Patos vai ganhar centro distribuidor

Com investimentos previstos em R$ 12 milhões, o Sertão paraibano irá receber, até o final deste ano, um centro de distribuição atacadista, que entre outros produtos, deverá representar empresas de alimentos, bebidas e materiais de higiene pessoal.

O empreendimento faz parte da expansão da empresa Nordil, que já possui ,1sede em João Pessoa, e até o mês de março iniciará a construção da unidade no município de Patos, distante aproximadamente 300 quilômetros da capital.

A instalação do Centro de Distribuição (CD), segundo o diretor da empresa na Paraíba, Zezé Veríssimo, é em resposta à demanda que já existe no interior do Estado. “A abertura da empresa em Patos tem o objetivo de melhorar a logística para nossos clientes no Sertão do Estado. A demanda na região é crescente e por isto resolvemos fazer este investimento”, informou.

A previsão é que o novo centro de distribuição comece a operar até o mês de dezembro e gere cerca de 150 empregos diretos.

“O centro distribuidor terá cerca de cinco mil metros quadrados e além do serviço de distribuição, teremos no Sertão da Paraíba um trabalho completo, com melhoria da exposição de nossos produtos e mais apoio aos nossos clientes”, ressaltou.

Com o novo centro, a pretensão é realizar entregas em todo o Estado no prazo máximo de 24 horas. “Atualmente as entregas que realizamos até Campina Grande acontecem em 24 horas, mas para áreas mais distantes da capital o tempo de entrega pode ser de 48 ou até 72 horas, dependendo do local”, revelou.

Segundo Verríssimo, que também é presidente da Associação Paraibana de Atacadistas e Distribuidores (Aspad), a perspectiva é que o setor apresente um crescimento no faturamento de aproximadamente 10% neste ano, em comparação com o ano passado.
De acordo com o presidente da Aspad, no ano passado, o crescimento em comparação com 2010 foi de 9%, índice que conforme Verríssimo ficou dentro das estimativas realizadas pelo setor.

“Neste ano o setor deverá crescer acima do que observamos no ano passado. Percebe-se que o temor com a crise econômica internacional já está menor e a distribuição de renda deverá ser melhor neste ano. Além disso, a construção civil está aquecida, o que gera mais demanda para as empresas distribuidoras”. Comentou.

Jornal da Paraíba