Consultoras dão 20 dicas de como se comportar em festas de fim de ano


Com que roupa eu vou? Posso levar um amigo de última hora? Fica mal retocar o batom em público? Dúvidas como essas costumam atormentar quem está se preparando para as comemorações de fim de ano. Para contornar as possíveis gafes no Natal e no réveillon, VEJA SÃO PAULO ouviu duas das maiores especialistas em etiqueta do país, Gloria Kalil e Claudia Matarazzo. De maneira simples e direta, elas ensinam o bê-á-bá das boas maneiras. E não falta experiência à dupla. Autora dos best-sellers “Chic”, “Chic Homem”, “Chic(érrimo)” e “Alô Chics!”, Gloria contabiliza a venda de mais de 300 000 exemplares de seus manuais. Desde 2007, Claudia Matarazzo está à frente do cerimonial do governo do estado de São Paulo e escreveu treze livros sobre o tema, entre eles “Etiqueta sem Frescura”, que, lançado em 1993, se encontra na 31ª edição. Confira o que elas dizem.
Festas em família e entre amigos
Crianças sempre ganham presente?
“Até 12 anos, é de bom-tom dar uma lembrança. Pode ser um brinquedo ou um livro, mas não é obrigatório”, diz Claudia. “Adolescentes não são muito fáceis de contentar. Como eles já lidam bem com dinheiro, uma graninha agrada muito.”


O anfitrião ganha uma lembrança?
“Se não for uma pessoa íntima, não é necessário”, opina Gloria. “Mas é delicado enviar flores no dia seguinte, com um cartão de agradecimento.” Para Claudia, um presente universal, como uma cesta de gostosuras (enviada um dia antes), um porta-retratos ou uma caixa bonita, sempre é bem-vindo.


Peça ajuda
Você, que já está abrindo a casa para a recepção, pode (e deve) solicitar aos convidados que levem um prato. “Mas faça isso com pelo menos três semanas de antecedência”, recomenda Claudia. Assim, as pessoas se organizam sem se estressar. Quem define o menu é você. Do contrário, o risco é ter mais de um tender ou sobremesas repetidas. Serviço à americana é a melhor opção para muitos convidados, já que dificilmente há lugar para todos à mesa.


E se o amigo da onça aparecer?
Não precisa virar a cara, mas cumprimente friamente. “Tentar ser muito civilizado é passar recibo de falsidade”, afirma Claudia. Se preferir evitar o encontro, sonde o anfitrião. “Como quem não quer nada, pergunte-lhe que turma está chamando”, recomenda Gloria. Assim, você fica prevenido. O anfitrião tem todo o direito de convidar quem ele quiser, mas convém fazer um mix agradável para garantir o sucesso da festa.


Como fugir do presente previsível?
Na hora da escolha, em vez dos chocolates de sempre, que tal oferecer preciosidades gastronômicas, sob medida para gourmets de ambos os sexos? Nessa categoria, encaixam-se azeites aromatizados, vinagres importados, pimentas, kits de tempero e, se o bolso permitir, um curso rápido de culinária com um chef estrelado. Para as mulheres, também vão muito bem um vale-day spa e cremes de todo tipo.


Vai topar com o(a) ex?
E daí? Se lhe passou pela cabeça fugir da situação, pense mais uma vez e não deixe que isso azede a noite. “Se você é o anfitrião, avise aos dois que foram convidados. Assim, eles decidem se devem ir ou não”, afirma Gloria. “Cada caso é um caso, mas, nessas horas, estão todos bem-arrumados e seguros de si. Em geral, as pessoas tiram de letra essas situações. Se o encontro for muito perturbador, saia de perto e divirta-se”, emenda Claudia.



A hora de ir embora
“Tem de ter o famoso desconfiômetro, do contrário vão te pôr na rua”, brinca Gloria. Se o café faz parte do serviço — e ele já está sendo servido —, essa é a senha, na opinião de Claudia. “Convém observar o comportamento dos convidados. Quando alguém começa a contar piadas e dá sinal de que está alegrinho demais, é hora de dizer tchau.”


