
Mais uma da família Morais: conselho tutelar de Santa Luzia vive “de esmolas” e pede “socorro” a imprensa
Mais uma denúncia envolvendo a família Morais chegou à nossa redação. Desta vez foi contra o prefeito de Santa Luzia, José Ademir Morais (DEM), primo do senador Efraim Morais, do DEM.
O completo estado de abandono que toma conta do conselho tutelar do município vem chamando atenção da população que carece do serviço. Através de um e-mail enviado à nossa equipe de jornalismo, um dirigente denunciou o descaso pelo qual passa a instituição que, segundo disse, atende a cerca de 60 casos por mês.
Buscando não noticiar algo sem profunda apuração, entramos em contato com o dirigente reclamante, que nos pediu para ocultar seu nome, temendo uma represália.
“O grupo aqui costuma perseguir quem denuncia as coisas”, afirmou.
Segundo explicou, quando assumiram a função em 2007, não dispunham sequer de uma sede. Por força de um Termo de Ajustamento de Conduta, imposto pelo promotor do município, o então prefeito Ademir Morais cedeu um espaço para funcionamento.
Mesmo assim, denuncia o dirigente, o gestor não cumpriu tudo o que ficou acertado. Estava previsto no documento, além da responsabilidade pelas despesas do Conselho, a doação de um computador e de móveis. Somado a isso, ficava obrigada a prefeitura a deixar um carro à disposição da instituição (que nunca foi enviado).
“Até o computador e os móveis quem doou foi o juiz daqui, por pena. Inclusive ficou certo que pelo menos o prefeito iria consertar o aparelho, mas até agora nada”, disparou.
Para deixar mais complicada a situação, a luz da sede foi cortada, há alguns dias, por falta de pagamento.
Mais uma denúncia envolvendo a família Morais chegou à nossa redação. Desta vez foi contra o prefeito de Santa Luzia, José Ademir Morais (DEM), primo do senador Efraim Morais, do DEM.
O completo estado de abandono que toma conta do conselho tutelar do município vem chamando atenção da população que carece do serviço. Através de um e-mail enviado à nossa equipe de jornalismo, um dirigente denunciou o descaso pelo qual passa a instituição que, segundo disse, atende a cerca de 60 casos por mês.
Buscando não noticiar algo sem profunda apuração, entramos em contato com o dirigente reclamante, que nos pediu para ocultar seu nome, temendo uma represália.
“O grupo aqui costuma perseguir quem denuncia as coisas”, afirmou.
Segundo explicou, quando assumiram a função em 2007, não dispunham sequer de uma sede. Por força de um Termo de Ajustamento de Conduta, imposto pelo promotor do município, o então prefeito Ademir Morais cedeu um espaço para funcionamento.
Mesmo assim, denuncia o dirigente, o gestor não cumpriu tudo o que ficou acertado. Estava previsto no documento, além da responsabilidade pelas despesas do Conselho, a doação de um computador e de móveis. Somado a isso, ficava obrigada a prefeitura a deixar um carro à disposição da instituição (que nunca foi enviado).
“Até o computador e os móveis quem doou foi o juiz daqui, por pena. Inclusive ficou certo que pelo menos o prefeito iria consertar o aparelho, mas até agora nada”, disparou.
Para deixar mais complicada a situação, a luz da sede foi cortada, há alguns dias, por falta de pagamento.
Ao fim de sua mensagem, o dirigente insistiu que déssemos publicidade ao fato, como um último apelo em busca de uma solução.
Luis Alberto Guedes
PB Agora
Luis Alberto Guedes
PB Agora