de casamento.

O divórcio, para Flávia, foi um alívio e um tormento ao mesmo tempo. “É sempre uma experiência traumática. Acho que ninguém casa para se separar. Quando um casal sobe ao altar, tem a intenção de viver junto para sempre, mas isso não é para todo mundo”, opinou. A decisão de acabar o casamento, inicialmente, partiu de Paulo. “A princípio eu relutava, queria reverter a situação.

Tinha medo da reação da minha família e da sociedade, mas depois acabei aceitando a ideia”, comentou.

Em 2010, do total de divórcios realizados (3.154), mais de 50% (1.610) foram não consensuais. Ou seja, não foi um processo amigável. Por uma leve diferença, esse tipo de divórcio foi mais requerido pelas mulheres. Mas nem sempre foi assim: em 2006, 924 homens deram entrada no divórcio não consensual, contra 823 requeridos pelas mulheres. Muitas vezes o verdadeiro motivo do divórcio é omitido pelas partes.

O processo de separação não foi fácil. O casal brigou pelo apartamento, pelos móveis, pelo carro, pelo dinheiro que guardavam na conta poupança. Ao final, fizeram um acordo e dividiram os bens. Depois que tudo foi resolvido na Justiça, decidiram não manter contato. “Foi melhor assim. Toda vez que lembro que meu casamento fracassou, fico arrasada. Ainda hoje sofro quando tenho de informar meu estado civil. Eu sonhava com um casamento eterno”, revelou Flávia, que hoje namora outra pessoa, mas descarta qualquer possibilidade de casar novamente. 

JP Online

Viúva alegre na mira da Previdência


O fim do bônus demográfico dentro de duas décadas, quando a população jovem e economicamente ativa será menor que a de idosos, já está fazendo o governo acelerar o controle das contas da Previdência. Após aprovar, em março, a criação do regime de previdência complementar para os servidores públicos, o Funpresp, o governo já elegeu sua próxima bandeira para evitar os buracos que “drenam” os recursos da pasta: combater o polêmico sistema de pensões por morte no País. O benefício corresponde a uma fatia de 23,4% de todos os concedidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social, o terceiro maior item de desembolso do ministério, atrás apenas das aposentadorias por idade e contribuição de tempo de serviço. O que intriga o governo nas pensões por viuvez é a frequência cada vez maior de casamentos de homens mais velhos com mulheres jovens.

Desta forma, se a cônjuge ficar viúva aos 30 anos de idade, por exemplo, terá o direito de receber a título de pensão, a aposentadoria integral de seu companheiro. Batizado de “efeito Viagra”, a distorção acontece no Brasil porque, ao contrário de países como França, Alemanha e Espanha, não há limite de idade – nem de diferença de idade entre cônjuges – para que uma pessoa possa receber pensão integral em virtude da morte de seu parceiro. “Não é justo que uma pessoa leve a vida toda para receber uma pensão de seu marido, enquanto outra já é pensionista com pouca idade”, diz o ministro da Previdência, Garibaldi Alves. “É a nossa próxima aposta para desafogar as contas da pasta.” 

Segundo o último dado disponível pelo ministério, em fevereiro, 6,8 milhões de contribuintes receberam R$ 5,1 bilhões a título de pensões por morte, o que já elevou o benefício à condição de segunda maior despesa no primeiro bimestre deste ano. Um levantamento feito pelo consultor e ex-titular da pasta, José Cechin, com base também nos dados previdenciários dos Estados e municípios, mostra que, de 2008 a 2009, o pagamento de pensões por morte no Brasil representou em torno de 3% do PIB, saltando de R$ 87 bilhões para R$ 111 bilhões, em 2010. “Esse patamar é o triplo do que se paga na Europa ou nos Estados Unidos”, afirma Cechin. “Temos de perguntar ao governo: será que é preciso um alto grau de proteção a mulheres jovens que trabalham e não têm filhos? Certamente, não.”

O ex-ministro cita o exemplo de Cuba, onde as viúvas sem filhos, e que não trabalham, só recebem pensão por um período de dois anos. O governo federal, explica o ministro, pretende encaminhar um projeto de lei ao Legislativo que deve resumir e fortalecer outras propostas que atualmente estão paradas no Congresso, sobre esse mesmo tema. A ideia é corrigir distorções e impedir que pessoas capazes para o trabalho, saudáveis e que ainda não se aposentaram deixem de depender por tanto tempo das pensões deixadas por seus cônjuges que, a rigor, são pagas por todos os contribuintes por meio de impostos. “Este é um projeto que deveria ser enviado anteontem pelo governo”, diz Fabio Giambiagi, pesquisdor do regime previdenciário brasileiro. “A nossa legislação é muito benevolente e faz com que o Brasil seja, com toda a certeza, o País mais generoso do mundo em matéria de pensões.” 