Amigo sem convite
Só leve alguém de última hora se você tiver uma boa razão. “É o caso de um hóspede, de alguém que está sozinho”, ressalva Claudia. “Mas avise e pergunte se vai atrapalhar.” E prepare-se para uma recusa. “O dono da casa pode ter suas razões para dizer não, então não é o caso de se ofender”, pondera Gloria.


E as crianças?
Numa festa em família, espera-se que elas estejam presentes. Para Claudia, é sempre melhor se uma babá puder acompanhá-las. “Se seu filho estiver em idade de dormir cedo, peça licença para deixá-lo em um lugar sossegado da casa.”


Recuse com elegância
“‘Que pena, justo nesse dia vou viajar’ ou ‘Também estarei recebendo em casa’”, sugere Gloria como desculpas aceitáveis para evitar o constrangedor encontro com pessoas indesejáveis. “Afinal, uma festa não é uma condenação.”


Atraso é tolerável?
“Depende”, responde Gloria. “Se a festa for na casa do anfitrião, não tem tanto problema chegar uma hora depois. A coisa muda de figura se for num restaurante. Aí a tolerância é zero, porque é muito desagradável segurar mesa, garçons...” Para Claudia, o máximo de atraso permitido são quinze minutos. “Nesse aspecto, é melhor ser xiita. Os amigos não merecem ficar esperando. É desconsideração.”



Você dá a festa
O número de convidados deve ser adequado ao espaço disponível. Não é obrigatório que todos se sentem à mesa. “Para trinta convidados, é bom que vinte possam se acomodar em volta dela”, afirma Claudia. Os demais podem ficar no sofá e poltronas e, num sistema de rodízio (já que as pessoas circulam pelo ambiente), se aproximar da mesa.


Festa da empresa
Com que roupa?
O.k., a moda anda tão democrática que parece que tudo pode. Parece. Dica de ouro para as mulheres: evitem o look perua. Esqueçam fendas, decotes, transparências, qualquer coisa, enfim, que insinue sensualidade. “Claro que o estilo pessoal conta”, pondera Gloria. “Tem quem goste de exibir exuberância ou os que, na casa dos 50 anos, se sentem muito jovens. Tudo bem. Há roupas chiques para todos os estilos. E hoje existe tanta informação sobre moda que fica difícil errar.”



Capriche na maquiagem
O que não significa carregar no pó, na base e nas sombras. “Para um resultado natural, prefira produtos de textura leve, como os géis, que duram mais e não derretem no calorão de dezembro”, sugere Claudia. “Festa de empresa é área de trabalho, mas não é escritório”, lembra Gloria. “Então, faça um make diferente do dia a dia, mas com mão leve.”


Retocar o batom em plena festa?
Nem pensar. “Faça isso no banheiro, porque é um gesto de intimidade que não deve ser compartilhado com ninguém”, ensina Claudia.


Hora do presente, oba
Amigo secreto só tem graça com um mínimo de quatro pessoas. Quanto mais gente
participar, mais animada a brincadeira. Não gostou do mimo? Repita mentalmente, como um mantra: “É Natal, é Natal”. Faça um esforço para que o espírito festivo não bata em retirada. “Treine a cara boa”, resume Claudia. Assim, se você ganhar triviais cuecas ou meias, vai conseguir disfarçar a decepção. Sinceridade é uma virtude, mas não nessa hora.


Embalagem é tudo
Além de valorizar o presente, denota consideração. Então, descarte (e mande para a reciclagem) a original, se for do tipo saco plástico ou papel comunzinho. “Presente mal embrulhado é um desastre, dá a impressão de que você está passando para a frente algo que ganhou e de que não gostou”, opina Gloria.


Acerte na escolha
Roupas íntimas e perfumes dependem muito do gosto pessoal. Evite. Livros, sim, são uma aposta neutra. Gaste de acordo com o valor estipulado para afastar constrangimentos. “Mas, se você ganhar algo muito mais caro do que o combinado, não se sinta mal”, diz Claudia. “Entenda isso como um gesto de carinho e prestígio.”


Beber pode?
Sim. Mas a regra básica número 1, alerta Claudia, é jamais passar de um copo e meio. “Essa é a margem de segurança e não engorda (ainda)”, brinca. “Depois do segundo drinque, fica fácil perder o controle.” Em vez dos destilados, prefira bebidas mais leves. O álcool deixa as pessoas livres, leves e soltas. E aí, para um comportamento inadequado, tipo falar alto demais ou dar gargalhadas escandalosas, é um pulo. “Seu chefe, sim, pode beber à vontade, porque ele tem autoridade para demiti-lo, você não”, ressalta, bem-humorada, Gloria. No mais, beba, divirta-se. Com moderação, bem entendido.



