O ex-vice-prefeito e vereador por seis mandatos no município de Ouro Branco,
Manoel Avelino de Araújo, de 77 anos de idade, faleceu às 04h30min da madrugada desta sexta-feira (19), na UTI do Hospital Regional de Caicó, onde estava internado desde ontem com problemas digestivos.
Manoel Avelino, que era pai do atual presidente da Câmara, Ediwilson Azevedo, passou mal nesta quinta-feira (18), sendo socorrido para o Hospital e Maternidade “Mãe Paula” de Ouro Branco, e depois foi levado para Caicó, onde foi examinado e medicado no Hospital do Seridó e depois foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional, aonde veio a falecer.
Manoel Avelino reclamava de uma forte dor e os médicos identificaram um sangramento e estava previsto uma endoscopia nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (19). Mas, por volta das 4h30 da manhã, ele chegou óbito devido a uma hemorragia digestiva.
O Prefeito de Ouro Branco, Nilton Medeiros decretou três dias de luto. Manoel Avelino será velado no sítio Lages, onde residia e sempre teve reduto eleitoral e foi líder político até a noite desta sexta-feira. Na manhã deste sábado (20), o corpo será levado para a Câmara Municipal, onde a partir das 14h acontecerá uma sessão solene. Às 16h, acontece missa na Matriz do Divino Espírito Santo e o sepultamento em seguida no Cemitério Público. O ex-vice-prefeito deixa a viúva Joana Azevedo de Araújo, sete filhos e 21 netos.
PMs de todo Brasil ameaçam cruzar os braços no dia 3 caso PEC 300 não seja aprovada
Estratégia dos policiais é mandar familiares para as
portas dos quartéis. Eles impediriam a saída dos soldados
Policiais e bombeiros militares de todo o país ameaçam cruzar os braços no próximo dia 3 caso a Câmara não vote até o dia 2 a proposta de emenda constitucional que cria o piso salarial para a categoria. Proibidos pela Constituição de fazer greve, os militares apostam em uma estratégia alternativa para suspender seus trabalhos: promover o chamado aquartelamento.
“Os familiares irão para a porta dos quartéis e impedirão a saída dos militares, que não poderão fazer nada”, explica o deputado Capitão Assumpção (PSB-ES), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares. “Isso não contraria a Constituição”, ressalta.
Representantes da categoria vão se reunir em Brasília, no próximo dia 2, para pressionar os deputados a aprovarem a PEC 300/08. A proposta estabelece o piso nacional para policiais e bombeiros militares e estipula que o salário inicial das categorias não poderá ser inferior ao valor recebido pelos colegas do Distrito Federal. Os sindicalistas ameaçam votar o indicativo de paralisação caso os líderes partidários não incluam a proposta na pauta do Plenário na primeira semana de março.
Mas a votação esbarra em dois obstáculos: a eventual intervenção no Distrito Federal e a falta de acordo sobre o texto a ser votado. “Não há acordo. Não abrimos mão de votar o texto aprovado na comissão especial”, diz Capitão Assumpção.
O texto ao qual o deputado se refere é o que fixa em R$ 4,5 mil o piso para praças e em R$ 9 mil o salário inicial de oficiais. A proposta enfrenta resistência dos governadores e dos líderes partidários na Câmara, que alegam que o texto é inconstitucional por criar despesas para os Executivos sem apontar receitas.
Em busca de um entendimento, o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), propõe ajustes na redação, com a incorporção de dispositivos da PEC 446/09, que também estabelece piso para PMs e bombeiros, mas não estipula valor. O novo texto está sendo redigido pelo secretário-geral da Mesa, Mozart Vianna, e um grupo de deputados ligados aos militares.
De acordo com a proposta em negociação, o piso contemplará os policiais civis e será fixado em R$ 3,5 mil, valor admitido pelo governo federal. Caberá à União ajudar os estados que não tiverem condições de arcar com o salário inicial de PMs e bombeiros.
A proposta também beneficia os policiais civis e os pensionistas e prevê que o piso valerá assim que a PEC for promulgada. Os estados que não conseguirem arcar com o novo piso serão socorridos pelo governo federal. “Isso não existe. Querem diminuir em R$ 1 mil o piso da categoria. Não aceitamos votar outro piso que não seja o de R$ 4,5 mil”, afirma Capitão Assumpção.
