A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional da Paraíba, através do seu Tribunal de Ética, vai apreciar provavelmente esta semana o processo contra a advogada acusada de fraude contra o Instituto de Previdência Social da Paraíba. O esquema foi desvendado através de uma ação conjunta da Polícia Federal, IPEP, Ministério da Previdência Social (MPS) e Ministério Público Federal (MPF).
A descoberta do golpe contra os aposentados de João Pessoa, Campina Grande e cidades do Sertão Paraibano só foi possível depois que a Polícia Federal deflagrou a operação batizada de Delict – termo em latim que significa delito – que culminou com a prisão da advogada. Ela é acusada de ser a pessoa que comandava as fraudes.
Durante as investigações policiais, foi descoberto que no ano passado (2009) acusada teria desviado cerca de R$ 287 mil, depois de aplicar um golpe contra 40 agricultores. Na época da prisão, a PF localizou na residência da acusada R$ 25 mil em espécie, al[em de um veículo Toyota Hilux.
A OAB evitou falar sobre o assunto, mas informações extra-oficiais dão conta que a acusada de fraudar a instituição previdenciária do Estado da Paraíba poderá ser excluída dos quadros de advogados. Seu processo deverá se apreciado esta semana pelo Tribunal de Ética da Ordem.
Foi dado a advogada - nome está sendo mantido sob sigilo - o pleno direito de defesa junto a Ordem, mas ela não apareceu. Além desse delito, o Tribunal de Ética da OAB deverá colocar em pauta um dívida de cinco anos da advogada com a Ordem.
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