Na casa do chefe
“Mantenha certa sobriedade. Afinal, não é uma festa tão descontraída quanto as ocasiões entre amigos”, lembra Claudia. Um presente vai bem? Sim. Pode ser um espumante, um bolo natalino ou algo mais personalizado. “Digamos que seu chefe seja louco por gatos. Neste caso, um livro sobre felinos vai agradar.” Se o convite for extensivo à família, prepare ambas as partes, para que haja uma adequação mútua. “Conte ao chefe quem vai — crianças, a mãe idosa etc. — e reforce ao pessoal de casa como se comportar.”

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Paraíba está afastando as oligarquias do poder, aponta jornal de São Paulo

O Jornal O Estado de S.Paulo publicou na edição deste domingo (12) uma matéria retratando a desigualdade educacional existente entre os estados do Nordeste e do Sul do país, ao analisar os índices do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) que avalia o nível educacional de jovens de 15 anos de idade.

De acordo com a matéria,os estudantes do Nordeste apresentam “baixíssimo nível de compreensão e aprendizado escolar e, no futuro, serão tão segregados no mercado de trabalho quanto foram seus pais”.

Mas, uma boa notícia foi constatada: os eleitores da Paraíba já começaram a afastar as oligarquias do poder e, por isso, obtiveram resultados melhores que o Rio Grande do Norte, Maranhão e Alagoas, por exemplo, que ainda são governados por famílias de tradição na vida pública.

Confira a matéria na íntegra:
Aplicado em 65 países para avaliar o nível educacional de jovens de 15 anos de idade, o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) reprisou um dilema que se repete há décadas no Brasil, sem registrar nenhum progresso: os estudantes de Estados do Nordeste têm baixíssimo nível de compreensão e aprendizado escolar e, no futuro, serão tão segregados no mercado de trabalho quanto foram seus pais. Realizado a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Pisa detectou avanços lentos entre os alunos do Sul e do Sudeste e mais em escolas privadas do que nas públicas. Mas no Nordeste a tragédia é reprisada a cada pesquisa.

Essa realidade nada mais é do que um sintoma, reflexo de uma situação política em que há quase um século certas oligarquias nordestinas dominam o poder político e econômico local, apropriam-se de bens e riquezas e mantêm a população confinada na pobreza. Há anos à frente dos governos, não interessa a essas famílias democratizar e melhorar a qualidade na educação, porque seu sucesso eleitoral depende justamente do atraso, da falta de conhecimento e de informação de uma população reduzida à condição de servos, de multidão aclamadora nas eleições.

A boa notícia é que, na maioria dos Estados, os eleitores já começaram a separar o joio do trigo e a afastar as famílias oligarcas. Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Piauí e Paraíba têm hoje governadores formados na vida política, que não mais exploram o sobrenome e a herança familiar que eternizam o poder, como ainda ocorre no Maranhão, Alagoas e Rio Grande do Norte. No Estado do Pará, o remanescente da prática coronelista Jader Barbalho acaba de renunciar ao mandato por ter sido condenado pela Justiça com base na Lei da Ficha Limpa. Foi eleito senador, mas não toma posse na próxima legislatura.

É verdade que, mesmo em Estados onde não ocupam o governo, os oligarcas ainda mantêm fatias importantes de poder. Mas também é verdade que a democracia fez a sua parte e os tirou dos palácios de governo. Porém, naqueles onde ainda governam, eles tratam de alimentar o esquema político que os sustenta há anos e que inclui o manejo da máquina administrativa, aliança com os Poderes Legislativo e Judiciário, relações de troca com o poder central em Brasília e domínio dos meios de comunicação, este último fundamental para manter sob o cabresto a população local, sobretudo os menos afortunados em acesso à educação e à informação.