Marcha
Representantes da categoria prometem fazer uma marcha com 10 mil policiais e bombeiros na Esplanada dos Ministérios para pressionar os líderes partidários e os integrantes da Mesa Diretora a votarem a PEC 300 na primeira semana de março. Cerca de 5 mil policiais lotaram as galerias e os corredores da Câmara na abertura do ano legislativo para pressionar a Casa a votar a PEC 300. Mas os líderes partidários decidiram segurar a votação. A estratégia agora é intensificar o corpo a corpo com os líderes e os integrantes da Mesa Diretora.
Conforme mostrou o Congresso em Foco, a tramitação da PEC 300 corre o risco de parar no Congresso. Se for decretada a intervenção federal no Distrito Federal, conforme pedido do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a votação de propostas de emendas à Constituição ficará suspensa durante todo o período de intervenção. A justificativa é que, para haver emendas à Constituição, os poderes federativos precisam estar em livre funcionamento, o que não ocorre em casos de intervenção.
O pedido de interferência no DF ainda será analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo presidente da República. A solicitação precisa também ser apreciada pelo Congresso.
Congresso em Foco
portas dos quartéis. Eles impediriam a saída dos soldados
Policiais e bombeiros militares de todo o país ameaçam cruzar os braços no próximo dia 3 caso a Câmara não vote até o dia 2 a proposta de emenda constitucional que cria o piso salarial para a categoria. Proibidos pela Constituição de fazer greve, os militares apostam em uma estratégia alternativa para suspender seus trabalhos: promover o chamado aquartelamento.
“Os familiares irão para a porta dos quartéis e impedirão a saída dos militares, que não poderão fazer nada”, explica o deputado Capitão Assumpção (PSB-ES), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares. “Isso não contraria a Constituição”, ressalta.
Representantes da categoria vão se reunir em Brasília, no próximo dia 2, para pressionar os deputados a aprovarem a PEC 300/08. A proposta estabelece o piso nacional para policiais e bombeiros militares e estipula que o salário inicial das categorias não poderá ser inferior ao valor recebido pelos colegas do Distrito Federal. Os sindicalistas ameaçam votar o indicativo de paralisação caso os líderes partidários não incluam a proposta na pauta do Plenário na primeira semana de março.
Mas a votação esbarra em dois obstáculos: a eventual intervenção no Distrito Federal e a falta de acordo sobre o texto a ser votado. “Não há acordo. Não abrimos mão de votar o texto aprovado na comissão especial”, diz Capitão Assumpção.
O texto ao qual o deputado se refere é o que fixa em R$ 4,5 mil o piso para praças e em R$ 9 mil o salário inicial de oficiais. A proposta enfrenta resistência dos governadores e dos líderes partidários na Câmara, que alegam que o texto é inconstitucional por criar despesas para os Executivos sem apontar receitas.
Em busca de um entendimento, o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), propõe ajustes na redação, com a incorporção de dispositivos da PEC 446/09, que também estabelece piso para PMs e bombeiros, mas não estipula valor. O novo texto está sendo redigido pelo secretário-geral da Mesa, Mozart Vianna, e um grupo de deputados ligados aos militares.
De acordo com a proposta em negociação, o piso contemplará os policiais civis e será fixado em R$ 3,5 mil, valor admitido pelo governo federal. Caberá à União ajudar os estados que não tiverem condições de arcar com o salário inicial de PMs e bombeiros.
A proposta também beneficia os policiais civis e os pensionistas e prevê que o piso valerá assim que a PEC for promulgada. Os estados que não conseguirem arcar com o novo piso serão socorridos pelo governo federal. “Isso não existe. Querem diminuir em R$ 1 mil o piso da categoria. Não aceitamos votar outro piso que não seja o de R$ 4,5 mil”, afirma Capitão Assumpção.
Marcha
Representantes da categoria prometem fazer uma marcha com 10 mil policiais e bombeiros na Esplanada dos Ministérios para pressionar os líderes partidários e os integrantes da Mesa Diretora a votarem a PEC 300 na primeira semana de março. Cerca de 5 mil policiais lotaram as galerias e os corredores da Câmara na abertura do ano legislativo para pressionar a Casa a votar a PEC 300. Mas os líderes partidários decidiram segurar a votação. A estratégia agora é intensificar o corpo a corpo com os líderes e os integrantes da Mesa Diretora.
Conforme mostrou o Congresso em Foco, a tramitação da PEC 300 corre o risco de parar no Congresso. Se for decretada a intervenção federal no Distrito Federal, conforme pedido do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a votação de propostas de emendas à Constituição ficará suspensa durante todo o período de intervenção. A justificativa é que, para haver emendas à Constituição, os poderes federativos precisam estar em livre funcionamento, o que não ocorre em casos de intervenção.