Giambiagi defende que o valor da pensão passe a ser inferior ao valor original da aposentadoria do cônjuge que morre. Uma sugestão seria conceder pensões que tivessem 50% do benefício original e mais 25% ao filho de menor idade. Essa ideia, na verdade, busca resgatar o sistema de pensões existente no País até 1995, ano em que as pensões passaram a ser integrais. Marcelo Caetano, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), lembra que há outras distorções nas pensões por viuvez, como o direito de acumular a pensão e a aposentadoria. “Nos Estados Unidos, a pessoa é obrigada a escolher entre ser pensionista ou aposentado”, lembra ele. “Podíamos seguir esse exemplo.” O duro é saber como o ministério fará para dar início à operação de caça às bruxas...

Terra

Especialistas discutem benefícios do uso medicinal da maconha


  Especialistas discutem benefícios do uso medicinal da maconhaA droga pode reduzir sintomas e alíviar náuseas e falta de apetite em pacientes com câncer.

O assunto que divide opiniões lotou o plenário com pessoas do Movimento Pela Vida, que vai promover uma marcha contra a maconha em junho, em São Paulo, e pelos defensores da legalização da droga. O debate foi sugerido pelo deputado Roberto de Lucena (PV-SP).

O doutor em neurociências e professor de Fisiologia da Universidade de Brasília (UnB), Renato Malcher Lopes, é coautor do livro “Maconha, Cérebro e Saúde”. Ele defendeu o uso medicinal da droga no Brasil para redução de sintomas e alívio de náuseas e da falta de apetite em pacientes com câncer.

Lopes destacou ainda o uso da substância no tratamento de doenças como epilepsia, mal de Parkinson e Alzheimer. “Tem um valor terapêutico, porque o prognóstico melhora em função do estado psicológico.”

O escritor e pesquisador Gideon dos Lakotas afirmou que nenhum cientista é contra o uso medicinal da maconha, mas que o debate está enviesado por uma outra causa: o uso recreativo da droga.

A psicóloga clínica especialista em saúde mental Marisa Lobo falou sobre sua experiência com mais de 500 pacientes e afirmou que a maconha desencadeia surtos psicóticos em 15% a 17% dos usuários. Segundo ela, é necessário cuidado com o discurso sobre os benefícios do uso da droga. “Há 40 anos, médicos receitavam o cigarro para aliviar a ansiedade e o estresse”, comparou.

Segundo a psicóloga, “não há conflito de ciências, há conflito de cientistas, por valores pessoais. Cada um acha o que quer nessa situação. A luta aqui é por legalização (da maconha), porque aqui ninguém é bobo.”

Alívio para a dor
A audiência pública também contou com o depoimento emocionado da nutricionista Helena Sampaio, que acompanhou a morte de sua irmã Ana Rosa e, quando passou por uma situação semelhante com um amigo, aliviou o sofrimento dele com maconha. Ela saiu às ruas para comprar.

“Depois da minha irmã, eu me aprofundei, li muito e vi que aquilo causava benefício. E eu vi o meu amigo, a qualidade que aquilo deu para ele foi muito grande. Meu amigo foi me agradecendo imensamente e eu não repeti a mesma ida dolorida da minha irmã”, disse Helena.

Agência Câmara

Um em cada quatro professores da educação básica não tem diploma de ensino superior


Aproximadamente 25% dos professores que trabalham nas escolas de educação básica do país não têm diploma de ensino superior. Eles cursaram apenas até o ensino médio ou o antigo curso normal. Os dados são do Censo Escolar de 2011, divulgado este mês pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Apesar de ainda existir um enorme contingente de professores que não passaram pela universidade – eram mais de 530 mil em 2011 – o quadro apresenta melhora. Em 2007, os profissionais de nível médio eram mais de 30% do total, segundo mostra o censo. Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, os números são mais um indicativo de que o magistério não é uma carreira atraente.

“Isso mostra que as pessoas estão indo lecionar como última opção de carreira profissional. Poucos profissionais bem preparados se dedicam ao magistério por vocação, uma vez que a carreira não aponta para uma boa perspectiva de futuro. Os salários são baixo, e as condições de trabalho ruins”, explica.