No ranking do Pisa são justamente os Estados dominados por famílias - Rio Grande do Norte, Maranhão e Alagoas - que apresentam as piores pontuações do País em leitura, Matemática e Ciências. Neles, é o ensino público que prevalece, pois a população é pobre, não tem como pagar escola privada. Neles, professores descrevem cenas dramáticas de estudantes desnutridos, carteiras quebradas, falta de livros e cadernos, escolas desabando, professores despreparados, ausentes e mal remunerados. As crianças até estão na escola, mas não aprendem. Ao distribuir verbas, os governos não priorizam a educação ou desviam o dinheiro para campanhas eleitorais. É assim que, comparado com os Estados do Sul e Sudeste, os governos do Nordeste submetem os nordestinos a um verdadeiro apartheid social, em educação, emprego, alimentação, etc.

Criada em 1959 pelo economista Celso Furtado, a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) tinha o propósito de levar progresso econômico, reduzir desigualdades regionais e tirar o Nordeste do atraso e da pobreza. O progresso não aconteceu, as desigualdades persistem, o atraso também, e os recursos públicos que deveriam financiar empreendimentos econômicos sumiram em projetos inexistentes. Furtado tinha boas intenções, mas os aplicadores do dinheiro não.

Se canalizado honestamente para a educação, todo o dinheiro público que alimentou a Sudene e a indústria da seca e outros recursos tomados em nome do povo nordestino, nos últimos 50 anos, a esta altura só existiria por lá doutor.

Estado de São Paulo

Governo Federal estuda fim da reprovação e alfabetização de alunos até os 8 anos de idade

As novas diretrizes curriculares para o ensino fundamental de nove anos foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). Uma das determinações do órgão é que todos alunos devem ser plenamente alfabetizados até os 8 anos de idade. O CNE ainda “recomenda fortemente” que as escolas não reprovem os alunos até o 3° ano dessa etapa.  

O parecer já foi homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e deve ser publicado terça-feira (14) no Diário Oficial da União. “Nossa orientação é muito clara: todas as crianças têm direito de aprender e as escolas devem assegurar todos os meios para que o letramento ocorra até os 8 anos de idade. Não é uma concepção simplista de que defendemos a aprovação automática”, explica o conselheiro César Callegari, relator do processo.  

O parecer recomenda que os três primeiros anos do ensino fundamental sejam considerados um bloco único, um ciclo de aprendizagem. Durante esse período, a escola deve acompanhar o desempenho de cada aluno para garantir que ele seja alfabetizado na idade correta. O texto ressalta que cada criança tem um ritmo diferente nesse processo, que, por isso, deve ser contínuo.  

"Assim como há crianças que depois de alguns meses estão alfabetizadas, outras requerem de dois a três anos para consolidar suas aprendizagens básicas, o que tem a ver, muito frequentemente, com seu convívio em ambientes em que os usos sociais da leitura e escrita são intensos ou escassos, assim como com o próprio envolvimento da criança com esses usos sociais na família e em outros locais fora da escola", diz o documento  

“A descontinuidade e a retenção de alunos têm significado um grande mal para o país. Sobretudo para crianças nessa fase, não tem cabimento nenhum atribuir à criança a insuficiência da aprendizagem quando a responsabilidade é da escola”, defende o conselheiro César Callegari.  

O parecer determina quais são as disciplinas básicas do ensino fundamental, atualizando o currículo após a criação de leis que tornaram obrigatório, por exemplo, o ensino da música. O próximo passo do conselho, segundo Callegari, será determinar “expectativas de aprendizagem” para cada fase, ou seja, o que cada criança brasileira tem o direito de aprender em cada série ou bloco. O Ministério da Educação (MEC) está trabalhando nisso junto com estados, municípios e pesquisadores.  

“Isso tem a ver com a subjetividade do direito, as crianças têm direito não só à educação, mas à aprendizagem. Nós temos que dizer com clareza quais são essas expectativas para que todos se comprometam com a sua realização”, afirma.  

O conselheiro acredita que essa definição irá orientar a organização dos currículos, que, na opinião dele, hoje se pautam por avaliações como a Prova Brasil e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “É uma inversão completa. São os currículos que devem orientar as avaliações e não o contrário. Queremos que as escolas e sistemas de ensino construam seus currículos, mas a partir dessas expectativas. Isso é particularmente importante neste momento em que vivemos uma fragilidade na formação inicial dos professores”, avalia.  

