
Espera-se que até o dia de Santo Antônio o PTB esteja unido
Não morro de amores por Armando Abílio, acho a sua performance patética, mas tenho que admitir que ele é um exímio jogador de xadrez político. Foi o primeiro a chegar junto de Ricardo, foi o primeiro a se afastar. Só os players conseguem façanhas tão precisas.
Nesta segunda-feira ele entra no auditório do SENAC de João Pessoa com um cravo vermelho na lapela. Em seguida, pede uma salva de palmas para a família Tavares e chama Maranhão para compor a mesa.
Agora eu vou confessar uma coisa. Estou quase assinando o meu nome na lista de fãs do presidente do PTB, depois que ele mostrou a Cássio que ele não manda em nenhum partido na Paraíba.
Foi a primeira vez que vi uma carrapeta bater em pião.
No PSDB quem manda é Cícero, no PTB quem manda é Abílio. E Cássio que monte uma associação de twitteiros.
Cá pra nós: soube que Carlos Dunga agendou encontro com Maranhão para depois da Semana Santa. Sendo assim, lá em Boqueirão ele proibiu que a figura de Armando Abílio seja associada à malhação do Judas.
Só para ilustrar o calendário, é bom lembrar que depois da Semana Santa, vem o Dia das Mães.
Outra coisa: maio é o Mês das Noivas e 12 de junho é o dia dos namorados. Soube que em uma dessas datas o PTB inteiro vira um coral uníssono regido pela batuta de Armando Abílio.
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