A maior proporção de profissionais sem formação de nível superior está na educação infantil. Nas salas de aula da creche e pré-escola, eles são 43,1% do total. Nos primeiros anos do ensino fundamental (1º ao 5º ano), 31,8% não têm diploma universitário, percentual que cai para 15,8% nos anos finais (6° ao 9º ano). No ensino médio, os profissionais sem titulação são minoria: apenas 5,9%.

Para a presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, é um “grande equívoco pedagógico” colocar os professores menos preparados para atender as crianças mais novas. “No mundo inteiro é exatamente o contrário, quem trabalha na primeira infância tem maior titulação. Quando o professor entra na rede vai para a educação infantil quase como que um ‘castigo’ porque ela não é considerada importante. Mas, na verdade, se a criança começa bem sua trajetória escolar, as coisas serão bem mais tranquilas lá na frente”, pondera.

Segundo Cleuza, o nível de formação dos professores varia muito nas redes de ensino do país. Enquanto em algumas cidades quase todos os profissionais passaram pela universidade, em outras regiões o percentual de professores que só têm nível médio é superior à média nacional. “Temos, às vezes, uma concentração maior de professores sem titulação em alguns locais do Brasil, como a Região Norte, por exemplo, onde as distâncias e as dificuldades de acesso impedem que o professor melhore sua formação”, aponta.

O resumo técnico do Censo Escolar também destaca que em 2010 havia mais de 380 mil profissionais do magistério matriculados em cursos superiores – metade deles estudava pedagogia. Isso seria um indicativo de que há um esforço da categoria para aprimorar sua formação. Mas o presidente da CNTE ainda considera “muito alto” o número de professores sem diploma universitário, especialmente porque nos últimos anos foram ampliados os estímulos para formação de professores nas instituições públicas e privadas de ensino superior.

Uma das alternativas para quem já atua em sala de aula e quer aprimorar a formação é a modalidade do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para licenciaturas. O programa paga as mensalidades de um curso em faculdade particular e depois da formatura o estudante pode abater sua dívida se trabalhar em escolas da rede pública – cada mês em serviço abate 1% do valor.

“Os programas são oferecidos, mas as condições não são dadas aos professores para que eles participem. O professor não tem, por exemplo, a dispensa do trabalho nos dias em que ele precisa assistir às aulas. As prefeituras e governos estaduais que deveriam ser os primeiros interessados acabam não estimulando o aprimoramento”, diz Roberto Leão.

Agência Brasil

Jornal alerta para serviços bancários gratuitos desconhecidos


Jornal alerta para serviços bancários gratuitos desconhecidosA secretária Juciana Paula Araújo observa mensalmente seus extratos bancários e já percebeu que sempre é descontado um valor referente a um pacote de serviços. Paula nem sabe a que serviços tem direito com este pacote, mas acredita que este é um valor que ela é obrigada a pagar. "Percebi que algumas vezes esses descontos me impedem até de sacar todo o dinheiro que tem na conta, exatamente por causa do valor da tarifa", relatou.

A 'guerra' atual centrada contra os juros deixou de fora outro setor que consome muito dinheiro ao longo do ano de clientes de forma muitas vezes silenciosa: as tarifas bancárias.

Com contas em três instituições financeiras, o motorista Marcelo Pereira, também confessa que não observa o valor das tarifas bancárias. "São muitos números e termino não olhando tudo com detalhes", comentou.

O que a secretária e o motorista desconhecem é que eles têm direito ao acesso de vários serviços sem precisar pagar por um "pacote" pré-fixado. "Claro que seria muito bom não precisar pagar", afirmou Paula, acrescentando que geralmente utiliza apenas saques em terminais eletrônicos, e emissão de saldos e extratos (uma vez por mês) - serviços considerados essenciais e que com um limite de frequência mensal devem ser fornecidos gratuitamente.

SERVIÇOS GRATUITOS
Juciana Paula não sabe que podem ter acesso a alguns serviços essenciais gratuitamente, o que implica dizer que muitas pessoas não precisariam pagar os pacotes de serviço mensalmente.

Vigorando há mais de dois anos, a gratuidade para alguns serviços como a realização de até quatro saques por mês, de duas transferências entre contas por mês, emissão de dois extratos e fornecimento de cartão de cartão com função débito é determinada por uma Resolução do Banco Central. Mas, apesar do tempo em que a resolução já está em vigor, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), cerca de 80% dos brasileiros ainda não sabem que podem ter acesso aos serviços gratuitamente.

