Paulo Bernardo faz apelo para que população receba recenseadores

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, fez um apelo hoje (1º) para que a população abra as portas de suas casas para receber os recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A coleta de informações para o Censo 2010começou hoje (1º) em todo o país.
“O censo é a mais completa fonte de informações que um país pode ter para conhecer as condições de vida do seu povo e vai servir de base para que governos federal, estadual e municipal elaborem políticas públicas e para que universidades façam levantamento da realidade brasileira”, disse Paulo Bernardo à Agência Brasil.
Segundo ele, qualquer pessoa pode agendar o horário para receber a visita do recenseador em sua residência ou em outro local a combinar. “Eu e minha família agendamos para hoje às 15 horas em minha casa. E fui informado que eles já estiveram esta manhã na casa do governador [do Paraná] Orlando Pessuti.”
Paulo Bernardo ressaltou a importância da participação da população no censo, com informações precisas sobre família, moradia e trabalho. Segundo ele, quem desconfiar dos profissionais pode checar a identidade deles ligando para 0800 721 8181. “Os recenseadores estarão uniformizados e credenciados”, ressaltou.
O ministro definiu o censo deste ano como um trabalho gigantesco do IBGE. “Do ponto de vista orçamentário custará cerca de R$ 1,7 bilhão para atingir os cerca de 190 mil recenseadores que vão percorrer mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados", disse o ministro.

Travestis reivindicam inclusão do nome social nos documentos de identificação

Os travestis e transexuais do país aproveitaram a decisão da Receita Federal de incluir o companheiro ou companheira como dependente na declaração do Imposto de Renda para reivindicar a inclusão do nome social nos documentos de identificação.
De acordo com a vice-presidente da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais, Marjorie Marchi, a medida não alcança a categoria da mesma forma que beneficia gays e lésbicas, embora seja uma iniciativa "louvável" e importante na garantia de direitos.
"Gays e lésbicas têm uma situação social confortável a ponto de suas reivindicações serem: menos preconceito no mercado de trabalho, na escola, a possibilidade da união civil e a criminalização da homofobia. Para nós, são bandeiras, mas não são as principais. Ainda precisamos existir nos nossos documentos. Não existimos para o Estado", criticou.
Marjorie explica que sem direitos civis e sociais, mesmo que a união estável fosse aprovada no país, como ocorreu na Argentina há duas semanas, os travestis continuariam à margem das mudanças sociais.
"Travestis e transexuais têm inúmeros direitos negados, como frequentar uma escola, trabalhar. Nossa luta ainda está atrás da degays e lésbicas, que já pensam no casamento. Eu não quero me casar, por exemplo, com meu nome de homem. Travestis não são homossexuais", disse.
A utilização do nome social em documentos de identidade é permitida em alguns estados. Para regulamentar a questão no país, tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei da deputada Cida Diogo (PT), apresentado em 2008.
De acordo com o movimento, que defende o reconhecimento da identidade travesti como gênero feminino, a proposta, que cria a possibilidade da utilização do nome social ao lado do nome oficial nos documentos, esbarra na burocracia e no preconceito.
Agência Brasil

Bolsa Família poderá dar verba extra para aluno com bom rendimento

A Câmara analisa o Projeto de Lei 7332/10, do Senado, que dá prêmio em dinheiro para os estudantes participantes do programa Bolsa FamíliaPrograma de transferência de renda destinado a famílias em situação de pobreza, com renda mensal até de R$ 140 per capita. Os valores pagos pelo Bolsa Família variam de R$ 22 a R$ 200, de acordo com a renda e com o número de crianças e adolescentes da família. Para receber o benefício, a família precisa ainda matricular e manter os filhos na escola, além de cumprir o calendário de vacinação. Atualmente, mais de 11 milhões de famílias são atendidas pelo programa em todos os municípios brasileiros. que tiverem bom desempenho acadêmico em avaliação oficial. Pela proposta, o benefício será variável e sem limite por família.