O pedido de interferência no DF ainda será analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo presidente da República. A solicitação precisa também ser apreciada pelo Congresso.
Congresso em Foco
Iraê detona aliança PSB/DEM, destaca incoerência de RC e dispara: “O que não se faz por um projeto pessoal”
Iraê detona aliança PSB/DEM, destaca incoerência de RC e dispara: “O que uma pessoa não faz em prol de um projeto pessoal”.
A incoerência em relação à aliança entre o partido do prefeito Ricardo Coutinho (PSB) e o Democratas, do senador Efraim Morais continua a causar estranheza nas frentes políticas e lideranças da Paraíba. Secretaria de Articulação governamental do Estado da Paraíba, a deputada licenciada Iraê Lucena (PMDB) também resolveu engrossar o coro sobre a “incoerência” da aliança e detonou: “O que uma pessoa não faz em prol de um projeto pessoal”, disse, justificando que o prefeito está disposto a se aliar com quem quer que seja para chegar ao governo.
Para deputada, o PSB modificou toda uma ideologia ao se aliar com partidos a quem sempre se opôs e criticou durante os últimos anos, apenas para tentar lograr êxito nas eleições estaduais. “Foi tudo em prol de um projeto pessoal, não há outra explicação, Ricardo quer chegar de qualquer forma ao poder, mesmo fazendo alianças que não tem nada haver com a história o partido”, disse.
A deputada ainda lembrou que o PMDB chegou a abrir mão de uma candidatura própria encabeçada pelo deputado federal Manoel Júnior (PSB), em 2004 por acreditar no projeto do então deputado estadual Ricardo Coutinho (PSB). Essa atitude, no entanto, não foi posta em pratica na eleição de 2010, já que o socialista preferiu ignorar o apoio e a lealdade firmado com o PMDB e se aliar a adversários históricos, a exemplo de Efraim Morais e Cássio Cunha Lima.
“Ricardo poderia estar hoje retribuindo e apoiando a reeleição de Maranhão e teria como certa uma cadeira no Senado Federal”, explicou.
PB Agora
A incoerência em relação à aliança entre o partido do prefeito Ricardo Coutinho (PSB) e o Democratas, do senador Efraim Morais continua a causar estranheza nas frentes políticas e lideranças da Paraíba. Secretaria de Articulação governamental do Estado da Paraíba, a deputada licenciada Iraê Lucena (PMDB) também resolveu engrossar o coro sobre a “incoerência” da aliança e detonou: “O que uma pessoa não faz em prol de um projeto pessoal”, disse, justificando que o prefeito está disposto a se aliar com quem quer que seja para chegar ao governo.
Para deputada, o PSB modificou toda uma ideologia ao se aliar com partidos a quem sempre se opôs e criticou durante os últimos anos, apenas para tentar lograr êxito nas eleições estaduais. “Foi tudo em prol de um projeto pessoal, não há outra explicação, Ricardo quer chegar de qualquer forma ao poder, mesmo fazendo alianças que não tem nada haver com a história o partido”, disse.
A deputada ainda lembrou que o PMDB chegou a abrir mão de uma candidatura própria encabeçada pelo deputado federal Manoel Júnior (PSB), em 2004 por acreditar no projeto do então deputado estadual Ricardo Coutinho (PSB). Essa atitude, no entanto, não foi posta em pratica na eleição de 2010, já que o socialista preferiu ignorar o apoio e a lealdade firmado com o PMDB e se aliar a adversários históricos, a exemplo de Efraim Morais e Cássio Cunha Lima.
“Ricardo poderia estar hoje retribuindo e apoiando a reeleição de Maranhão e teria como certa uma cadeira no Senado Federal”, explicou.
PB Agora
Cachaças paraibanas dividem primeiro lugar no ranking das melhores do Brasil
A produção de cachaça paraibana recebeu um merecido reconhecimento. Três cachaças produzidas no estado ficaram entre as cinco melhores do Brasil no Guia da revista Veja. A cachaça Serra Limpa e a Volúpia dividiram a primeira colocação no ranking nacional. Já a Serra Preta conquistou o quarto lugar. O levantamento realizado pela revista foi publicado na edição desta semana, veiculada no dia 17.
A formação do ranking foi elaborada por especialistas na bebida convidados pela revista. Todas as marcas foram degustadas e durante a análise foram avaliados o aspecto visual, as características olfativas, análise gustativa e o retrogosto (sabor que permanece na boca após a ingestão da bebida). Para o químico Erwin Weimann, especialista em destilados e autor do livro 'Cachaça: a bebida brasileira', a Paraíba produz cachaças brancas de ótima qualidade.