Agência Brasil

Cidades da Paraíba terão aumento de 156 novas vagas de vereadores em 2012

O número de vagas nas câmaras municipais, a partir das eleições de 2012, será definido com base no censo deste ano do IBGE, que balizará a Emenda Constitucional 58, oriunda da PEC dos Vereadores. Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios projeta o aumento de 156 vereadores na Paraíba. Hoje, o Estado conta com 2.035 parlamentares em 223 Câmaras. Este número vai pular para 2.191 na próxima legislatura.

Com 723 mil habitantes, João Pessoa, por exemplo, que hoje tem 21 vereadores, vai ganhar o reforço de mais seis. A mesa diretora, tendo à frente o presidente Durval Ferreira (PP), vai elaborar um projeto de resolução, fixando o número de parlamentares na “Casa Napoleão Laureano” para 27.

Em Campina Grande, cuja a população ultrapassa os 385 mil habitantes, de acordo com o censo 2010, o número de vereadores vai saltar de 16 para 23, a partir de 2012. O presidente Nelson Gomes Filho (PRP), explica que não haverá aumento de gastos na “Casa de Félix Araújo”. “Pelo contrário, a Emenda 58 diminuiu o Orçamento da Câmara de 6% para 5% das receitas correntes da Prefeitura. Desde o início deste ano, duodécimo foi reduzido conforme a emenda”, justifica Nelson.

Já em Santa Rita, a população ultrapassou os 120 mil e ganhará oito vereadores. As vagas no Legislativo sobem de 11 para 19, em 2012. Em Bayeux, haverá o acréscimo de sete vagas na Câmara, pulando de 10 para 17. Por sua vez, o Legislativo de Cabedelo passa de 10 parlamentares para 15.

Em Mamanguape, o Parlamento Mirim vai aumentar de 9 para 13 o número de cadeiras, enquanto Guarabira ganhará mais cinco vereadores, pulando de 10 para 15. Na Câmara de Esperança, as vagas no Legislativo pulam de 9 para 13 e, em Monteiro, sobem de 9 para 13.

Patos ultrapassou os 100 mil habitantes, segundo o censo 2010. Sendo assim, a Câmara vai passar de 11 para 17 vereadores, um incremento de seis parlamentares, a partir da próxima legislatura. Na Câmara Municipal de Sousa, mais cinco cadeiras serão criadas.

Atualmente, o Legislativo tem 10 vereadores e subirá para 15. Em São Bento, o número de parlamentares passará de 9 para 13 e, em Piancó, de 9 para 11. Nas demais cidades onde houve o aumento significativo da população, o aumento do número de vereadores é de dois a quatro vagas.

Jornal da Paraíba

Major Fábio alerta RC para que pague reajuste dos PM’s e diz: “Lei não é brincadeira”

O deputado federal, Major Fábio (DEM), cobrou neste domingo, em entrevista ao ClickPB, que o governador eleito, Ricardo Coutinho (PSB), cumpra a Lei aprovada pela Assembleia Legislativa da Paraíba e sancionada pelo governador, José Maranhão (PMDB), que reajusta os salários dos policiais militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários a partir de janeiro próximo. 

“O que a tropa afirma é que conta com o cumprimento desta lei que foi aprovada pela Assembleia e sancionada pelo governo do Estado. Não cabe ao governo questionar legalidade disso, afinal a Assembleia não ia aprovar nada de brincadeira. Uma lei é coisa séria e esperamos que isto seja cumprido”, reiterou o democrata. 

Apesar de reconhecer que o projeto aprovado na Paraíba ainda não é a PEC 300, o Major destacou que tal reajuste melhora muito as condições dos policiais. “A sociedade está cada dia mais consciente da importância de remunerar bem os policiais e a Paraíba pode ser mais um Estado a dar o exemplo. Estou confiante que o governador Ricardo vai cumprir com esta lei. Seria muito ruim desapontar a categoria”, arrematou. 