O resultado que deve ser alcançado e o valor do benefício a ser pago não foram definidos pelo projeto. O autor, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), optou por deixar os detalhes para o regulamento que deverá ser editado pelo Poder Executivo – se o projeto for aprovado.

Para Jereissati, a frequência às aulas, por si só, não é indicativo de sucesso escolar. "Há informações de que os professores, penalizados com a situação dos alunos de famílias cadastradas no Bolsa Família, acabam negligenciando esse controle", afirma.

Características do programa
O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda que beneficia famílias pobres. A participação no programa está condicionada à realização de exame pré-natal, ao acompanhamento nutricional, ao monitoramento de saúde e à frequência dos alunos em 85% das aulas.

A Lei 10.836/04 limita o pagamento da ajuda, por família, a três estudantes entre 0 e 15 anos e a dois estudantes entre 16 e 17 anos. Os valores variam entre R$ 22 e R$ 200, dependendo da renda da família e da idade do aluno. Atualmente, a lei não estabelece nenhum benefício extra relativo ao desempenho escolar.

Tramitação
A proposta, que tramita em regime de prioridade, será analisada conclusivamente pelas comissões de Educação e Cultura; de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Lei mais dura para o motorista que mata


Quem põe vidas em risco nas ruas vai enfrentar penalidades mais duras. Essa é a aposta do Detran-RJ ao sugerir novas regras de trânsito ao Congresso Nacional. Hoje, a punição administrativa para o motoqueiro sem capacete — 1 ano sem dirigir — é mais rígida que a de quem mata ao volante. 

Se não ficar provado que Rafael Bussamra, 25 anos — que atropelou e matou Rafael Mascarenhas, 18, filho da atriz Cissa Guimarães —, conduzia em alta velocidade ou batia ‘pega’, ele só terá que refazer exames exigidos na primeira habilitação e assistir a aulas de reciclagem. Se a lei mudar, acidentes com morte poderão custar a suspensão do direito de dirigir por até 5 anos, sem depender de ação judicial.

Atualmente, em casos de acidentes graves, o direito de dirigir só é suspenso nas situações já citadas se o motorista estiver alcoolizado ou em outras seis hipóteses. De 11.414 acidentes graves avaliados pelo Detran-RJ desde 2001, só 1.597 (ou 13,9%) foram punidos.

Coordenador da Comissão de Julgamento do Detran-RJ, Flavio Horta, que apresentou a proposta de mudança no Código de Trânsito Brasileiro, tem apoio unânime dos Detrans do País. A proposta tramita em comissões no Congresso, sem data para ser votada.

Ao lado dos filhos Thomaz e João Velho, e com o neto José no colo, filho do primeiro, Cissa Guimarães esteve ontem num teatro em Ipanema, Zona Sul do Rio. Após a estreia da peça infantil ‘Joaquim e as Estrelas’, protagonizada por João — que vive um menino fascinado por estrelas —, a atriz afirmou:

“A peça me emocionou muito. Tenho um filho no palco que é uma estrela, e agora também tenho mais uma estrela no céu”, disse a atriz, referindo-se a Rafael Mascarenhas.

5 minutos com: Flávio Horta, coordenador do Detran

"O infrator não leva a pena a sério"

Motoristas que ultrapassam o limite de pontos por infrações e continuam nas ruas não são raros. Ao contrário, é difícil encontrar no mar de 100 mil habilitados do estado quem tenha tido o direito de dirigir cassado por infrações frequentes ou por ter sido flagrado ao volante apesar da suspensão. Recursos e o poder limitado do Detran para agir permitem que condutores imprudentes sigam ao volante.

1. As sanções para motoristas previstas hoje no Código de Trânsito Brasileiro são suficientes para reprimir conduta perigosa?

—Não. O Detran-RJ aposta na possibilidade de aumentar a punição. Mas isso precisa ser feito por lei, em Brasília. Nós nos reunimos com outros Detrans do País e levamos propostas, que foram aprovadas por unanimidade. Nossa principal luta é ter chance de instaurar processo administrativo quando há acidente grave e poder cassar ou suspender a carteira. O máximo que fazemos hoje é exigir que os exames sejam refeitos.