As três cachaças vencedoras também integram o projeto de Cachaça de Alambique no Brejo Paraibano que á articulado pelo Sebrae com o apoio da FIEP, Aspeca e Sindibebebidas. O projeto desenvolve ações focadas na melhoria produtiva, acesso a novos mercados e melhoria da gestão dos engenhos.
Segundo o gestor do projeto pelo Sebrae, Fernando Ivo, o resultado é fruto do constante aperfeiçoamento produtivo desenvolvido pelos engenhos de cachaça na Paraíba. "A publicação fortalece a produção do Estado e abre espaço para que mais pessoas degustem do destilado produzido aqui", completou o gestor.
Vencedora do primeiro lugar junto com a Volúpia, a Serra Limpa foi reconhecida como uma ótima opção para bebidas que misturam frutas por possuir um sabor mais neutro. A cachaça é produzida em Duas Estradas há mais de uma década e segundo o seu proprietário, Antônio Vicente, esse é um reconhecimento merecido.
"É muito gratificante ser apontada como a melhor cachaça do país já que nosso produto é produzido com a mais alta qualidade, agora esperamos que as pessoas provem e confiram o sabor da Serra Limpa", disse Antônio.
Produzida desde 1946, em Alagoa Grande, no Brejo paraibano, a Volúpia foi considerada pelos especialistas como uma das mais macias e suaves por descansar em tonéis de freijó antes de ser engarrafada. "Para mim é um orgulho receber essa colocação, significa que nosso trabalho está sendo feito de forma correta, com qualidade. Agora nós esperamos que as vendas aumentem", disse animado Otávio Lemos, proprietário da Volúpia.
Já a Serra Preta segue a tradição nordestina de produzir aguardentes mais doces e com alto teor alcoólico. A cachaça, produzida também em Alagoa Nova, obedece aos mesmos moldes da época de seu início no tocante a plantação, colheita, fermentação e destilação. Acompanha as tendências do mercado, mas não abre mão das antigas tradições.
A formação do ranking foi elaborada por especialistas na bebida convidados pela revista. Todas as marcas foram degustadas e durante a análise foram avaliados o aspecto visual, as características olfativas, análise gustativa e o retrogosto (sabor que permanece na boca após a ingestão da bebida). Para o químico Erwin Weimann, especialista em destilados e autor do livro 'Cachaça: a bebida brasileira', a Paraíba produz cachaças brancas de ótima qualidade.
As três cachaças vencedoras também integram o projeto de Cachaça de Alambique no Brejo Paraibano que á articulado pelo Sebrae com o apoio da FIEP, Aspeca e Sindibebebidas. O projeto desenvolve ações focadas na melhoria produtiva, acesso a novos mercados e melhoria da gestão dos engenhos.
Segundo o gestor do projeto pelo Sebrae, Fernando Ivo, o resultado é fruto do constante aperfeiçoamento produtivo desenvolvido pelos engenhos de cachaça na Paraíba. "A publicação fortalece a produção do Estado e abre espaço para que mais pessoas degustem do destilado produzido aqui", completou o gestor.
Vencedora do primeiro lugar junto com a Volúpia, a Serra Limpa foi reconhecida como uma ótima opção para bebidas que misturam frutas por possuir um sabor mais neutro. A cachaça é produzida em Duas Estradas há mais de uma década e segundo o seu proprietário, Antônio Vicente, esse é um reconhecimento merecido.
"É muito gratificante ser apontada como a melhor cachaça do país já que nosso produto é produzido com a mais alta qualidade, agora esperamos que as pessoas provem e confiram o sabor da Serra Limpa", disse Antônio.
Produzida desde 1946, em Alagoa Grande, no Brejo paraibano, a Volúpia foi considerada pelos especialistas como uma das mais macias e suaves por descansar em tonéis de freijó antes de ser engarrafada. "Para mim é um orgulho receber essa colocação, significa que nosso trabalho está sendo feito de forma correta, com qualidade. Agora nós esperamos que as vendas aumentem", disse animado Otávio Lemos, proprietário da Volúpia.
Já a Serra Preta segue a tradição nordestina de produzir aguardentes mais doces e com alto teor alcoólico. A cachaça, produzida também em Alagoa Nova, obedece aos mesmos moldes da época de seu início no tocante a plantação, colheita, fermentação e destilação. Acompanha as tendências do mercado, mas não abre mão das antigas tradições.
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