Clickpb

IDENTIFICADAS VÍTIMAS FATAIS DE ACIDENTE COM ÔNIBUS DA GUANABARA. CELTA CAPOTA PRÓXIMO A “PEDRA DO TENDÓ”


  
As três vítimas fatais do acidente que aconteceu na madrugada deste domingo (12) envolvendo um ônibus da empresa Guanabara foram identificadas. Ecília dos Santos, 62 anos, natural de Sergipe; Anieire Medeiros Grícole, 38 anos de Maceió [fotos] e a criança de apenas 1 ano e 06 meses, Lívya Nicolly Lins, de Caetés Pernambuco, já chegaram em Patos sem vida. 

A confirmação das identidades das vítimas aconteceu na manhã deste domingo e confirmadas através de familiares que repassaram a documentação para a polícia. De acordo com informações extra-oficiais, os cadáveres foram enviados a Campina Grande para necropsia.

A empresa já manteve contato com familiares dos acidentados e a gerência confirmou que toda assistência será dada as vítimas e garantiu que as causas do acidente serão rogorosamente apuradas. Segundo informações cerca de 40 passageiros seguiam destino a Fortaleza-CE dos quais a maioria oriundas de Sergipe.

Já no final da serra de Teixeira o motorista perdeu o controle do ônibus de placas HYS 0946 - Fortaleza –CE, invadiu a contramão e caiu numa ribanceira. De acordo com informações do Hospital Regional, pelo menos 27 (vinte e sete) pessoas ficaram feridas. Muitas delas ficaram presas nas ferragens dificultando assim o trabalho do resgate.

Paralelo ao acidente com o ônibus da Guanabara, um Celta de cor vermelha e placas KLZ – 5818 Tabira-PE capotou numa ribanceira de aproximadamente, 08 a 10m de altura, porém apenas danos foi causado ao motorista.

Por um “verdadeiro milagre” motorista e passageiro escaparam da tragédia. O local é de difícil acesso e causou muito esforço para equipe de resgate do veiculo.

De acordo com informações de testemunhas, provavelmente os rapazes que não foram identificados pela imprensa, estavam sobre efeito de álcool, já que no local havia uma bolsa de gelo no acostamento da Pista e supostamente garrafas vazias no interior do carro.

Apesar de o veiculo ter placas de Tabira, de acordo com informações de testemunhas, os dois ocupantes moram na cidade de Patos. E foi justamente para Patos que eles foram socorridos. O carro caiu na ribanceira com tanta violência que até uma árvore foi arrancada pela raíz.

PortalPatos

Quatro concursos oferecem 350 vagas na PB

Quatro concursos na Paraíba com inscrições abertas neste domingo (12) oferecem 350 vagas. As oportunidades são todas áreas e os salários oferecidos chegam a R$ 7.333.
Os processos seletivos para o Conselho Regional da Ordem dos Músicos do Brasil, as prefeituras de Areial e Cuité e a Universidade Federal da Paraíba.
Confira abaixo mais detalhes sobre os concursos.
Conselho Regional da Ordem dos Músicos do Brasil
7 vagas até R$ 800,00
Ass. Administrativo e Fiscal Exer. Prof.
2º Grau 17/12/2010

Prefeitura de Areial
77 vagas até R$ 1100,00
Vários Cargos
1º 2º 3º Grau 19/12/2010

Prefeitura de Cuité
249 vagas até R$ 7500,00
Vários Cargos
1º 2º 3º Grau 02/01/2011

UFPB - Universidade Federal da Paraíba
17 vagas até R$ 7333,67
Professores
Superior 17/12/2010

Eliseu Lins

Sílvio Santos completa 80 anos

Sílvio Santos completa 80 anos
Se vale a máxima de que nenhum reality show é de fato real porque ninguém se comporta naturalmente diante de uma câmera, Silvio Santos, puro show, é exceção à regra. Não que Senor Abravanel estampe o tempo todo aquele sorriso contemplado pela TV. O caso é que o homem, 80 anos completados hoje, não tem como fugir daquela voz que tudo lhe deu, daquele timbre de quem venderia geladeira até no Polo Norte, e daquele senso de humor que nem as próprias desgraças perdoa.

Silvio sabe rir dos outros – mais do que de si. Ao fim daquele fatídico dia em que o sequestrador Fernando Dutra Pinto invadiu sua casa e lhe fez refém, diante de um exército de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas, teve humor para contabilizar quantas horas a Rede Globo, sua rival, havia lhe dedicado em toda a programação.

