Tovar afirma que Paraíba vive um Desgoverno com gestão sem limites, ética e respeito

“Vivemos o Desgoverno da Paraíba. Uma gestão sem limites, sem ética, sem respeito e que coleciona escândalos. Que bom que esses dias sombrios, banhados de perseguição, estão se aproximando do fim.”, disse o deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB), durante discurso proferido da tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba, nesta quarta-feira (14). O parlamentar listou alguns problemas da gestão estadual e disse que o governador Ricardo Coutinho “jogou a toalha”, pois sabe que não pode mais ser reconduzido ao poder e não terá condições de fazer um sucessor.

“Esse foi o governador que fechou mais de 200 escolas e que insiste em não respeitar a autonomia da Universidade Estadual da Paraíba. A sua missão é que a instituição de ensino feche as suas portas e acredito que faz isso por não ter sido ele o idealizador da UEPB”, disse, lembrando que este ano o Executivo não fez um único repasse para as prefeituras, o que vem dificultando a ida dos alunos às escolas. “Um governador que não prioriza a educação nos revela o desejo de manter o povo longe do conhecimento”, destacou.

Tovar afirmou que a atual gestão sepultou o Programa do Leite, que garantia alimentação para quem mais precisava e ainda fazia a compra direta aos pequenos produtores e negligenciou a população em um período de seca, não apresentando alternativas para abastecimento de água. Falou do escândalo dos codificados, cerca de nove mil pessoas - só na saúde - que prestam serviço ou não, mas não possuem contracheque e nem têm direito a férias ou décimo terceiro salário.

Outro problema apontado pelo parlamentar foi na área de segurança pública. Ele afirmou que os presídios e as unidades para jovens que cometem infrações não ressocializam. “Como podemos tirar da nossa cabeça os sete jovens que morreram no Lar do Garoto e lembrar que o governador não foi conhecer o problema de perto e nem se solidarizou com as famílias. A única “ação de humanidade” de Ricardo Coutinho foi pedir um minuto de silêncio durante o Orçamento Democrático para fazer cena”, criticou.

De acordo com o deputado, a polícia está cada vez mais desvalorizada. Os salários são baixos, faltam armamentos e condições mínimas de trabalho. Destacou que se um policial se aposentar, seja por idade ou por ter sido ferido em trabalho, ele passará a receber 40% a menos em seus salários. Ele afirmou que a gestão socialista aumenta impostos e massacra comerciantes e a população em geral e que vive sombra de escândalos como o Jampa Digital, Desk, Caso Cuia e codificados.

Fonte: Assessoria
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