Tremor de terra atinge interior de Pernambuco


Um tremor de terra de magnitude 2,4 na escala Richter atingiu o interior de Pernambuco na noite de sábado (27). O coordenador do departamento de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Joaquim Ferreira, informou que o abalo ocorreu às 23h21 e o epicentro foi localizado no município de São Caitano (PE).

"Esse tremor não tem nenhuma relação com o terremoto que aconteceu no Chile. Essa região já registrou tremores antes. Fizemos estudos na região e lá há uma falha ativa”.

De acordo com Ferreira, moradores da região de São Caitano e Caruaru puderam sentir o tremor, mas geralmente essa magnitude baixa não provoca estragos.

Tremores registrados nessa região geralmente ocorrem entre 4 e 6 quilômetros de profundidade, conforme explicou o técnico em sismologia da UFRN Eduardo Alexandre de Menezes.
Sem danos
O Corpo de Bombeiros de Caruaru recebeu pelo menos dez chamados de pessoas assustadas com o tremor de terra, segundo o soldado Anderson Carlos. As ligações partiram principalmente de bairros mais próximos à cidade vizinha de São Caitano, onde foi localizado o epicentro do abalo.

Apesar do susto, os bombeiros não registraram feridos ou danos a residências. De acordo com o soldado, os moradores apenas relataram a sensação de que o chão estava se mexendo. 

Philips do Brasil vai parar de fazer lâmpadas

Empresa diz que paralisação será concluída em junho deste ano. Sindicato dos Metalúrgicos quer explicações para impedir demissões.


A Philips anunciou, nesta sexta-feira (26), que vai encerrar a produção de lâmpadas no país a partir de junho deste ano. O processo de paralisação, segundo nota divulgada pela empresa, será feito em duas etapas: a primeira passa a valer imediatamente, com a descontinuidade da unidade de lâmpadas para iluminação pública de Capuava, em Mauá, no ABC paulista. A segunda acontecerá no terceiro trimestre deste ano, com o encerramento das demais atividades da fábrica.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá divulgou nota informando que vai requerer mais esclarecimentos sobre as razões para o fechamento da unidade. O presidente do sindicato, Cícero Martinha, disse que vai realizar uma assembleia com os funcionários da fábrica de Capuava na segunda-feira (1º).

Martinha informou que a medida adotada pela Philips vai provocar a demissão de 475 trabalhadores. Caso a empresa não faça uma proposta para os funcionários, o sindicato pretende fazer um acampamento na fábrica como forma de protesto e tentar evitar as demissões.

Ainda segundo nota da Philips, a empresa pretende importar as lâmpadas de outras fábricas da Philips na Ásia, Europa e América do Norte. A medida, ainda de acordo com o documento, não provocará ruptura no forncecimento do produto para o mercado nacional.

A Philips informou que investiu US$ 300 milhões no país para a aquisição de empresas na área de fabricação de equipamentos médicos, fabricação de luminárias profissionais e de consumo com tecnologia de LEDs, fabricação de telas de cristal líquido, produção de barbeadores e sistemas de som para automóveis.

Expectativa de vida na Capital é comparável à da Noruega e Etiópia


Viver mais e melhor: eis o desejo de qualquer pessoa. Para quem mora em João Pessoa, o cenário de expectativa de vida se mostra bem distinto de acordo com o bairro em que se resida. Um relatório repassado pela Secretaria de Planejamento do Município (Seplan) mostra que, no quesito longevidade – um dos indicadores sociais usados no cálculo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a situação aparece bastante favorável em pelo menos dez bairros pessoenses.

Os dados são referentes ao período entre 1998 e 2005 e mostra que a expectativa de vida ao nascer de quem reside no Pedro Gondim (85,32) e no Brisamar (80,91), por exemplo, era bem mais elevada do que em países como a Noruega (80,5), primeiro lugar no IDH, e o Japão (82,7), nação onde os habitantes vivem por mais tempo, segundo levantamento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Os números dos países são relativos a 2007, mais recentes, divulgados do ano passado.

No componente longevidade, os lugares de destaque em João Pessoa são ainda o bairro dos Estados, Expedicionários, Cabo Branco, Jaguaribe, Tambaú, Tambiá, Jardim Cidade Universitária e Bessa (incluindo Oceania e Aeroclube). A média de vida no bairro dos Estados, localidade que ocupa a terceira posição no ranking elaborado pela secretaria corresponde a 79,05.

