Paraíba tem 220 mil desempregados no primeiro trimestre de 2017, diz IBGE

Número de desempregados representa pouco mais de 15% do total de pessoas que estão empregadas (Foto: Valdecir Galor/SMCS)A Paraíba tem mais de 220 mil desempregados, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quarta-feira (31).

O número representa pouco mais de 15% do total de pessoas que estão empregadas, que são mais de 1,4 milhão, e 13,2% da força de trabalho paraibana, que conta com 1,6 milhão de pessoas, segundo o órgão. A taxa é semelhante à média nacional. Em João Pessoa, a taxa de desempregados é de 12,9%.

O dado de desempregados é referente ao período entre os meses de janeiro e março deste ano e é 28% superior ao registrado no mesmo período do ano passado e 10% superior aos três últimos meses do ano.

Além disso, o IBGE identificou 1,5 milhão de pessoas classificadas como ‘“fora da força de trabalho” no estado, que são “as pessoas que não estavam ocupadas nem desocupadas nessa semana”. Esse número também cresceu em relação ao registro dos primeiro trimestre de 2016: agora é 6,3% maior.

A mesma pesquisa indica 336 mil paraibanos estão empregados com carteira assinada na iniciativa privada e outros 255 não têm carteira assinada. Os números não incluem os empregados domésticos, que somam 104 mil em todo o estado. Já os empregados no setor público somam 268 mil pessoas nos diversos níveis da gestão, setor mais emprega na Paraíba.

Rendimento
Quem trabalha no setor público também tem a melhor renda média entre os empregados na Paraíba, com R$ 2,6 mil no primeiro trimestre, ainda segundo o IBGE. Mas os 51 mil empregadores do estado têm renda 35% superior aos empregados públicos, já que a média de rendimentos deste grupo é de pouco mais de R$ 4 mil.

Na outra ponta do ranking estão os trabalhadores do campo, que inclui agricultura, pecuária, redução florestal, pesca e aquicultura. Este grupo teve rendimento médio de R$ 524 no período correspondente à pesquisa, valor 14,5% superior ao mesmo período do ano passado. Já os empregados domésticos, que ganham R$ 595 em média, tiveram um crescimento de 11,4% na renda em relação aos três primeiros meses de 2016.

Fonte: G1PB
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