O economista Humberto Veiga, ex-funcionário do Banco Central e que atualmente mantém o blog de consultoria financeira www.betoveiga.com, orienta que sabendo bem quais são os serviços gratuitos e observando as necessidades mensais de cada cliente, é possível deixar de pagar tarifa bancária, economizando mensalmente o valor que seria descontado automaticamente na conta.

"Se você souber escolher, pode economizar uma boa grana todo mês. Uma atitude muito inteligente é não contratar pacotes de tarifas, além de ser comedido com as transações. Você pode fazer ilimitadas transações de pagamentos com o cartão magnético na função débito nas lojas, sem nenhum custo. Pode sacar até quatro vezes em dinheiro nos caixas e terminais dos bancos, e ainda pode imprimir dois extratos nesses equipamentos por mês. As consultas de extrato na internet são ilimitadas. A pergunta é: para que você quer pagar um pacote de tarifas do seu banco, então?", indagou, acrescentando que entre os itens "grátis" o consumidor tem direito ainda a dez folhas de cheque por mês.

Outra possibilidade de isenção de tarifa é a "conta-salário", que é uma conta destinada a receber salários, proventos, soldos, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares.

Nesta modalidade de conta não é admitido outro tipo de depósito, além dos créditos da entidade pagadora e também não se pode movimentar cheques.

Jornal da Paraiba

São Mamede: Estado firma convênio na saúde e entrega escola reformada


O Governo do Estado assinou convênio com a Associação de Proteção à Maternidade e a Infância de São Mamede – Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora da Conceição garantindo repasse financeiro para que o município passe a dar apoio à rede estadual de saúde. Os recursos são da ordem de R$ 458.290,56, referentes aos 12 meses de vigência do acordo.

O convênio foi assinado pelo governador Ricardo Coutinho na presença do prefeito de São Mamede, Francisco das Chagas, dos secretários Waldson Souza (Saúde) e Harrison Targino (Educação), do deputado federal Efraim Filho, líder político da região, além de outros auxiliares, parlamentares e convidados. As autoridades conheceram as instalações do hospital e das escolas que receberam reformas e ampliações.

O convênio dá apoio ao funcionamento dos hospitais locais, públicos ou entidades sem fins lucrativos, nos seguintes tipos de atendimentos: 1.000 consultas de urgência; 1.200 consultas com observação; 120 internações hospitalares para clínica cirúrgica; 300 internações na clínica médica; 120 internações na clínica pediátrica e 60 na obstetrícia.


A Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora da Conceição também recebeu do Governo Estado, através da Secretaria de Estado da Saúde, a doação de equipamento cardio-anestesia, um investimento de R$ 50 mil oriundos do tesouro estadual, segundo o secretário Waldson Souza.

O governador Ricardo Coutinho disse que está criando um sistema que ampare todos os municípios, e não apenas a Capital: “Neste governo todos os prefeitos são tratados de forma igualitária. Nesses 16 meses de gestão fizemos mais pelo Estado do que vários que já passaram pela administração estadual”, afirmou.

Educação – Na área de educacional o Governo do Estado beneficiou duas escolas municipais. A Escola de 1º Grau Rodolpiano da Nóbrega foi reformada e ampliada. No total, foram investidos R$ 240 mil oriundos do Pacto Social.


Ricardo Coutinho aproveitou para anunciar aos alunos da Escola Estadual de Educação Infantil e Fundamental Seráfico da Nóbrega – unidade que alcançou 5.8 no IDEB – que as instalações da escola serão reformadas e ampliadas. O evento aconteceu, neste sábado (29), às 15 horas, na Praça de Eventos “O Bezerrão”.

O prefeito de São Mamede, Francisco das Chagas, agradeceu pelas obras e disse ao governador Ricardo Coutinho que eram anseios que completavam 70 anos de espera. O deputado federal Efraim Filho enalteceu a disposição do governador Ricardo Coutinho em investir no Sertão: “Nesse Governo, a região deixa de ser carente”, arrematou.

Secom


Professores não chegam a consenso e greve pode ser decretada


Professores não chegam a consenso e greve pode ser decretada Os professores dos estabelecimentos de ensino privado na Paraíba podem decretar greve na próxima quinta-feira (3). O comunicado ocorreu após duas negociações – sem nenhum entendimento consensual.

De acordo com José Avenzoar, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino Privado na Paraíba ( Sinteenp), o conselho do sindicato se reuniu na manhã deste sábado (28) onde foi avaliada a decisão da mesa redonda que optou pela greve.