A secretária Estelizabel Bezerra, da Seplan, explica que os resultados refletem a melhoria na qualidade de vida dos moradores da capital na sua totalidade e medidas estão sendo adotadas para que os patamares alcancem níveis bem mais elevados. Segundo a diretora de Vigilância à Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Júlia Vaz, programas para promover a saúde da população, como o João Pessoa Vida Saudável criado em 2007, influenciam nos resultados dos indicadores de saúde.

Foi no João Agripino, que fica próximo ao Brisamar e também possui elevado grau de expectativa de vida (74,23 anos), que Maria Alice de Sousa, de 68 anos, e Francisco Henrique de Sousa, 72 anos, decidiram viver há 35 anos, assim que casaram. O Centro da cidade, onde foram morar inicialmente, não era mais considerado o ideal para uma família que estava nascendo.

“Começaram a vir os filhos e queríamos mais tranquilidade e conforto. O bairro tinha acabado de ser construído, mas o local denunciava que não haveria melhor para quem visa à qualidade de vida. A brisa é muito boa, afinal, estamos perto do mar”, conta a comerciante, lembrando da proximidade do local com centros comerciais, “o que facilita a vida de qualquer pessoa”.

A professora Maria da Penha da Silva também escolheu morar no bairro há mais de 30 anos, poucos anos após chegar do Rio de Janeiro. A alteração veio por conta da decisão do marido, que atuava como engenheiro em uma empresa de telefonia, em mudar de emprego e de cidade. A primeira residência na capital paraibana foi no bairro Cidade dos Funcionários I, mas logo aconteceu a mudança. “A estrutura do local e também da própria residência era bem inferior e optamos por trocar de casa. Na época, meu esposo havia aceitado uma proposta para trabalhar aqui”, lembra.

Com 57 anos e mãe de dois filhos, Penha se recorda de que muitos fatores os levaram a trocar de bairro. Um deles está ligado à infraestrutura encontrada no João Agripino. A rua não tinha calçamento, mas já havia rede de esgoto e o clima era agradável, como ela conta. “Próximo da minha casa, dava para ver o mar. O ar saudável e aquela sensação de estar vivendo melhor foi um dos pontos positivos que nos fizeram permanecer aqui, já que pagávamos aluguel e depois compramos uma casa”, detalha. A tranquilidade e segurança também foram favoráveis para que a professora não procurasse outra área para viver.

O cenário, visto há mais de três décadas, não é o mesmo, claro. A insegurança tem alcançado patamares elevados, os arranha-céus construídos ao longo dos anos bloquearam a paisagem com vista para o mar e o ar não é tão puro como antes. Mesmo assim, Penha não troca o Brisamar por nenhuma outra região da capital. “Somente quando me aposentar penso em ir para um bairro mais próximo da praia, para fazer minhas caminhadas ao longo da orla”, excetua.

O índice médio de longevidade da cidade de João Pessoa, computado entre os anos de 1998 e 2005, era 67,57, uma evolução de 3,65% nesse período. Já a expectativa de vida ao nascer do cidadão pessoense ficou em 71,35 anos, no intervalo de tempo citado.

Associado ao IDH Educação – medido pela taxa de alfabetização e a taxa bruta de matrículas – e ao IDH Renda, que considera o PIB real per capita em dólares ou a renda familiar per capita (no caso de regiões, Estados e municípios brasileiros), o fator longevidade ajuda a mostrar o perfil dos moradores de determinada localidade.
No caso dos bairros de João Pessoa, esse indicador apresenta a realidade que pode ser aplicada também aos outros dois componentes medidos para se chegar ao Índice de Desenvolvimento Humano, divulgado pelo Pnud.
Jacqueline Santos
Do Jornal Paraíba

Terremoto como o do Chile não acontecerá no Brasil, diz especialista

O sismólogo João Carlos Dourado, do campus de Rio Claro da Universidade Estadual Paulista (Unesp), afirma que um grande terremoto como o que atingiu o Chile neste sábado (27) não vai atingir o Brasil. Segundo Dourado, por o Brasil estar no meio de uma placa tectônica não corre este risco. O terremoto que atingiu o Chile nesta madrugada teve 8.8 graus de magnitude. 

“No Brasil, um grande terremoto deste, causado por esse tipo de tectônica não vai ocorrer. Isto porque o Brasil se localiza no meio de placa tectônica, enquanto o Chile se localiza numa borda. O Brasil está no meio dessa placa e no meio dessa placa não existem esforços tectônicos dessa magnitude pra gerar um terremoto desse”, afirmou o especialista. 

O chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), George Sand França, destaca que os países do oeste da América Latina estão mais propensos a terremotos. 

