O presidente do Ciep, João da Mata, alega que o governo demonstrou "bom senso" com as medidas apresentadas para a revitalização da indústria nacional. No entanto, os maiores gargalos para nossa produção industrial não foram atingidos com as propostas, segundo ele. "Nosso desejo é que seja reduzida a importação de produtos e que possamos ter mão de obra mais qualificada", destaca João da Mata.
Já o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Paraíba (Face-PB), Alexandre Beltrão, descartou a efetividade das políticas apresentadas ontem. "Primeiramente, a economia paraibana precisa de ações conjunturais, isto inclui incentivos à produção agrícola, que tem grande projeção na economia do Estado", comentou.
A eficácia das medidas foi também minimizada por Alexandre devido, em segundo ponto, aos incentivos já recebidos pela indústria paraibana com o apoio da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Mesmo sem estimar o percentual de crescimento das empresas nordestinas, o presidente da Face-PB acredita que "boa parte destes benefícios já são concedidos às empresas do Nordeste, então o impacto na região será minimizado".
FIESP QUER ISONOMIA
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, considerou positivas as medidas de estímulo ao setor, no entanto, acredita que as ações não resolverão o problema da falta de competitividade das empresas brasileiras. “Não se trata de proteção, o que pedimos é isonomia.
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