Projeto especifica itens de segurança obrigatórios para motociclistas

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3206/12, do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), que inclui capacete, jaqueta, calça comprida, botas e luvas entre os itens obrigatórios para motociclistas. A proposta acrescenta a medida ao Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), na parte que trata dos equipamentos obrigatórios dos veículos.

Segundo o projeto, a exigência será obrigatória a partir do sexto mês após a definição das especificações técnicas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Onofre Santo Agostini argumenta que a adoção dos equipamentos listados poderá diminuir a gravidade dos ferimentos decorrentes de acidentes com motos no País e também evitar mortes, ao impedir ou minimizar queimaduras, lesões e fraturas.

Mortalidade
Dados do Caderno Suplementar “Acidentes de Trânsito”, do Mapa da Violência 2011, divulgado pelo Instituto Sangari com base nas estatísticas do Ministério da Saúde, mostram que, de 1998 a 2008, a mortalidade de motociclistas aumentou 754%, ou o dobro do crescimento da frota de motos.

O deputado ressalta que o crescimento médio anual da frota ao longo da década foi 16,7% para motos e 6,5% para automóveis. A taxa média de óbito dos motociclistas foi de 92,3 óbitos a cada 100 mil motos. No caso dos automóveis, a frota aumentou 88% e as vítimas de acidentes 57%. A taxa média foi de 38 mortes para cada 100 mil automóveis.

Em 2010, a frota de motocicletas foi estimada em 16,5 milhões de unidades, o equivalente a 25,5% dos veículos motorizados.

Custos
“O impacto de um motociclista acidentado para os cofres públicos é alto, principalmente devido à natureza dos ferimentos, já que a motocicleta oferece pouca ou nenhuma barreira que amorteça o corpo da pessoa”, diz Agostini. “Da perspectiva social, estudos mostram que as vítimas desse tipo de acidente são predominantemente jovens, refletindo em incremento dos números que ceifam o potencial social e de trabalho dos jovens brasileiros.”

Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam que um paciente vítima de acidente de moto custa, em média, R$ 152 mil aos cofres públicos, só na rede hospitalar. O custo social de cada paciente é de aproximadamente R$ 952 mil, pois envolve atendimento pré-hospitalar, hospital, licença e aposentadoria, entre outros.

Já os itens sugeridos como obrigatórios têm preço total estimado em R$ 650.

Candidato que estudou em escola pública poderá não pagar inscrição em concurso

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3272/12, da deputada Eliane Rolim (PT-RJ), que isenta de pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos os candidatos oriundos de escolas públicas.

De acordo com a proposta, a isenção valerá para os concursos promovidos pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, para provimento de cargos ou empregos, inclusive para os processos seletivos simplificados para a contratação de pessoal por tempo determinado.

O direito à isenção será concedido mediante requerimento dos interessados, que devem comprovar ter cursado todo o ensino fundamental e o ensino médio na rede pública.

A autora da proposta destaca que há predominância cada vez maior, nas últimas três décadas, de estudantes oriundos de famílias de baixa renda entre os matriculados na rede pública de ensino. “A isenção do pagamento da taxa de inscrição em concursos é o mínimo que o governo pode e deve fazer, como política afirmativa e inclusiva, para favorecer essa massa de jovens que luta contra a desigualdade de oportunidades no mercado de trabalho”, afirma a deputada.

Loja sofre tentativa de assalto em Santa Luzia

A Loja Criart Kids, segmento infantil da Criart, sofreu na madrugada de hoje uma tentativa de assalto.

Os bandidos cerraram os cadeados da porta principal da loja, mas como a mesma tem outras trancas por dentro, o assalto não foi concluído e nada foi roubado.

É a segunda vez que loja sofre uma tentativa de assalto, a primeira foi no ano passado e também nada foi levado pelo mesmo motivo, as trancas internas.

Sertao1

Paraíba é quinto em óbito de bebês

A Paraíba é o quinto Estado do Nordeste com maior registro de óbitos de crianças com idades abaixo de um ano. Foram 691 ocorrências em 2010, segundo pesquisa mais recente elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados mostram o Estado com mais mortes do que a Bahia (2.546), Pernambuco (1.695), Ceará (1.112) e Maranhão (789).

No ranking nacional, a Paraíba ocupa a nona posição em óbitos nessa faixa etária. Em 2010, o Brasil teve 31.429 ocorrências. Além dos Estados nordestinos, os maiores registros foram em São Paulo (3.423), Minas Gerais (1.702), Rio de Janeiro (1.367) e Paraná (997).