“A América Latina, principalmente a parte oeste, sempre foi vulnerável a terremoto. O Chile, Peru, parte da Colômbia, Equador também, esses países são países que têm um alerta frequente e devem ter um código civil bem distinto de qualquer outro país que está no meio da placa tectônica”, disse França. 

O Chile está numa região sujeita a terremotos. O país já sofreu com o maior terremoto de toda a história, de 9,5 graus de magnitude, em 1960. O terremoto deste sábado foi provocado pelo choque entre duas placas tectônicas: a de Nazca, no Oceano Pacífico, e a sul-americana, na costa oeste do continente. O Chile fica na borda da placa sul-americana. 

O choque entre as placas que cobrem a crosta terrestre é constante. Até que acontece um momento de ruptura, em que as rochas não agüentam mais a pressão do atrito e liberam a energia acumulada sob a forma de vibrações sísmicas, que provocam o terremoto. 

A placa de Nazca, que fica no Oceano, desliza para baixo da placa sul-americana. Essas vibrações se propagam para grandes distâncias e podem ser sentidas bem longe do epicentro do tremor. Também provocam as ondas gigantes, ou tsunamis. 

Segundo cálculos de cientistas, o terremoto do Chile foi até novecentas vezes mais forte que o do Haiti, um mês e meio atrás. Mas, segundo os especialistas, as conseqüências foram menos catastróficas porque, no Haiti, o epicentro foi próximo à capital, Porto Princípe, com três milhões de habitantes. No Chile, o epicentro foi no mar. Além disso, o Chile tem mais estrutura para enfrentar um desastre como esse. 

“O Haiti é um país pobre, com construções muito precárias. O sismo do Chile foi a uma profundidade de 35 km. O do Haiti, a 10 km. Então, o do Haiti, apesar de ter uma magnitude menor, foi mais destrutivo porque ele foi mais raso”, disse Jorge Luís de Souza, pesquisador do Observatório Nacional. 

Os cientistas dizem que não há como afirmar se os dois terremotos têm relação entre si, nem que a América Latina esteja mais vulnerável a tremores do que antes. Essa vulnerabilidade, na região do Oceano Pacífico, é antiga.

Efrain vai ficar isolado?

As últimas da nossa política – sobretudo notícias referentes às perdas de Ricardo Coutinho e seus desdobramentos, com a possibilidade de reforço nas candidaturas de José Maranhão (PMDB) e Cícero Lucena (PSDB) – causaram um rebuliço danado. E quem mais se preocupou com tudo isso foi o senador Efrain Moraes (DEM).

Também, não é para menos. Eu já comentei aqui que toda esta movimentação, com a saída do PTB do arco de alianças de Coutinho como fato provocador de outros menores, trouxe um grande prejuízo para as pretensões do prefeito da capital. Mas como reflexo indireto de tudo isso, há prejuízo, também, para Efrain.

O isolamento de Efrain ocorreria por vários motivos. Um deles remete ao plano nacional, com os problemas enfrentados pelo DEM após a prisão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. O fato, queiram ou não, provocou reflexos negativos e preocupantes nos Demistas de todo o país.

E Efrain, imaginando a ‘boa’ intenção de alguns e a possibilidade real de isolamento, já se mexe. Pediu reunião de urgência com Cássio e Ricardo e articula-se nos bastidores para não sobrar na curva.

A se concretizar o cenário que se desenha hoje, tudo vai voltar ao normal. Ou quase tudo: Cássio reata com Cícero e leva, consigo, todo o grupo. À exceção de Efrain, que ficaria só, e de Carlos Dunga e Armando Abílio (PTB), que aproveitaram a oportunidade para abrir um canal de diálogo com Maranhão.

E, como prejudicado maior desse cenário todo, Ricardo Coutinho, pelos motivos que relatei no comentário anterior: perde tudo e, se brincar, nem candidato a Governador sai. Se isto vai se concretizar, não se sabe. Mas que caminha para isso, caminha



