Sob o domínio do crack a droga da morte. As estatísticas mostram que o tráfico de drogas são as maiores causas de homicídios praticados contra jovens e adolescentes. Nos três primeiros meses do ano já foram registrados mais de trinta mortes de jovens com idades entre 11 e 18 anos na Paraíba.
Entre as vítimas estão duas crianças, ambas de 10 meses de idades. No dia 8 de janeiro foi morta Daniele Vitória dos Santos Nascimento com um tiro acidental efetuado pelo próprio tio.
No dia 7 de fevereiro Adrielle Raylle Lacerda do Nascimento foi morta com um tiro no bairro do Cristo Redentor durante troca de tiros entre traficantes.
Nos três meses João Pessoa teve o registro de 16 assassinatos, sendo quatro em janeiro e cinco em fevereiro. Março apresentou o maior número de homicídios com sete vítimas.
Na capital, o bairro do Jardim Veneza registrou três homicídios, seguido de Mandacaru e Grotão com dois cada. Padre Zé, Rangel, Expedicionários, Altiplano, Torre, Ipês, Cristo Redentor, Alto do Mateus e Colinas do Sul com um assassinato cada.
O bairro do Sesi, Bayeux, apresentou quatro assassinatos. Ainda na cidade da região metropolitana de João Pessoa adolescentes foram mortos também nos bairros de Mário Andreazza e Manguinhos com uma ocorrência cada.
Os municípios de Cabedelo com dois crimes, Santa Rita, Patos Lagoa Seca, Aparecida, Sapé e Bonito de Santa Fé com uma vítima cada também registraram assassinatos.
Com exceção das duas crianças de dez meses a grande maioria dos crimes foi motivada pelo tráfico de drogas. Um deles, ocorrido no dia 2 de janeiro, Arlecson Bezerra, que tinha 13 anos, foi morto por disparos de arma de fogo, no bairro do Jardim Veneza. Os autores foram identiicados apenas por Buiú e Léo Doido.
O que dificulta a identificação dos autores dos homicídios é a lei do silêncio que impera nas comunidades onde ocorrem os crimes. No dia 16 de fevereiro a vítima foi a estudante Silmara Oliveira da Silva, de apenas 11 anos. O crime aconteceu no bairro dos Ipês.
Entre as vítimas estão duas crianças, ambas de 10 meses de idades. No dia 8 de janeiro foi morta Daniele Vitória dos Santos Nascimento com um tiro acidental efetuado pelo próprio tio.
No dia 7 de fevereiro Adrielle Raylle Lacerda do Nascimento foi morta com um tiro no bairro do Cristo Redentor durante troca de tiros entre traficantes.
Nos três meses João Pessoa teve o registro de 16 assassinatos, sendo quatro em janeiro e cinco em fevereiro. Março apresentou o maior número de homicídios com sete vítimas.
Na capital, o bairro do Jardim Veneza registrou três homicídios, seguido de Mandacaru e Grotão com dois cada. Padre Zé, Rangel, Expedicionários, Altiplano, Torre, Ipês, Cristo Redentor, Alto do Mateus e Colinas do Sul com um assassinato cada.
O bairro do Sesi, Bayeux, apresentou quatro assassinatos. Ainda na cidade da região metropolitana de João Pessoa adolescentes foram mortos também nos bairros de Mário Andreazza e Manguinhos com uma ocorrência cada.
Os municípios de Cabedelo com dois crimes, Santa Rita, Patos Lagoa Seca, Aparecida, Sapé e Bonito de Santa Fé com uma vítima cada também registraram assassinatos.
Com exceção das duas crianças de dez meses a grande maioria dos crimes foi motivada pelo tráfico de drogas. Um deles, ocorrido no dia 2 de janeiro, Arlecson Bezerra, que tinha 13 anos, foi morto por disparos de arma de fogo, no bairro do Jardim Veneza. Os autores foram identiicados apenas por Buiú e Léo Doido.
O que dificulta a identificação dos autores dos homicídios é a lei do silêncio que impera nas comunidades onde ocorrem os crimes. No dia 16 de fevereiro a vítima foi a estudante Silmara Oliveira da Silva, de apenas 11 anos. O crime aconteceu no bairro dos Ipês.
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