Já os municípios paraibanos que mais registraram as mortes foram João Pessoa (167), Campina Grande (94), Patos (22), Santa Rita (19), Bayeux (16) e Queimadas (12). Para especialistas, o problema se deve à ausência de políticas públicas de saúde voltadas para a gestante e recém-nascidos.

O pediatra Cláudio Orestes é presidente do Comitê Municipal de Combate à Mortalidade Infantil, que reúne representantes de entidades governamentais e não governamentais. Ele conta que, apesar da chegada de algumas políticas públicas, a Paraíba ainda possui dados alarmantes sobre mortes de crianças. “Em relação a países mais desenvolvidos, a situação da Paraíba é preocupante em relação ao número de óbitos de crianças. Se a gente for avaliar o assunto, vai perceber que a maior ocorrência é no período neonatal precoce (quando a criança tem menos de um mês de vida)”, observa,

Para a presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, seção Paraíba, Kátia Laureano, além de capacitação faltam leitos pediátricos no Estado. “Não temos como precisar a quantidade de leitos que seriam necessários, mas sentimos essa dificuldade diariamente. Os leitos existentes em hospitais credenciados pelo Sistema Único de Saúde são insuficientes para atender a população pediátrica. Faltam vagas tanto em unidades de terapia intensiva, quanto em enfermarias. Ainda enfrentamos o problema do fechamento de vagas em hospitais privados, que são fechados ou que deixam de atender pelo SUS”, observou.

A mortalidade infantil será tema de uma reunião hoje à noite, no Conselho Regional de Medicina, seção Paraíba (CRM/PB). A intenção é cobrar providências dos órgãos de saúde.

Jornal da Paraíba

Artistas paraibanas contam suas histórias no Dia da Mulher

Atriz ganhou o prêmio de revelação de 2010 por sua atuação em 'Ti ti ti' (Foto: Márcio Nunes/TV Globo)"Sempre tive orgulho por ser mulher e nordestina. São duas coisas muito fortes". Essa é a opinião da atriz Mayana Neiva que, assim como a atriz paraibana Marcélia Cartaxo, tem o que comemorar nesta quinta-feira (8), Dia da Mulher. 

A paraibana Mayana Neiva fez suas primeiras atuações quando ainda era criança. "Eu dirigia as meninas lá da rua e a gente apresentava um show. Eu sempre me expressei. Pintava um bigode e vestia a roupa do meu pai e ficava olhando para ele na mesa", contou a atriz que está no elenco da novela Amor Eterno Amor, da Rede Globo.

"Eu nunca achei que fosse ser artista. Eu adorava física e sonhei em trabalhar com isso. E veio a arte que abraça isso tudo e trazer todas essas vidas para mim", revelou Mayana. Aos 16 anos ela deixou Campina Grande, no Agreste da Paraíba, e foi cursar teatro fora do país. Lá descobriu que queria seguir a carreira de artista.

Em 2007, estreou na TV na microssérie Pedra do Reino e desde então não parou mais. Em 2010, ganhou o prêmio Melhores do Ano 2010 da Globo na categoria Atriz Revelação pela personagem Desireé da novela Ti Ti Ti. Mayana também participou de filmes e atualmente está no elenco da trama Amor Eterno Amor.


Marcélia Cartaxo é conhecia por atuar nos filmes A Hora da Estrela e Madame Satã (Foto: Karoline Zilah/G1)Marcélia Cartaxo começou a atuar aos 12 anos de idade em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, e aos 19 foi convidada para participar do filme A Hora da Estrela que lhe rendeu o prêmio Urso de Prata no Festival de Berlim. "Não imaginava de jeito nenhum que um dia conseguiria tudo isso. Eu, uma pessoa que saiu de Cajazeiras", disse Marcélia.

A artista, que já participou de filmes, novelas e peças teatrais, revelou que sua trajetória não foi muito fácil e sofreu alguns preconceitos por ser mulher e "principalmente por ser nordestina". Atualmente a atriz está focada nos seus próprios projetos de curtas-metragens e direção de peças teatrais. 

G1PB

Parlamentares da Paraíba começam o ano legislativo gastando quase R$ 85 mil com a verba indenizatória

Parlamentares da Paraíba começam o ano legislativo gastando quase R$ 85 mil com a verba indenizatóriaOs parlamentares paraibanos que compõem o Congresso Nacional começaram o ano legislativo gastando quase R$ 85 mil com a verba indenizatória. Os 12 deputados federais foram reembolsados, pelo chamado ‘cotão’, em R$ 59.276,87 mil e os três senadores em R$ 25.083,99 mil totalizando R$ 84.360,86 mil no mês de fevereiro deste ano.