Carlos Magno

Tire suas dúvidas sobre a vacinação contra a nova gripe


Governo explicou por que apenas alguns grupos serão vacinados.
Ministério da Saúde respondeu a questões enviadas por leitores do G1.
As dúvidas mais frequentes – a maioria relacionada à vacinação de crianças –foram enviadas ao Ministério da Saúde. Veja abaixo as respostas aos principais questionamentos:
Por que crianças acima de dois anos não podem tomar a vacina, já que elas vão à escola e estão expostas à contaminação?
De acordo com a recomendação da Organização Mundial de Saúde, adotada por todos os países que adquiriram vacinas, não há indicação de vacinar toda a população, porque o objetivo da vacinação não é evitar a infecção pelo vírus. Os principais objetivos são manter o funcionamento dos serviços de saúde envolvidos na resposta à pandemia e  diminuir o risco de adoecer e o número de mortes associadas à influenza pandêmica nos grupos mais afetados durante a primeira onda.
A OMS estabeleceu quatro públicos prioritários: trabalhadores de saúde, gestantes, população indígena e população com doenças crônicas de base. No Brasil, um consenso entre o Ministério da Saúde e diversas instituições, com base em critérios epidemiológicos, definiu outros três grupos para a vacinação. Esses grupos apresentaram, na primeira onda da pandemia, maior chance de ter doença respiratória grave e, consequentemente, morrer. São as crianças saudáveis entre 6 meses e 2 anos, adultos saudáveis de 20 a 29 anos e adultos saudáveis de 30 a 39 anos.
Já que foi organizada uma campanha tão grande e complexa, por que não vacinar toda a população?
A vacinação em massa para a contenção de pandemia não é o foco da estratégia de enfrentamento da segunda onda pandêmica em todo o mundo. Os objetivos, como já dito, são: manter o funcionamento dos serviços de saúde envolvidos na resposta à pandemia e reduzir o risco de desenvolver doença grave e morrer associado à pandemia da influenza. Esses objetivos somente serão alcançados se houver o cumprimento do que foi estabelecido, conforme parâmetros técnicos vigentes até o momento.
É importante esclarecer que, nas Américas, além do Brasil, Estados Unidos e Canadá incluíram na população alvo a ser vacinada a população saudável. A maioria dos demais países irá vacinar apenas os quatro grupos recomendados pela OMS, demonstrando, assim, o esforço do Brasil em vacinar o maior quantitativo de indivíduos com risco de desenvolver doença grave ou morrer por esta doença.
É possível tomar a vacina em hospitais ou laboratórios particulares? Eles estão autorizados a comprar e aplicar a vacina?
Não há nenhum veto a que a rede privada disponibilize a vacina. Mas é importante ficar claro que a oferta da vacina na rede privada não é de responsabilidade do Ministério da Saúde.
Quem está fora do público-alvo para a vacinação corre algum risco se for vacinado?
A vacina é contra-indicada apenas para quem tem alergia a ovo.
Como funciona a regra das idades? Uma criança que tem dois anos e meio pode ser vacinada dentro do grupo que tem entre seis meses e dois anos de idade?
A vacina está indicada para crianças entre seis meses e menos de dois anos completos.
A vacina é aplicada por injeção ou é via oral?
Injetável, intramuscular, no braço direito ou esquerdo.
A vacina tem efeitos colaterais?
A vacina é segura e já está em uso em diversos países, sem evidências de ocorrência de eventos adversos graves associados ao seu uso. Mas é importante ressaltar que nenhuma vacina está livre de alguma ocorrência mínima de efeitos colaterais.

Adultos de 30 a 39 anos também serão vacinados contra nova gripe

Grupo não fazia parte do público-alvo da imunização.
Campanha nacional de vacinação começa em 8 de março.
O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (25), a inclusão dos adultos que têm entre 30 e 39 anos entre os grupos que receberão a vacina contra a gripe A (H1N1). A campanha de imunização, que começa no dia 8 de março, já incluía profissionais da saúde, povos indígenas, crianças pequenas, pessoas com problemas crônicos e jovens entre 20 e 29 anos de idade. 
Esses grupos foram escolhidos por serem os mais vulneráveis ou os que apresentam sintomas mais graves quando são infectados pela vírus da nova gripe. O ministério não recomenda que pessoas fora desse público tomem a vacina.
A vacinação será gratuita e dividida em cinco etapas, conforme o público-alvo (veja tabela abaixo). O Ministério da Saúde tem 83 milhões de doses da vacina e terá que comprar mais 30 milhões para conseguir vacinar mais uma faixa etária.  Para a aquisição da medicação extra serão gastos R$ 300 milhões, que serão liberados por Medida Provisória.
Estima-se que pelo menos 91 milhões de pessoas sejam vacinadas contra a nova gripe. Parte do medicamento adquirido pelo governo será mantido como reserva técnica caso seja necessário vacinar outros grupos.
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE A (H1N1)
8 a 19 de março
Profissionais da Saúde
Médicos, enfermeiros, dentistas, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica.
8 a 19 de março
Povos indígenas
População que vive em aldeias. A vacinação será realizada em parceria com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde).
22 de março a 2 de abril
Gestantes
Mulheres grávidas em qualquer período de gestação. As mulheres que engravidarem depois de 2 de abril podem tomar a vacina até 21 de maio.
22 de março a 2 de abril
Pessoas com problemas crônicos com até 60 anos de idade
Serão vacinadas as pessoas com os seguintes problemas:

• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).
22 de março a 2 de abril
Crianças entre seis meses e dois anos de idade incompletos (23 meses).
Elas devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra meia dose.
5 a 23 de abril 
População de 20 a 29 anos
Qualquer pessoa nessa faixa etária.
24 de abril a 7 de maio 
Idosos com problemas crônicos (mais de 60 anos de idade). 
O período coincide com a vacinação de idosos para a gripe comum. Quando eles forem tomar a vacina, receberão também imunização contra o vírus influenza A (H1N1) caso tenham algum destes problemas:
• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular). 
10 a 21 de maio
População de 30 a 39 anos
Qualquer pessoa nessa faixa etária.
O calendário é o mesmo em todo o Brasil, e os locais de vacinação serão definidos pelas secretarias de saúde de cada estado.
Para ser vacinado, é necessário pertencer a algum grupo indicado pelo ministério.
É preciso levar ao posto de vacinação o RG e a carteirinha de vacinação.
O medicamento é contra-indicado a quem tem alergia a ovo.

Gratuidade nos transportes interestaduais para idosos

De janeiro até o fim de fevereiro deste ano, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) da Prefeitura de João Pessoa (PMJP) emitiu 27 novas carteiras que garantem a gratuidade e o desconto de meia passagem a passageiros idosos, com renda igual ou inferior a dois salários mínimos, no transporte interestadual. A carteira é o documento concedido pela Sedes aos idosos que não têm renda ou que não têm como comprová-la, atestando que eles atendem aos critérios do público beneficiário, estabelecido pelo artigo 40 do Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003) e regulamentado em 2006 pelo Decreto 5.934. Desde julho de 2007, o número de carteiras confeccionadas pela Sedes foi de 327.


Segundo a coordenadora do Programa de Atenção à Pessoa Idosa (Papi), Nilsonete Gonçalves, apenas uma empresa de ônibus se negou a conceder o benefício no período de vigência da liminar concedida à Associação Brasileira das Empresas de Transportes Terrestres e Passageiros (Abrati). "Com a decisão do Superior Tribunal Federal (STF) em suspender os efeitos desta liminar, todas as empresas estão obrigadas a garantir o benefício, sob pena de serem multadas".


Pelo Decreto 5.934, devem ser reservadas aos maiores de 60 anos, com renda igual ou inferior a dois salários mínimos, duas vagas gratuitas em cada veículo, comboio ferroviário ou embarcação do serviço de transporte interestadual de passageiros ou assegurado o desconto de, no mínimo, 50% no valor da passagem para os demais assentos do veículo, caso as vagas reservadas com esta finalidade tenham sido ocupadas.


Para solicitar a carteira é preciso se dirigir ao Programa de Atenção à Pessoa Idosa (Papi) da PMJP e apresentar comprovante de residência, foto e documentos de identificação. O Papi funciona na unidade Centro da Sedes, na Avenida Santos Dumont, 80, no centro da Capital, atendendo nos horários de 8h as 12h e de 13h as 17h, de segunda a sexta-feira.


Os idosos que têm como comprovar a renda exigida pela lei devem se dirigir diretamente às empresas com seu comprovante de renda, de residência e documento de identificação, e solicitar o bilhete de viagem que deverá ser concedido automaticamente.


A diretora de Assistência Social da Sedes, Francisca Fernandes Vieira, explica que cabe ao Ministério Público e aos órgãos de controle social, como os Conselhos Estadual e Municipal do Idoso, fiscalizar nas empresas de ônibus se o decreto está sendo respeitado ou não. "Quanto às pessoas que se encontram em situação de acolhimento institucional, cabe aos coordenadores destas unidades orientá-las sobre os seus direitos e encaminhá-las ao serviço", destacou Francisca.


Orientações


Para solicitar a gratuidade, o bilhete de viagem deve ser solicitado nos pontos de venda da transportadora com antecedência de, pelo menos, 3 horas em relação ao horário de partida do ponto inicial da linha. Na ocasião, o idoso poderá solicitar, também, a emissão do bilhete de viagem de retorno.


Para adquirir o desconto de 50%, o idoso deverá obedecer aos prazos, levando-se em conta o horário de partida do ponto inicial da linha, no máximo com 6 horas de antecedência para viagens com distância de até 500 quilômetros e no máximo com 12 horas de antecedência para viagens com mais de 500 quilômetros de distância.


No dia marcado para a viagem, o idoso deverá comparecer ao terminal de embarque pelo menos 30 minutos antes do horário marcado para a viagem, sob pena de perder o benefício.