Basicamente, quando ocorre algum roubo, furto ou homicídio colocamos a culpa no governo ou na falta de policiais para que pudesse ter evitado o acontecido. Sempre buscamos respostas para as atrocidades e violência em que o nosso Estado se encontra. Facilmente conseguimos ver os problemas que afrontam a sociedade, mas poucos sabemos a solução cabível aos fatos ocorridos ou busca pela conscientização e investimento nas diversas classes que compõe a nossa Paraíba.O que poucos observamos é que a estrutura e organização das classes policiais está ultrapassada por um paradigma de rispidez e coação unicamente física, derivada de um despreparo psicológico e desconhecido de métodos de entretenimento com as classes sociais, inclusive as mais influentes sobre a violência atual.
Entendemos que a origem da violência é a falta de policiais e pouco descaso do governo certo? Errado. Precisamos assimilar os métodos e procedimentos corretos para a busca da paz e averiguação das verdadeiras causas de toda essa violência abrangente.
O nosso problema antecede o de outras demais sociedades em muitos tempos atrás. Infelizmente o nosso país ainda está em vias de conhecimento para soluções plausíveis quanto à vasta violência no enfoque nacional.
Devemos entender, com bases e constatações de outros países e cidades, que a busca pela diminuição e controle da violência hodierna está inserida em projetos sociais, campanhas de combate à violência e , principalmente, na reestruturação da abordagem das forças policiais através de conselhos comunitários, buscando a mediação entre as classes carentes, o atendimento destas para a solução do descaso e o entretenimento dos grupos policiais para o convívio e credibilidade dos mesmos quanto às comunidades carentes.
Os conselhos comunitários, apesar de pouco abrangidos por diversos estados, são a busca pelo conhecimento, investimento e prevenção à violência que se dispôe à sociedade. As atrocidades e demais ocorrências avistadas pelas esferas policiais são oriundas das classes carentes, que, na maioria dos casos, não tiveram a oportunidade de se inserir no quadro sustentável da sociedade ou não tiveram orientações e preparo educacional para buscar um lugar na sociedade. Precisamos entender que a violência não é o foco principal do caos social, mas a sua prevenção de forma com que passemos a conhecer, participar e reconhecer os problemas atuais como nossos, agindo no incentivo à solução dos problemas mais abrangentes nestas classes sociais, para que busquemos o melhor convívio social e a diminuição da violência, tão destemida nos dias atuais.
Os conselhos comunitários frisam a mediação e convívio entre as comunidades carentes e os representantes que buscam a solução de suas necessidades. Esta união é essencial para que se possa identificar os problemas sociais, posto que as comunidades são alvo de maior carência de setores como educação, saúde, sustentabilidade rentável e infra-estrutura.
Esta união também é fundamental para que se solucione, além das necessidades mais abrangentes, a previsibilidade dos possíveis problemas futuros em relação à violência, visto que se detém, nestas comunidades, maior índice de ocorrências.
Busquemos ao próximo como um investimento das melhorias sociais, fruto do desenvolvimento do nosso Estado e da melhoria do convívio entre todas as classes. É indubitável que se enxergue os problemas atuais como nossos, e busquem a uma solução que já se perfaz incontestável dentre vários países e cidades. Precisamos rever a linha que divide a violência do policiamento. Só nós mesmos, com apoio das nossas autoridades, poderemos resolver os nossos problemas.
Conselhos comunitários, projetos sociais, conscientização de todas as classes, busquemos a união que nos faz diminuir e controlar os nosso maior problema: A violência.
Ao princípio de relatividade eu busco a explicação deste caos, pois nao teríamos tanta violência se nós tivéssemos um bom nível na educação, orientando a todos e conscientizando dos males,saúde e oportunidades maiores de inclusão social para os excluídos.
Obrigado mais uma vez pela atenção que me foi dada. Paz!
Ponto Crítico/Robert Dore