Entre os deputados federais, o que mais usufruiu do cotão foi o recém-chegado na Câmara Leonardo Gadelha (PSC). O parlamentar usou, ao todo, R$ 23.743,95 mil. Os gastos foram voltados para combustíveis e lubrificantes (R$ 591,30); consultorias, pesquisas e trabalhos técnicos (R$ 12.800,00); divulgação da atividade parlamentar (R$ 7.700,00); fornecimento de alimentação do parlamentar (R$ 135,67); hospedagem (R$ 597,45); manutenção de escritório de apoio à atividade parlamentar (R$ 18,20); serviços postais (R$ 1.181,00); telefonia (R$ 720,33).

Manoel Júnior (PMDB) foi o segundo deputado federal que mais usou a verba indenizatória. Foram R$ 10.028,93 mil ao todo. A classificação das despesas do peemedebista ficou assim: Consultorias, pesquisas e trabalhos técnicos (R$ 6.000,00); Passagens Aéreas e fretamento de aeronaves (R$ 3.379,35); Telefonia (R$ 649,58).

Entre os deputados federais paraibanos que mais gastara estão Damião Feliciano (R$ 5.637,12); Hugo Motta (R$ 5.354,32); Efraim Filho (R$ 4.047,06); Romero Rodrigues (R$ 2.914,20); e, Ruy Carneiro (R$ 2.295,41).

Já os parlamentares que menos utilizaram a verba indenizatória no mês de fevereiro foram: Wilson Filho (R$ 1.890,61); Luiz Couto (R$ 1.214,91); Wellington Roberto (R$ 1.090,85); Benjamim Maranhão (R$ 821); e, Armando Abílio (R$ 238,51). Os gastos de Nilda Gondim ainda não foram informados.

No Senado

Já no Senado Federal apenas Cícero Lucena (PSDB) e Vital do Rêgo Filho (PMDB) foram responsáveis pelo uso de R$ 25.083,99 no mês de fevereiro. Ainda não constam no site da Casa os valores do senador Cássio Cunha Lima (PSDB).

Vitalzinho foi quem mais utilizou a verba indenizatória sendo reembolsado com R$ 13.883,99. Desses, R$ 4.053,16 foram para passagens aéreas, aquáticas e terrestres nacionais e R$ 7.040,00 com divulgação da atividade parlamentar.

Nice Almeida/PolíticaPB  

Segundo pesquisa do Sebrae e IBQP: Brasil tem mais mulheres empreendedoras que homens