2. Como tornar as punições do Código mais eficazes?

—Hoje o Detran investe muito em educação, mas uma parte dos motoristas ainda resiste. Para essa parcela, é preciso ter penas que desestimulem infrações. Hoje o motorista não leva a sério. Não entrega a habilitação e continua a rodar. Uma pessoa de moto sem capacete pode ter a carteira suspensa por até um ano. Mas quem se envolve em acidente com morte não passa por processo porque o Código de Trânsito não prevê. Acho que o ideal seria ter suspensão do direito de dirigir por até dois anos e que a cassação valesse por cinco anos.

3. Seria suficiente para condutores pensarem duas vezes antes de colocar outras pessoas em risco?

—Não dá para imaginarmos o que vai passar pela cabeça do motorista. Mas, na medida em que um ou outro caso ganha repercussão e o condutor é punido, funciona como exemplo. É parecido com dirigir depois de beber. O motorista sempre soube que não podia, mas, com a fiscalização mais apertada, ele tem receio de se dar mal.

4. Como funcionaria a punição para quem se envolve em acidente?

—Hoje existe uma Comissão Cidadã, com participantes da sociedade civil e do Conselho Estadual de Trânsito (Cetran), que analisa os casos de acidentes e recomenda a punição. O pior castigo atualmente é refazer todos os exames para tirar a habilitação e frequentar aulas de reciclagem. A proposta é que a comissão possa indicar que o condutor seja suspenso. Desde 2001, a Comissão já avaliou 11.414 casos, e 1.597 motoristas foram punidos.

5. Todo acidente grave passa pela Comissão Cidadã?

—Pelo menos seis mil casos não vão à frente por falta de informações. Quando sabemos de casos pela imprensa ou denúncia, mandamos ofício à delegacia da região pedindo informações, mas nem sempre somos atendidos e os processos acabam sendo arquivados.

Patosonline

Lideranças organizam a Primeira Marcha Contra a Pedofilia do Sertão

A primeira Marcha Contra a Pedofilia a se realizar no Sertão da Paraíba está sendo organizada com previsão de se realizar na cidade de Cajazeiras. A iniciativa é do jornalista do Paraíba Urgente, Bruno de Lima. A data e local exato da realização do evento serão definidos esta semana.
O idealizador do evento realizará encontros com diretores de colégios e instituições de relevância na sociedade do Sertão da Paraíba, como as igrejas, no sentido de que todos se engajem neste movimento destinado a seduzir a população do Sertão para a luta contra a Pedofilia.
Bruno Lima, que é presidente do Movimento de Combate a Pedofilia em Municípios do Sertão, afirmou que a marcha tem como objetivo alertar a sociedade para o fato de que a pedofilia se configura numa praga que está se proliferando em todo o mundo. A data e hora do evento será definido ainda esta semana em reunião com os organizadores do protesto.
Wellington Farias

Adesão: prefeito de Nazarezinho Junior Braga confirma apoio a Zé Maranhão

Adesão: prefeito de Nazarezinho Junior Braga confirma apoio a Zé Maranhão
O prefeito de Nazarezinho, Júnior Braga (PTB), reiterou o apoio à reeleição do governador José Maranhão (PMDB), que encabeça a Coligação ‘Paraíba Unida’, durante inauguração do Comitê Central da majoritária em Campina Grande, neste sábado (31). “Nós já estamos em plena campanha, trabalhando e vendo que o nome de Zé Maranhão está bem aceito na região”, disse.

Perguntado o que faz de Zé Maranhão o melhor nome para governar a Paraíba, a partir de 2011, Júnior Braga foi rápido à resposta: “Maranhão tem levado obras a todos os municípios, sejam eles grandes ou pequenos. Ele se dedica a um trabalho digno e de respeito por todos os paraibanos”.


Assessoria