Conforme Avenzoar, a reunião que ocorrerá na próxima semana na Delegacia Regional do Trabalho deverá ser decisiva para a deflagração do movimento grevista no Estado.

Para o coordenador, a greve deverá ocorrer de forma setorial ( algumas escolas) em virtude de alguns empresários já oferecem o reajuste salarial nos contracheques.

Avenzoar afirmou ainda que existem alguns pontos que são considerados inegociáveis pelos trabalhadores e outros que até podem ser objetos de negociação, mas não do jeito que os donos de escolas querem. Um dos pontos de discordância entre os dois sindicatos é referente ao reajuste nos salários dos trabalhadores.

O Sinteenp cobra um reajuste de 15%, enquanto o sindicato patronal pretende oferecer um aumento de apenas 4%, abaixo do valor da inflação no ano passado, que segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) fechou 2011 em 6,36%.

“Além disse, eles querem retirar o direito a incorporação das parcelas pagas por mais de seis meses, ou seja, querem reduzir a carga horária e o salário dos professores”, comenta Avenzoar.

Correio

Substituição: Sai gerente da 6ª Regional de Educação em Patos


Fontes ligadas ao Governo do Estado da Paraíba deram conta que a pressão para a substituição do Gerente da 6ª Regional de Educação em Patos, Kacio Rogerio surtiram efeito. Kacio foi transferido de função e o que se sabe é que ele não estará mais em Patos.

Várias polêmicas giravam em torno das atitudes no modo de comandar a 6ª Regional de Educação por parte de Kacio Rogerio. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Paraíba – SINTEP já havia enviado relatório para a Secretaria de Educação do Estado dando conta de problemas na gestão do gerente regional. Esse fato ligado há outros questionamentos pode ter sido o estopim da substituição.

Desde que o novo gerente regional assumiu a 6ª Regional de Ensino em substituição ao professor Emanuel Falcão, a forma de administrar de Kacio Rogerio vinha sendo questionada por amplos setores da educação em toda região.

Em contato com Kacio Rogerio, ele disse: “Não estou sabendo de nada”.

Até o momento não foi oficializado quem será o substituto de Kacio Rogerio. A substituição do gerente foi feita no final da tarde desta sexta-feira, dia 27. O fato pode estar intimamente ligado à vinda do governador Ricardo Coutinho – PSB que havia tomado conhecimento das reclamações pelo modo de administrar de Kacio Rogerio.

Jozivan Antero – patosonline.com

Tirar visto para os EUA fica mais fácil a partir de amanhã


Tirar visto para os EUA fica mais fácil a partir de amanhãA partir desta segunda-feira (30), ficará mais rápido e barato tirar o visto americano. Com as novas regras que entram em vigor, o turista brasileiro que quiser viajar aos Estados Unidos terá mais facilidades para conseguir autorização.

As medidas, anunciadas em janeiro pelo presidente Barack Obama, buscam fomentar o turismo nos EUA e devem beneficiar sobretudo viajantes do Brasil e da China, em cujos consulados serão implantados o programa-piloto que agiliza a obtenção de vistos.

Atualmente, uma pessoa tem de esperar um mês entre a solicitação e a emissão do visto. A expectativa da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil é reduzir esse tempo para cerca de 20 dias. Hoje, o processo é lento devido à burocracia e à alta procura. Nos últimos dez anos, o volume de autorizações concedidas aqui passou de 230.000 para cerca de 800.000 por ano.

No antigo método de obtenção de visto, os gastos para emissão do documento chegavam a R$ 350. A partir da próxima semana, esse valor cairá para U$ 160 (cerca de R$ 300, na cotação atual).

O interessado deverá agendar sua entrevista pelo site da embaixada, que responderá à solicitação com um e-mail detalhando os procedimentos para a obtenção do visto.

Para facilitar ainda mais o acesso, a Embaixada dos Estados Unidos abrirá, a partir de 7 de maio, Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto em Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

Nesses centros serão coletarão os dados biométricos dos solicitantes antes do comparecimento a um dos consulados americanos — instalados em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Recife — ou à Embaixada dos Estados Unidos em Brasília.

Os interessados em obter o visto que tenham menos de 15 anos e mais de 66 não precisam colher impressões digitais, mas devem entregar fotos 5x7.

Na esteira desse processo de aproximação entre Brasil e EUA, os presidentes Obama e Dilma Rousseff anunciaram, no início de abril, a abertura de mais dois consulados americanos em território nacional até o fim de 2013: um em Porto Alegre (RS) e outro em Belo Horizonte (MG).

R7