
Os contratos de telefonia pré-paga da Claro, da Oi e da TIM não seguem os padrões exigidos pelo Código de Defesa do Consumidor e podem causar prejuízos aos clientes.
Extinção de planos e facilidades, mudança abrupta de tarifas e perda de créditos são algumas irregularidades apontadas em estudo feito pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) com as operadoras.
Os principais problemas encontrados pelo Idec, contudo, não param por aí.
Resposta
A Claro informou que avaliou os pontos mencionados pela pesquisa e que os seus contratos respeitam as normas da Anatel e do Código de Defesa do Consumidor.
A TIM afirmou que, ao comprar um TIMChip, o cliente recebe todas as informações do serviço contratado.
A Vivo, que não está na pesquisa por não disponibilizar o contrato na internet, diz que oferece em seus canais de atendimento as condições dos serviços comercializados, inclusive em seu site.
A Oi informa que seu contrato de prestação de serviço na modalidade pré-paga é atualizado de acordo com a evolução tecnológica do serviço e regulamentação da Anatel. A companhia diz ainda que toda atualização do contrato está disponível no site da operadora.
Agora.com