Avesso a entrevistas, mas vaidoso, adora posar para a Caras. Há coisa de dois anos, fotografou, feliz da vida, para a capa da revista, ao lado dos manequins de cera em tamanho natural que trouxe dos Estados Unidos. Como empresário, Silvio Santos é excelente animador, e tem ciência disso – há um mês, por ocasião do rombo anunciado no Banco Panamericano, admitiu que nunca havia pisado na instituição e que seu negócio, em todo o grupo de 44 empresas, é de fato a televisão. A seguir, o Estado revela histórias, manias e paixões de Senor Abravanel, o camelô que virou magnata, por quem o conheceu por trás do pancake.

Silvio por Luciano Callegari (ex-diretor artístico e de programação do SBT, foi seu braço direito por 43 anos): "Com aquela risada, quem vai falar mal dele? Ele começa a dar risada na hora em que entra no palco, aquilo é uma máscara. Quando corta, é outro cara, e depois dos 70 anos, ele perdeu o rumo. Ele administra por conflito, gosta de jogar um executivo contra o outro. A liderança dele é a liderança do terror. Ele não tem amigos, não sabe participar de roda de amigos. Conta piada só no palco. Não tem vida social. Está recluso em Celebration, município ligado a Orlando. Leva filmes do Brasil para assistir lá. É ‘Um pobre homem rico’."

Silvio por Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, ex-vice-presidente de Operações da Rede Globo): "Silvio Santos e Senor Abravanel não são a mesma pessoa, como se pensa. Silvio Santos é o maior apresentador da televisão, em todos os tempos, comparável aos melhores do mundo. Senor Abravanel é um empresário centralizador que se orgulha de ter soluções próprias, quase sempre de bolso de colete, inesperadas e pouco convencionais. Às vezes dá certo, às vezes não. Mas temos que reconhecer que os dois são brilhantes, fato comprovado pela carreira deles."

Silvio por Roque (Gonçalo Roque, coordenador de auditório, fiel escudeiro há 47 anos): "Conheci Silvio Santos na Rua Sebastião Pereira, na Rádio Nacional, quando eu entregava correspondência e trabalhava na portaria. Acabei indo ajudá-lo nos programas de auditório, atendendo o público e entregando brindes. O segredo dele para encantar uma plateia é o coração. Uma vez ele me disse: ‘Meu público é o que tenho de mais importante.’ Um dia ele voltou dos EUA e falou: ‘Trouxe uma ideia: a partir de agora, quero os banheiros que recepcionam o público mais limpos que qualquer cozinha de casa.’ Hoje nossos banheiros têm o melhor papel higiênico, flores e até coqueiro. E ele inspeciona de vez em quando."

Microfone de lapela. Por Callegari: "Era o tempo da TV Paulista ou já início da Globo. O Silvio mandou trazer dois microfones (de lapela) dos Estados Unidos, eram os únicos no Brasil. Chamou o Hélio Siqueira, e disse: ‘Você vai ser responsável por esses microfones.

Quando for gravar, quando for embora, você tem que estar junto com isso, não larga, é sua responsabilidade’. Um dia o Hélio pegou os microfones, colocou no carro, banco de trás, e saímos, eu, ele e o Neymar de Barros, com umas meninas. Fomos jantar e tal, e quando voltamos, 4h da manhã, tinham roubado os microfones. Foi na rua Major Diogo, na Bela Vista. O Hélio ficou tão apavorado que perdeu a memória e foi internado. O Silvio chamou a gente de moleque, ameaçou mandar embora, e o Hélio lá internado. O Silvio foi ver o Hélio e o Hélio dizia ‘quem é o senhor?’ (Luciano conta às gargalhadas). Ele ficou quatro dias no hospital. Quando voltou a trabalhar, o Silvio foi até ele: "Tá melhor? Ótimo. Não pense que eu esqueci, não: você vai pagar 200 cruzeiros por mês, que eu vou descontar do seu salário, até pagar tudo’."