A melhor notícia do Dia Internacional da Mulher, no Brasil, é que as empreendedoras já competem em pé de igualdade com os pequenos e microempresários. No País, o número de mulheres que empreendem é quase o mesmo que o de homens. Segundo o relatório de 2010 do Global Entrepeneurship Monitor (GEM), entre os 21,1 milhões de empreendedores brasileiros 10,7 milhões pertencem ao sexo masculino e 10,4 milhões ao feminino, o que dá uma proporção de 50,7% para 49,3%. O estudo foi realizado em parceria entre a London Business School, o Babson College e, no Brasil, pelo Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). 
Em 2002, os homens eram 57,6% e as mulheres 42,4% do total. "A performance e os resultados obtidos por ambos os gêneros são os mesmos. As mulheres empreendedoras não se veem diferente dos homens, não se discriminam", diz a diretora de cultura empreendedora da Endeavor, Karen Kanaan. 
A afirmativa de Karen se baseia em um estudo conduzido pela Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e Desenvolvimento (Unctad, iniciativa ligada à ONU) em seis países. Aqui, a pesquisa foi feita pelo Instituto Empreender Endeavor Brasil e os dados globais divulgados este ano. O objetivo era comparar empreendedores de várias partes do mundo. 
Uma das conclusões que se pode tirar da pesquisa é que as empresárias brasileiras, na hora de inovar, preferem melhorar processos do que criar, de fato, um produto ou serviço novo. Consequentemente, suas inovações são menos visíveis, o que faz com que elas tenham mais dificuldade para obter financiamento privado e público. Segundo o Endeavor, 38,5% dos homens entrevistados obtiveram algum tipo de financiamento governamental para suas inovações, enquanto somente 19,2% das mulheres conquistaram tal apoio. "A mulher tem uma forma sutil de inovar, mas nem por isso melhor ou pior que o homem", afirma Karen. 
Segundo a executiva, a diferença entre os sexos também está presente na motivação para abrir uma empresa. "As mulheres geralmente optam por um segmento pelo qual sejam apaixonadas. Por exemplo, uma área em que já tiveram experiência e de que gostaram muito. Os homens focam mais nas oportunidades de mercado, mesmo que não tenham afinidade com o setor", explica. "A paixão por um determinado nicho é o que costuma mover as empreendedoras", salienta. 
Outro ponto do estudo foi a análise da aversão ao risco. A conclusão é que as mulheres costumam assumir menos riscos do que os homens. Novamente, a pesquisa não fez julgamento de valor - ou seja, não avaliou se isso é bom ou ruim. "Na maior parte dos casos, elas têm uma postura mais segura para empreender", comenta Karen. 
Outro dado é que a retenção de talentos é maior em empresas comandadas por mulheres. Enquanto 57,7% dos brasileiros declararam ter dificuldades na área de recursos humanos ou no processo produtivo, apenas 34,6% das mulheres disseram a mesma coisa. 
O grande desafio para as empreendedoras brasileiras, aponta o estudo, é a formação da sua rede de contatos. Na comparação com americanas, jordanianas, suecas, ugandenses e suíças - no índice de empresárias que são membros de associações de comércio - elas ficaram em último lugar nesse quesito. 
"As mulheres fazem menos networking que os homens. Consequentemente, têm menos acesso a informações e deixam de trocar experiências com outros empreendedores - itens fundamentais para o sucesso das empresas", afirma Karen.
A história da fundadora da empresa de cosméticos Kapeh
A mineira Vanessa Vilela, 34 anos, abriu há cinco anos o seu próprio negócio. Apaixonada "desde sempre" por cosméticos, como diz, ela investiu na formação em farmácia e bioquímica já pensando em abrir uma empresa depois de concluir a graduação. "Iniciei as pesquisas três anos antes de a Kapeh começar a operar. Foi aí que achei o meu nicho: cosméticos feitos a partir do café", conta. A empresa atua com uma linha de produtos para o cabelo e o corpo. 

Vanessa explica que o setor é dominado por grandes players e que por isso teve de buscar uma diferenciação. "Aliei essa certeza de que era necessário fazer diferente com aquilo que a região me oferecia", conta Vanessa, cuja empresa está sediada em Três Pontas - cidade localizada no Sul de Minas Gerais e conhecida pelo cultivo de café. Ela não menciona o faturamento da marca, mas conta que os produtos da Kapeh estão presentes em 250 pontos de venda de 17 estados brasileiros. 
Comprovando a pesquisa da Unctad, Vanessa conta que nunca se sentiu discriminada. "Talvez porque o meu ramo seja extremamente feminino. Por outro lado, acho que existem, sim, negócios mais masculinos", afirma. Ela também diz que teve dificuldades para consolidar sua rede de contatos. "Sempre soube que esse era o meu ponto fraco. Com o tempo descobri a importância de conversar com outras pessoas e participar de fóruns na minha área", diz ela. 
Vanessa vê como pontos fortes da mulher o dinamismo e a versatilidade para assumir vários papéis ao mesmo tempo. Sobre assumir riscos, ela confirma o traço da empreendedora brasileira e se diz mais cautelosa. "Não que eu deixe de arriscar, mas aprendi a correr riscos calculados", afirma. 
Em 2010, Vanessa foi uma das dez finalistas do prêmio de empreendedorismo Empretec Women in Business Award, promovido pela Unctad. Para ela, prudência não é sinônimo de falta de ousadia. Para provar sua tese, conta que a a Kapeh foi a vencedora do Prêmio Nacional de Inovação de 2011, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Movimento Brasil Competitivo (MBC), na categoria micro e pequena empresa. 
Terra

Saiba quem são as mulheres mais ricas do Brasil

Xuxa
1º lugar - O primeiro lugar é da apresentadora de TV Xuxa.  O grande sucesso entre os “baixinhos” rendeu a ela uma fortuna estimada em R$ 700 milhões. Todo o dinheiro tem apenas uma herdeira, Sasha, de 12 anos.

Ivete Sangalo
2º lugar - Segunda colocada no ranking, Ivete Sangalo começou a tocar em bares da Bahia e logo conquistou o País com a voz e o ritmo invejáveis, construindo um patrimônio de mais de R$ 350 milhões.