Bebedeira. Por Boni: "Ainda na TV Paulista, aluguei uns quartos no Hotel Jequitimar no Guarujá, que muito tempo depois viria a ser comprado pelo Silvio. Por acaso encontrei o Silvio na praia e convidei-o a tomar uma caipirinha especial, feita por mim. Como se sabe, o Silvio não bebe. Mas, talvez para fazer uma média comigo, topou. Tomou a caipirinha de uma vez, como se fosse remédio, e caiu duro na areia. Tivemos que removê-lo para o quarto e arejá-lo. Chamamos um médico, mas antes ele voltou a si, dizendo: ‘Se você quer o meu horário eu dou, não precisa me matar’."

Rotina. Por Roque: "Dia sim, dia não ele está no SBT. Chega geralmente 8h30, 9h. Grava três vezes por semana. No camarim dele não tem luxo. Mas ele faz questão da grelha e do fogão lá, porque é ele mesmo quem cozinha, quase sempre bife. E adora os queijinhos dele, provolone... Quem cuida do camarim é a dona Raimunda, que está com ele há uns 15, 20 anos."

O artista. Por Callegari: Ele contratou a Carla Perez no auge. Aí dizia: ‘ela está fazendo muito sucesso, deixa esfriar um pouco pra gente colocar ela no ar’. Ela ficou quatro meses na geladeira. A minha leitura é a seguinte: ele vê em cada cara que faz sucesso uma concorrência pra ele. Quantas vezes ele prejudicou o Gugu porque o Gugu dava mais audiência que ele? Ele aumentava os breaks (comerciais ) do Gugu, colocava calhau (publicidade do Grupo SS)..."

Dica para o momento. Por Boni: "O Silvio Santos precisa de muitas dicas artísticas, mas antes o Senor Abravanel precisa de muitas dicas empresariais. Como os dois são rápidos e inteligentes, o SBT poderia reassumir logo a sua posição."

Demissão. Por Roque: O Silvio nunca gostou que dirigissem pra ele. Mas o Palito era um manobrista que trabalhava para o Silvio há anos. Ele só manobrava o carro do Silvio, não dirigia. Mandaram o Palito embora uma vez e, quando o Silvio descobriu, falou que tudo bem, mas que ele só voltaria a trabalhar quando o Palito estivesse de volta."

Silvio por Silvio. "Fui obrigado a ser dono de televisão, eu não nasci dono de televisão, eu nasci animador de programas e continuaria sendo animador de programas, se os homens não fossem tão vaidosos, tão poderosos." (em 1989, em seu programa).


ESTADÃO

Presos fazem tumulto no Serrotão

Presos fazem tumulto no Serrotão
Presos da penitenciária do Serrotão em Campina Grande se revoltaram e iniciaram um tumulto depois que Anastácio Isaac dos Santos, 27, foi baleado no peito. O incidente teria acontecido durante a recontagem dos presos após a visita de parentes e amigos dos apenados. Os próprios agentes da unidade prisional controlaram a situação.

Uma unidade do Samu foi chamada para o local, ainda não se sabe de onde partiu o disparo. A vítima é natural de Alagoa Nova (PB) e estaria preso acusado de furto. Anastácio foi levado às pressas, mas em estado regular, para o Hospital Regional de Campina Grande, onde passou por cirurgia.  


Paraíba.com

Cultura do abacaxi pode elevar o PIB paraibano

Cultura de destaque na Paraíba, o abacaxi tem levado ao Estado o título de maior produtor do Brasil, inclusive ganhando da região Sudeste e Norte. Segundo pesquisadores, com uma produção de aproximadamente 9.500 hectares de área plantada com estimativa para próxima colheita de 290 milhões de frutos, pode ajudar a elevar o PIB do Estado.
De 2003 até o final de 2009, o Nordeste vinha alternando-se com o Sudeste no posto de maior região produtora brasileira, com destaque para Paraíba, Bahia, e Rio Grande do Norte. Segundo José Teotônio de Lacerda, pesquisador da Emepa (Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba), hoje, a região Nordeste assumiu a posição de primeiro lugar e a Paraíba é o maior produtor de abacaxi. “Os dados são baseados em pesquisas realizadas pelo órgão nos municípios produtores da cultura”, concluiu.
Para Eudete Petelinkar, assessora técnica do SENAR-PB, em 2010 a Paraíba teve um aumento de 5 a 10% na área plantada da cultura. Devido a boa plantação dos agricultores, a tendência é que o Estado permaneça com crescimento em 2011.
Jornal CORREIO