Gisele Bündchen
3º lugar - Com o 60º lugar no ranking da Forbes das 100 celebridades mais poderosas do mundo, Gisele Bündchen, a terceira colocada entre as brasileiras mais ricas, fez a carreira graças a sua beleza. A estreia como modelo foi aos 13 anos. Hoje é uber model internacional, empresária, garota propaganda, mãe de Benjamin e dona de um patrimônio de mais de R$ 264 milhões, em média, segundo a Forbes. A marca Gisele Bündchen é avaliada em mais de um bilhão.

Daniela Mercury
4º lugar - Daniela Mercury está em quarto lugar no ranking das mulheres milionárias do País, com R$ 80 milhões em sua conta. Formada em dança pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), ela se destacou nos anos 80 como vocalista da Banda Eva (a mesma que consagrou Ivete Sangalo), mas foi com a carreira solo que ela alçou voos mais altos, inclusive internacionais.

Sandy
5º lugar - Há mais de 18 anos formando uma dupla com o seu irmão Júnior, e desde 2010 em carreira solo, Sandy é a quinta mulher milionária do Brasil. A fortuna de mais de R$ 30 milhões é fruto dos 23 anos de trabalho com a música.

Claudia Leitte
6º lugar - A cantora Claudia Leitte é a sexta milionária do País. Com cerca de R$ 20 milhões em sua conta, a estrela participou do grupo Babado Novo e desde 2008 segue carreira solo.

Adriana Lima
7º lugar - A top model Adriana Lima é uma das modelos mais bem pagas do mundo segundo o ranking da Forbes, e a sétima colocada na lista das brasileiras milionárias. Há 16 anos nas passarelas, a exótica modelo da grife de lingerie Victoria’s Secret já arrecadou R$ 14 milhões.

Angélica
8º lugar - Famosa desde os quatro anos de idade, o 8º lugar fica para Angélica, 38, esposa do apresentador Luciano Huck e mãe de Benício e Joaquim. Sua riqueza estimada é de R$ 10 milhões. A apresentadora descobriu recentemente que está grávida do terceiro filho.

Alessandra Ambrósio
9º lugar - Eleita a mulher mais sexy do mundo em 2005 pelo site Models.com, Alessandra Ambrósio é a 9ª colocada entre as mulheres milionárias do Brasil, com uma fortuna estimada em R$ 8 milhões. Atualmente Alessandra está grávida de sete meses.

Pitty
10º lugar - A roqueira baiana Pitty, nome artístico de Priscilla Novaes Leone, conquista os jovens desde 2000. Após 12 anos de carreira, a cantora e compositora já gravou seis álbuns e conquistou a décima colocação entre as mulheres milionárias do País, com uma fortuna estimada em R$ 6 milhões.

R7

Ricardo revela a ministra números reais da violência contra a mulher na Paraíba: 43 assassinatos até este 8 de março; ouça

O governador Ricardo Coutinho revelou para a ministra Eleonora Menicucci (Polícias Públicas para as Mulheres) números impressionantes da violência contras as paraibanas, não divulgados dentro do Estado: entre primeiro de janeiro e este 8 de março, 43 mulheres foram assassinadas.
Os dados foram revelados por Eleonora Menicucci em entrevista concedida a repórter Polyanna Sorrentino (Portal Correio e Correio Debate, da 98 FM).
Até então, a imprensa vinha contabilizando – com base em dados divulgados pela Segurança Pública – 25 execuções de mulheres.
A ministra antecipou que desembarca próxima segunda-feira na Paraíba para lançar pacto de enfrentamento da violência contra mulheres no Estado.
“A Paraíba não pode conviver com isso – é lamentável tanta violência”, disse a ministra, que promete atenção especial ao Estado.
Portal Correio

Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917.

Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920.

Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.

Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.

Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres.

Origem

A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913).

O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América[2], em memória do protesto contra as más condições de trabalho das operárias da indústria do vestuário de Nova York.

Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.


No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.

Poucos dias depois, a 25 de março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo, de modo que esse episódio é, com frequência, erroneamente considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher.

Em 1915, Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Christiania (atual Oslo), contra a guerra. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher.

Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.


Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu como celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor pelas mulheres - uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia.

Na Tchecoslováquia, quando o país integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), a celebração era apoiada pelo Partido Comunista. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, visando convencer as mulheres de que considerava as necessidades femininas ao formular políticas sociais. A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. A data foi gradualmente ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960, sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977.